“Viadinho, bicha louca”: travestis e o esquecimento do outro

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36311/1982-8004.2019.v12esp.11.p107

Palavras-chave:

Transsexuality, Heterormativity, Biopower, School

Resumo

Este texto surge das discussões que fiz no mestrado. Nesse, entrevistei duas mulheres trans que se identificam enquanto travestis. E aqui problematizo parte da fala de V... (nome fictício da interlocutora) sobre um episódio em que essa é humilhada na sala de aula. A partir daí busco pensar esse fato pela lógica do biopoder, conceito cunhado por Michel Foucault em seus cursos nos finais dos anos 1970, para pensar a escola e a ordem normativa em que estamos inseridos/as. Pensar as muitas segregações que esse discurso provoca, bem como a dor causada nesses corpos. E dessa forma problematizar esse outro que se encontra distante da educação.

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Biografia do Autor

Marlyson Junio Alvarenga Pereira, Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC) – UNESP/campus de Marília

Doutorando em Ciências Sociais pela Unesp/Marília e professor no Ensino Médio Sociologia/Filosofia.

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Publicado

2019-12-20

Edição

Seção

Encarte Especial