Resistências negras e amefricanidade

diálogos entre Clóvis Moura e Lélia Gonzalez para o debate antirracista das relações de classe na América latina

Autores

  • Ana Paula Procopio da Silva Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Palavras-chave:

Amefricanidade, Classes sociais, Clóvis Moura, Escravidão, Lélia Gonzalez, Relações raciais, Resistências negras, América latina

Resumo

Os colonialismos, os escravismos e os abolicionismos sem direitos são condicionantes estruturais da constituição de proletariados e burguesias latino-americanas, bem como os limites da legalidade democrática liberal e os capitalismos dependentes. Destarte, as relações entre os Estados nacionais constituídos e as sociedades de classes incluem os sujeitos
históricos atuantes nas diferentes formações econômicas, sociais e históricas. É nesse horizonte que as teses de Clóvis Moura sobre as resistências negras como estruturantes da dinâmica latino-americana dialogam com a categoria amefricanidade abordada por Lélia Gonzalez e se apresentam como contribuição ao antirracismo no debate de classes sociais na América latina.

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Biografia do Autor

Ana Paula Procopio da Silva, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Psicóloga, assistente social, doutora em Serviço Social (UFRJ), professora adjunta da Faculdade de Serviço Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – FSS/UERJ, coordenadora do Programa de Estudos e Debates dos Povos Africanos e Afro-americanos – PROAFRO UERJ

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Publicado

2021-03-27