https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/issue/feed TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia 2020-10-09T10:37:04-03:00 Marcos Antonio Alves transformacao.marilia@unesp.br Open Journal Systems <p>A <em>Trans/Form/Ação: Revista de Filosofia</em>&nbsp;tem por missão publicar, por meio impresso e eletrônico, textos de excelência em filosofia ou de relevância filosófica, socializando&nbsp; e ampliando o conhecimento, buscando promover o debate e a interlocução de ideias. O conteúdo dos textos é exposto em forma de artigos, resenhas, traduções, além de entrevistas aplicadas a profissionais cujos papéis concernem à relevância da produção e dedicação à área filosófica. Todas as formas de publicação obedecem à variedade temática, metodológica e de época, mantendo-se, com isso, o respeito às diversas tendências do conhecimento filosófico, assim como às diversas orientações de pensamento.</p> https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/11038 Apresentação 2020-10-07T13:07:20-03:00 Marcos Antonio Alves marcos.a.alves@unesp.br <p>Com muito prazer, apresentamos este número especial da Trans/Form/Ação: revista de Filosofia da Unesp. Trata-se do Volume 43, referente ao ano de 2020, cujo título temático é: “Filosofia(s) no(do) Século XX”. Do total de 13 artigos, seis são escritos em espanhol, um em inglês e os outros seis na língua portuguesa. Também foram produzidos onze comentários aos artigos, um deles em espanhol, outro em inglês e os demais em português. Há, ainda, uma tradução do inglês para o português. Os autores estrangeiros são oriundos da Argentina, Espanha, Chile, México e Portugal. Já os brasileiros pertencem a instituições dos estados da Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe.</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/11054 Normas para publicação 2020-10-08T13:52:19-03:00 Revista TRANS/FORM/AÇÃO labeditorial@marilia.unesp.br <p>Normas de submissão e avaliação. Normas para apresentação dos originais</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/11043 Transformação v. 43, edição especial, 2020 2020-10-07T15:24:35-03:00 Equipe Editorial transformacao.marilia@unesp.br 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/6805 De Lukács à Escola de Frankfurt 2018-12-20T12:50:39-02:00 Bruna Della Torre de Carvalho Lima bru.dellatorre@gmail.com Eduardo Altheman Camargo Santos eduardo.altheman@gmail.com <span>Tradução do capítulo "</span>De Lukács à Escola de Frankfurt" do livro<span> <em>Philosophy of Praxis</em>” do filósofo Andrew Feenberg que saiu pela editora Verso nos Estados Unidos em 2014 que trata da relação entre Lukács e os autores da Teoria Crítica no sentido da interpretação e atualização da obra de Marx.</span> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/7338 Pensamientos caminados para caminar. Una contribución al concepto de meditación filosófica en Ortega y Gasset como síntesis de teoría y práctica 2019-07-17T14:56:24-03:00 Antonio Gutiérrez-Pozo agpozo@us.es El principal objetivo de este trabajo es pensar el concepto de meditación en la filosofía de Ortega y Gasset. La meditación es la esencia de la filosofía para Ortega. Meditar y filosofar son sinónimos. La filosofía no es mera teoría sino que implica también práctica. El elemento teórico sólo tiene sentido cuando surge de la vida, pero ante todo la teoría sólo vale si vale para vivir. El ser humano para Ortega piensa porque vive, pero lo fundamental es que piensa para vivir. Sólo los pensamientos que se alcanzan viviendo tienen valor para vivir. La meditación filosófica está siempre supeditada a la vida. 