Comentário "La différence phénoménologique selon Barbaras et Marion (Projet, méthode et ligne de tension)"

Autores

DOI:

https://doi.org/10.1590/0101-3173.2020.v43n3.09.p137

Palavras-chave:

Renaud Barbaras, Kant

Resumo

Diante da cisão radical entre sujeito e objeto, aprofundada pela ontologia moderna como uma forma de alcançar a objetividade do conhecimento científico, a fenomenologia se coloca como um método de investigação que pretende descrever a experiência do sorrir, de tal modo que recupere o sentido do ato originário, cujo extremo subjetivismo ou objetivismo comprometeu. Que o sorriso não é pura expressão de um sujeito solipsista ou simplesmente a manifestação neurofisiológica de um estímulo exterior, mas algo que se deve compreender justamente naquilo que se encontra não reduzido ao sujeito ou ao objeto, parece-nos evidente. Contudo, como ter acesso a esse campo originário da experiência do mundo sensível, sem que esse campo se objetifique pela própria descrição e reinstaure os prejuizos clássicos do subjetivismo e do objetivismo? Seria possível fazer filosofia sobre uma experiência já perdida no tempo e que apenas ganha sentido enquanto fenômeno de expressão?

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Biografia do Autor

Rodrigo Alvarenga, Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR

Docente no Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos e Políticas Públicas PUCPR

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Publicado

2020-09-10

Edição

Seção

Artigos/Articles