CONTRA O DOGMATISMO NA HISTÓRIA: O TEMPO COMO FENÔMENO BASILAR DA EXPERIÊNCIA HUMANA

Autores

  • Robson Souza Rocha de Souza JÚNIOR Universidade Federal de Juiz de Fora

DOI:

https://doi.org/10.36311/1982-8004.2015.v8n2.2974

Palavras-chave:

História, temporalidade, subjetividade, mundo público cotidiano.

Resumo

A história sempre foi um dos temas centrais das Ciências Humanas. No entanto, vários são os modos de concebê-la e pesquisá-la. O intento desse artigo é demonstrar que uma atitude não dogmática em relação à história exige uma forma específica de abordá-la e até mesmo um comportamento determinado: aquele que define o homem experimentado e anti-dogmático. Segundo buscar-se-á argumentar, a assunção dessa atitude não dogmática exige uma compreensão outra do fundamento, agora baseada na abissalidade inesgotável do tempo, e um novo foco de análise, que deve abandonar a centralidade da subjetividade humana em prol da centralidade do fenômeno do mundo público cotidiano. O argumento está baseado nas obras de Martin Heidegger e Hans-Georg Gadamer.

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Biografia do Autor

Robson Souza Rocha de Souza JÚNIOR, Universidade Federal de Juiz de Fora

Bacharel em Ciências Sociais pela Univesidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Na graduação fui agraciado com uma bolsa de estudos de um semestre da Universität Passau na Alemanha, num processo seletivo interno da UFJF. Atualmente sou discente de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Juiz de Fora (PPGCSO-UFJF)

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Publicado

2015-08-08