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/11039 Comentário ao artigo "Pensamientos caminados para caminar: una contribución al concepto de meditación filosófica en Ortega y Gasset como síntesis de teoría y práctica" 2020-10-07T13:40:26-03:00 Jesús González Fisac jesus.gonzalez@uca.es <p>Situar la “meditación” en Ortega es una tarea harto complicada, y pocas veces emprendida. Para empezar, la dificultad está en decidir cuál es su categoría, a qué atributo de la realidad pertenece. Porque la posición de la noción de meditación en relación, no a la “teoría” o al “teorizar”, con los que guarda un inequívoco vínculo, sino al binomio “teoría y práctica”, resulta inopinada en Ortega. No porque la “teoría” no juegue un papel esencial en su dilucidación de la vida y en el habérnoslas con la vida, sino porque en el binomio, ya estandarizado, de teoría-y-práctica se ponen en juego una o varias oposiciones históricamente reconocibles de las que Ortega no se hace cargo.</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/6843 ¿Fue Lakatos un realista epistémico?: el rol de la verdad en la metodología de los programas de investigación científica 2019-11-11T20:18:12-02:00 Bruno Borge brunojborge@gmail.com <p>Un diagnóstico más que difundido acerca de la obra de Lakatos señala que su proyecto soslayó por completo la cuestión de la verdad como parte central del análisis del conocimiento científico. En una línea semejante, Hacking afirma que Lakatos encontró en la metodología un sustituto para la verdad. Incluso quienes descreen de estas interpretaciones acuerdan respecto de que Lakatos falla en dar cuenta de la relación entre el desarrollo del conocimiento y el aumento de la verosimilitud. En el presente trabajo argumento que (a) el problema de la verdad es central al proyecto filosófico de Lakatos, y (b) es posible construir una interpretación alternativa en la que su proyecto de establecer un vínculo entre método y verdad pueda tenerse como exitoso. La lectura que propongo adjudica a Lakatos un realismo epistemológico.</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/11040 Comentário O Realismo Epistêmico em Imre Lakatos 2020-10-07T14:10:15-03:00 Marcos Rodrigues da Silva mrs.marcos@uel.br <p>Uma das críticas mais frequentes àquilo que se costuma denominar “abordagem historiográfica”, em filosofia da ciência, é a de que essa abordagem seria um obstáculo à noção de verdade em ciência. Expressando isso em termos filosóficos ligeiramente mais técnicos: a abordagem historiográfica, por empregar categorias mais amplas que a categoria “teoria” (paradigmas, programas de pesquisa, tradições de investigação), descuidaria da dimensão epistemológica presente nas ciências naturais. Paradigmas, programas de pesquisa, tradições de investigação, reivindicam seus proponentes, não são verdadeiros ou falsos – ao invés, são eficientes, progressivos, diretivos, programáticos etc.</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/8029 Deleuze e a perversão 2020-02-23T09:24:55-03:00 Filipe Ferreira filiposophy@gmail.com <p class="western"><span><span>Ainda que de modo introdutório, dizemos que existe um sujeito, o perverso, no interior da filosofia de Deleuze. Mais, que é tornando-se este sujeito, fazendo do perverso um filósofo, que Deleuze dá início à sua filosofia em </span></span><em><span>Diferença e repetição</span></em><span><span> e na </span></span><em><span>Lógica do sentido</span></em><span><span>. Ou seja, que existindo um devir-perverso do próprio Deleuze, este devir condiciona uma abordagem à relação do seu pensamento com o tema da perversão, e isto por ser justamente a criação deste heterónimo, o perverso, que está na origem da sua filosofia.</span></span></p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/11042 Comentário ao artigo "Deleuze e a Perversão" 2020-10-07T14:36:42-03:00 Zamara Araujo zamaraa@hotmail.com <p>O artigo “Deleuze e a perversão”, escrito por Filipe Ferreira, nos convida a pensar o problema da perversão na obra de Deleuze, no final dos anos 60, período de publicação de duas grandes obras: Diferença e repetição (1968) e Lógica do sentido (1969). O que se desenrola, ao longo do texto, é uma escrita consistente que abre uma nova perspectiva de abordagem, sem deixar de indicar sua fundamentação a partir do próprio texto de Deleuze. O texto reivindica a existência de um sujeito definido como perverso, na filosofia de Deleuze, e é a partir dessa conversão, em sujeito perverso, que sua filosofia se instaura, em Diferença e repetição e na Lógica do sentido. Assim, o problema da perversão decorre de um devir-perverso que vai balizar a abordagem deleuziana acerca do perverso, mas também demarca a existência de um heterônimo, o qual, concebido na gênese da filosofia de Deleuze, será determinante para o desdobramento dos conceitos de “diferença” e “repetição”; logo, o perverso resulta do arcabouço conceitual, mas, ao contrário, é do devir-perverso que emana a gênese da sua filosofia.