Bergson e os dualismos.

Autores

  • Débora Cristina Morato Pinto

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0101-31732004000100007

Palavras-chave:

Bergson, dualismo, matéria

Resumo

Este artigo apresenta introdutoriamente a maneira como Bergson aborda o dualismo ontológico num diálogo crítico com a tradição moderna. A proposta de reconstrução da metafísica em novos termos exige a passagem pela colocação tradicional dos principais problemas filosóficos, em especial o dualismo moderno, cuja origem é cartesiana. Para diluir as antíteses do pensamento conceitual, a filosofia da bergsoniana estabelece um procedimento dualista, a dissociação analítica da experiência determinando seus domínios distintos em natureza. Somente a noção de duração permite a reconciliação entre tais elementos, pensados então como ritmos do tempo. Nossa intenção é mostrar como se esquematiza tal percurso nas duas primeiras obras de Bergson.

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Publicado

2004-01-10

Como Citar

Pinto, D. C. M. (2004). Bergson e os dualismos. TRANS/FORM/AÇÃO: Revista De Filosofia, 27(1), 79–91. https://doi.org/10.1590/S0101-31732004000100007

Edição

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