Não há dente de coelho no problema da tradução radical

Autores

  • Marcos Barbosa de Oliveira Faculdade de Filosofia e Ciências - FFC - Campus de Marília

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0101-31731987000100002

Palavras-chave:

Tradução radical, Quine, Word and object, behaviorismo, mentalismo, modelo desejo-crença

Resumo

O trabalho consiste em uma tentativa de refutação do princípio quineano da indeterminação da tradução radical. A estrutura do argumento é a seguinte. A demonstração do princípio no texto de Quine assenta-se sobre certa concepção do processo de tradução radical. Esta concepção só se sustenta se são adotadas certas pressuposições a respeito da natureza da linguagem e dos falantes. Entretanto, se estas pressuposições são adotadas, não há razão para não se aceitarem também outras pressuposições - as quais invalidam a demonstração de Quine.

 

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Publicado

1987-01-01

Como Citar

Oliveira, M. B. de. (1987). Não há dente de coelho no problema da tradução radical. TRANS/FORM/AÇÃO: Revista De Filosofia, 9, 9–13. https://doi.org/10.1590/S0101-31731987000100002

Edição

Seção

Artigos e Comentários