&nbsp;</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/7553 Pluralismo y absolutismo en la crítica. Dialéctica reflexiva y política democrática a partir de M. Horkheimer y Th. W. Adorno 2019-04-26T18:17:27-03:00 Emiliano Matías Gambarotta emilianogambarotta@yahoo.com.ar <p>En la actualidad, a la teoría crítica se le objeta su pretensión de fundarse normativamente, por imposibilitarle ello acoger el pluralismo, presupuesto del orden democrático. Partiendo de esa objeción, este trabajo busca sostener que en Horkheimer y Adorno hay elementos con los que avanzar en la elaboración de una teoría crítica “postnormativa”. Esto en estrecha conexión con –lo que Habermas llama– el carácter “postmetafísico” de su pensamiento, es decir, su rechazo a todo intento por fundar el edificio cognoscitivo en una instancia incondicionada. Sobre esta base, se propone un abordaje dialéctico del pluralismo, a partir de la relación entre diferencia y semejanza. Vía por la cual tematizar esa configuración de lo social que posibilitaría ser diferente sin temor. Al mismo tiempo que se caracterizan dos lógicas que entrañan la cancelación de dicha configuración de lo social, de su dialéctico acogimiento del pluralismo: la instauración de un absoluto, por un lado, y la apática frialdad, por el otro. Todo esto con vistas a interrogar el modo en que producimos un conocimiento crítico, a la vez que se busca hacer de él una instancia que contribuya a la democratización de la sociedad establecida.</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/11044 Comentário Pluralismo, Relativismo e a Razão Instrumental 2020-10-07T16:45:20-03:00 Luis Felipe de Salles Roselino luis.roselino@uemg.br <p>Certos esforços teóricos merecem uma consideração especial, nesse caso, aqueles que propõem mais que uma revisão bibliográfica e, de algum modo, aproximam a discussão da teoria crítica a campos pouco explorados pelos autores que a fundaram. Encontramos algo assim no artigo em questão.</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/8618 La metafísica y el agujero de la política: el sentido de la topología, entre Lacan y Heidegger 2019-10-23T20:11:06-03:00 Gianfranco Cattaneo Rodríguez gcattaneo@unab.cl <p>Tomando como motivo una conjetura de Lacan dirigida a Heidegger, referida a lo que sería la metafísica y lo que determinaría su historia y sus efectos, el presente trabajo pretende poner en relación la topología lacaniana y la topología heideggeriana. Ahí donde Lacan traduce a Heidegger, veremos que lo que asoma, y que parece haber pasado inadvertido, es la cuestión topológica del agujero y los efectos políticos que implica velarlo. En definitiva, cuando se lleva hasta sus últimas consecuencias lo que implica habitar el lenguaje, veremos que el sentido que ambos autores imprimen a su topología, luego de coincidir, diverge.</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/7606 O caráter antirrepresentacionalista da cognição no pensamento de Merleau-Ponty 2020-02-23T09:27:20-03:00 Gilbert Cardoso Bouyer gilbertcb@uol.com.br <p>Este artigo defende o ponto de vista de que as bases da ciência cognitiva contemporânea (CC) estão em sintonia com o pensamento de Merleau-Ponty, em seus aspectos anti-objetivista e anti-representacionalista. A ideia de representação mental é contestada tanto na CC quanto no pensamento de Merleau-Ponty. A cognição não espelha um mundo exterior independente dos sujeitos incorporados. O mundo é um existencial como afirmam Merleau-Ponty e a CC. A hipótese da representação mental supõe que o mundo pode ser percebido de forma independente do sujeito que percebe. Isso não é verdade. A percepção depende da forma como o sujeito age em seu mundo percebido. Todas as estimulações que o organismo encontra só são possíveis pelos seus movimentos precedentes que resultam na exposição do órgão receptor às influências externas. Os estímulos sensoriais que o organismo encontra dependem diretamente do seu comportamento motor e a forma como o organismo se move depende diretamente das consequências sensoriais dos seus comportamentos anteriores.</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/11045 Comentário Intencionalidade e representação na fenomenologia de Merleau-Ponty 2020-10-07T17:09:20-03:00 Matheus Hidalgo matheushidalgo@gmail.com <p>O artigo intitulado “O caráter antirrepresentacionista da cognição no pensamento de Merleau-Ponty”, de Gilbert Cardoso Bouyer, tem o grande mérito de fazer uma aproximação entre autores da Filosofia contemporânea provenientes de tradições inteiramente distintas. Sua proposta consiste em estabelecer uma base comum entre alguns conceitos formulados por importantes pesquisadores, cientistas e filósofos, das Ciências Cognitivas Contemporâneas (Maturana, Varela, Pachoud, Clot, Thompson) de um lado, e, de outro, noções e conceitos elaborados por fenomenólogos (como Husserl, Heidegger, notadamente Merleau-Ponty) e pelo célebre biólogo e filósofo estoniano Jakob von Uexküll.</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/11046 Comentário As fronteiras fenomenológicas entre cognição e mundo 2020-10-07T17:19:18-03:00 Alex de Campos Moura alexmoura@usp.br <p>O texto de Gilbert Cardoso Bouyer, intitulado “O caráter antirrepresentacionalista da cognição no pensamento de Merleau-Ponty”, aborda com cuidado e profundidade uma questão relevante e profícua, cuja temática tem sido objeto de intenso debate, nos últimos anos, particularmente em abordagens interdisciplinares: a confluência entre o pensamento de Merleau-Ponty e a teoria cognitiva, notadamente aquela descrita no ensaio como não representacionalista. Para a realização de seu projeto, o autor se apoia em algumas noções centrais dos dois campos e constrói, paulatinamente, a proposta de um caminho de aproximação. Neste breve comentário, gostaríamos de chamar a atenção para algumas dessas noções, buscando, de algum modo, contribuir para a reflexão sobre esse espaço possível de proximidades e distâncias.&nbsp;</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/8615 A Filosofia da psicologia e o "novo método" filosófico nos escritos tardios de Wittgenstein 2019-06-30T13:12:11-03:00 Goberto Ferreira Souza gilbertosouza_2005@yahoo.com.br <p>O objetivo principal deste artigo é apresentar os temas do “novo método” filosófico e da “filosofia da psicologia” nos escritos tardios de Ludwig Wittgenstein como relacionados prática e necessariamente. Para o proposto, a nossa estratégia expositiva segue a seguinte ordem: analisamos os pressupostos filosóficos relativamente irrefletidos que determinam a visão que o jovem Ludwig tinha do “método correto da filosofia” e da “filosofia da psicologia”; interpretamos a volta filosófica de 1929 como comprometida em apresentar o rosto ainda informe do “novo método” e retomar criticamente os alvos do TLP sob esta nova perspectiva metodológica; e consideramos a filosofia da psicologia de Wittgenstein inserida numa perspectiva diferente da perspectiva da ciência psicológica do fim do século XIX e início do século XX fundamentada em investigações empíricas. Estas observações constituem propriamente uma prática do “novo método” de <em>apresentação perspícua</em> e se caracteriza como um aspecto-chave e necessário, um filtro, para a compreensão das observações do filósofo em torno da psicologia, e de seu objetivo em dissolver os problemas metafísicos ali presentes.</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/11047 Comentário ao artigo “A filosofia da psicologia e o “novo método” filosófico nos escritos tardios de Wittgenstein: uma relação prática e necessária” 2020-10-07T17:33:23-03:00 Pedro Karczmarczyk pedrokarcz@hotmail.com <p>El artículo busca establecer la novedad metodológica de las observaciones de Wittgenstein sobre la filosofía de la psicología y su condición de clave hermenéutica de sus escritos sobre este tópico. El artículo se compromete implícitamente a poner de relieve la novedad del pensamiento de Wittgenstein respecto de tres parámetros que examinaremos a continuación: 1) con la concepción tradicional de la filosofía, revolucionada por la concepción de Wittgenstein. 2) entre el método del Tractatus y el desarrollado luego del regreso a Cambridge en 1929. Y finalmente, puesto que el “nuevo método de la filosofía de la psicología” no se correspondería con el método general desarrollado desde 1929, sino con un nuevo método presente en los escritos sobre ese tópico elaborados hacia 1940, y conocidos a partir de 1980: 3) un contraste con el método desarrollado desde 1929, para caracterizar el corte de circa 1940.</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/7893 Cuerpo y símbolo en Ernst Cassirer. La función orgánica en la conformación del mundo cultural 2019-10-23T18:38:39-03:00 Gustavo Esparza gaesparza@up.edu.mx En este trabajo se estudia la función del cuerpo humano y su relación con la cultura, en la <em>Filosofía de formas simbólicas</em> de Ernst Cassirer. Según el neokantiano, la relación cuerpo-alma conforma la relación básica para el desarrollo de la «Fenomenología del conocimiento», sin embargo, a través del proceso dialéctico es necesario negar la forma material para lograr la forma espiritual de la cultura, por lo que el cuerpo, al parecer, necesita ser anulado. El objetivo es analizar y describir cómo la forma del cuerpo fundamenta el escenario mítico expresivo, pero también la fase representativa del lenguaje y la significativa de la ciencia, permitiendo la unidad en todo el proceso de la construcción del conocimiento y la forma de la cultura. 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/7866 Sobre as consequências filosóficas do primado da percepção em Merleau-Ponty 2020-02-23T08:51:24-03:00 Jeovane Camargo acasadeasterion@gmail.com <p> O propósito deste texto é mostrar que os problemas enfrentados por Merleau-Ponty, ao longo de seu percurso de pensamento, decorrem dos pressupostos dicotômicos dos quais ele parte. Assim, procuramos trazer à tona outras consequências de se assumir tal pressuposto, o do primado de uma experiência perceptiva muda como solo natal de todas as outras modalidades da experiência. Para tanto, tomam-se em consideração tanto a primeira como a segunda fase do pensamento de Merleau-Ponty. </p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/11048 Comentário Uma resposta estética (extravagante?) para um “problema insolúvel” 2020-10-07T17:50:15-03:00 Osvaldo Fontes Filho osvaldo.fontes@unifesp.br <p>O texto de Jeovane Camargo evoca com insistência a figura do “problema insolúvel”. Ela lhe é sugerida pelo próprio autor que serve de objeto para sua análise. Merleau-Ponty, como se sabe, assume em O visível e o invisível que os problemas suscitados em sua inicial fenomenologia da percepção se mostram insolúveis, por força da dualidade ali persistente entre sujeito e objeto, corpo e mundo, percepção e linguagem. O texto de Jeovane Camargo é por inteiro pautado na observância de insuficiências (trabalho de desconfiança do filósofo, garante-lhe Nietzsche) de um pensamento que não parece capaz de avançar para além de uma “dimensão negativa”: a falta, o vazio, a ausência, o invisível. A conclusão é peremptória: a postulação de um solo originário antepredicativo é a razão dos problemas insolúveis nos quais recai o filósofo, em sua fenomenologia da percepção. O ajuizamento final é, mesmo, um tanto severo: na impossibilidade de se subtrair às dicotomias renitentes entre corpo e mundo, a ontologia merleau-pontyana teria passado a contemplar “uma sensibilidade do próprio mundo”, processo de generalização/ampliação da perspectiva inicial (o ser percebido como “um recorte do Ser total”), modo de o filósofo se dar “um sentimento de bem estar – um sentimento de poder”.</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/11049 Comentário ao artigo "Sobre as consequências filosóficas do primado da percepção em Merleau-Ponty" 2020-10-07T17:57:48-03:00 Gisele Batista Candido giselebc@gmail.com <p>Conforme Merleau-Ponty, habitamos o mundo antes de pensarmos sobre ele. Em outras palavras, o solo que habitamos é uma verdade prévia à reflexão: O mundo não é um objeto do qual possuo comigo a lei de constituição; ele é o meio natural e o campo de todos os meus pensamentos e de todas as minhas percepções explícitas. [...] O homem está no mundo e é no mundo<br>que ele se conhece. (MERLEAU-PONTY, 1999, p. 6)</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/7311 Caminos y esbozos para una apertura fenomenológica del horizonte mismidad desde la constitución del mundo en Ser y Tiempo de Heidegger 2020-07-01T05:16:19-03:00 Juan José Garrido Periñán jjgarper@us.es El objetivo principal del artículo es terminar quién es el Dasein desde el aparecer del mundo en la obra de Martin Heidegger Ser y Tiempo (§§. 14-18). Para ello, se plantea la posibilidad de aprehensión del horizonte del sí mismo del Dasein, en contra de los propios análisis heideggerianos sobre el uno (§§. 25-27), y, también, se muestra de qué manera la mismidad del Dasein se presupone ya en el modo de aparición del mundo-entorno a través del existenciario significatividad. La conclusión del artículo intentará descubrir los posibles rendimientos fenomenológicos de la apertura del horizonte del sí-mismo del Dasein. 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/11050 Comentário ao artigo " Caminos y esbozos para una apertura fenomenológica del horizonte mismidad desde la constitución del mundo en ser y tiempo de Heidegger." 2020-10-07T18:10:19-03:00 Sandro Sena sandrosena@gmail.com <p>Com grande satisfação, recebo pela primeira vez o convite para escrever um texto científico – por natureza, texto dirigido a todos e a todas –, tendo em vista alguém. Um ente, assim propôs Heidegger, que pode, em seu ser, ser o ente quem ele mesmo é, um ente que pode ser si-mesmo. Por um feliz acaso, as condições criadas por vós-mesmos, editoras e editores de TRANS/FORM/AÇÃO, para esse diálogo, não poderiam ser mais favoráveis, posto ser justamente o fenômeno existencial da mismidad, o tema filosófico ao qual tu-mesmo, Prof. Juan Periñán, dedicas tuas reflexões na contribuição acima publicada, para proveito dos estudiosos e estudiosas da fenomenologia – nós mesmos. O que significa esse “mesmo”? Para qual direção se deve voltar o olhar fenomenológico, de modo a ver e conceber o seu ser e estrutura ontológica? Em qual campo fenomenal reluz primariamente a mismidad do ser-aí?</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/9853 Hannah Arendt e a intencionalidade das aparências 2020-05-12T11:54:00-03:00 Lucas Barreto Dias lucas.noglbd@gmail.com <p>Neste texto, dedico-me a investigar o conceito de intencionalidade presente no pensamento de Hannah Arendt. Termo proveniente da fenomenologia husserliana, a intencionalidade designa que a consciência sempre se movimenta em direção a um objeto, de modo que para Husserl, trata-se aqui de um atributo do ego transcendental. Arendt, em sua obra póstuma, faz um deslocamento do conceito: a intencionalidade passa a ser compreendida não <em>apenas</em> como algo vinculado a um sujeito, mas, sobretudo às aparências. Deste modo, assim como o sujeito coloca em questão o objeto visado pela consciência, também o fenômeno pressupõe uma subjetividade embutida, isto é, as aparências se doam intencionalmente àqueles que captam suas aparições. Esta relação intencional, todavia, só faz sentido, no pensamento de Arendt, caso coloquemos em questão a pluralidade humana como conjunto de seres capazes de apreender as aparências a partir de uma experiência que só é possível mediante a própria pluralidade. Assim, a pensadora rechaça o sujeito cognoscente isolado como critério de verdade e sentido, proporcionando uma interpretação da relação homens e mundo como perspectiva pela qual se pode chegar a uma compreensão intersubjetiva da realidade.</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/9394 Max Weber e Adorno, sobre o conceito de progresso: Contrastes da racionalização técnica na música e na pintura 2020-03-16T08:00:13-03:00 Luis Felipe Martins de Salles Roselino luis.roselino@uemg.br <p><strong>Resumo:</strong> A revisão que será desenvolvida a seguir foi identificada diante do contraste teórico no tratamento do conceito de “progresso” nos escritos de Adorno e Max Weber, respectivamente, no texto de 1962 “<em>Fortschritt</em>” (Progresso) e no texto de 1917, “Sobre o sentido da <em>Wertfreiheit</em> nas ciências econômicas e sociológicas”. Pretende-se comparar as abordagens destacando os diferentes recursos teóricos empregados, identificando diferenças nos usos conceituais da teoria tradicional e da teoria crítica. O contraste teórico ficará mais nítido quando comparados os exemplos da história da arte tomados pelos dois autores. Weber utilizava um critério geral para equiparar as obras musicais às pinturas, Adorno pressupunha algo distinto seguindo o mesmo referencial, o progresso técnico.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Adorno; Max Weber; Progresso; Estética; Música.</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/11051 Comentário Pseudomorfose e convergência em Theodor Adorno 2020-10-08T13:14:18-03:00 Joaquim Braga bragajoaquim77@gmail.com <p>Num parágrafo do seu artigo “Max Weber e Adorno, sobre o conceito de progresso: Contrastes da racionalização técnica na música e na pintura”, dedicado à interpenetração estética entre composições musicais e composições picturais, Luis Felipe de Salles Roselino refere-se ao conceito adorniano de pseudomorfose aplicado à pintura. Por ser um conceito-chave na teoria estética do filósofo frankfurtiano e contribuir para a elucidação das principais teses que, no presente artigo, são elencadas, creio que ele deve ser contrastado com o de “convergência” (Konvergenz), tal como vem formulado no texto “Über einige Relationen zwischen Musik und Malerei” (1978), de Adorno.&nbsp;</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/9490 A filosofia da linguagem de Thomas Kuhn 2020-02-17T13:09:45-03:00 Paulo Pirozelli paulopirozelli@gmail.com <p>Thomas Kuhn é conhecido principalmente por suas contribuições para a filosofia da ciência. No entanto, foi em grande medida à filosofia da linguagem que ele dedicou a última parte de sua carreira. O objetivo deste artigo é apresentar uma visão sistemática das principais ideias de Kuhn sobre esse assunto. Começo descrevendo sua teoria do conceito, em particular o que ele diz sobre termos para espécie (kind terms). Tais termos, aprendidos em blocos que formam conjuntos de contraste ou “taxonomias”, são aprendidos através de definições ostensivas. Em seguida, analiso as concepções de Kuhn de “significado” e “verdade”. Finalmente, discuto um segundo tipo de termo para espécies, não totalmente investigado por ele, que é aprendido junto com as leis científicas.</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/11053 Comments on Thomas Kuhn’s Philosophy of Language 2020-10-08T13:41:36-03:00 Mauro L. Condé mauroconde@ufmg.br <p>Paulo Pirozelli’s article “Thomas Kuhn’s philosophy of language” makes a significant contribution to the understanding of the philosophy of language that is present in the last period of Kuhn’s work and, indirectly, to the understanding that most of the problems in the philosophy of science and epistemology which are inevitably linguistic problems. Pirozelli demonstrates that when Kuhn encountered serious problems in his book, The Structure of Scientific Revolutions – especially concerning the concepts of “scientific revolution” and “incommensurability” –, he realized that the solution to such problems would be in language and, thus, gradually established a linguistic reflection to solve them. Kuhn is a renowned author of history and philosophy of science, but in his later works, he devoted himself intensely to issues of language.</p> 2020-10-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia