A LIBERDADE DE ESCOLHA EM BERGSON E SCHOPENHAUER

Autores

  • HELIO LOPES SILVA

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0101-31732017000100003

Palavras-chave:

Schopenhauer. Bergson, Liberdade, Determinismo, Escolha, Previsão

Resumo

Eu mostro neste artigo que Schopenhauer e Bergson, mesmo abordando o problema da ação livre a partir de pontos de vista filosóficos opostos, concordam em caracterizar as ações humanas de um modo que não é nem determinista, nem compatível com a tese do liberum arbitrium. Schopenhauer, embora equivocadamente tente demonstrar a necessidade de tais ações, é obrigado a reconhecê-las como grundlos e imprevisíveis, enquanto Bergson, embora pretenda mostrá-las como sendo livres, ao final admite que elas não são objeto de uma escolha através da razão. Essa coincidência inesperada entre ambos os filósofos, a respeito do problema da liberdade da ação humana, será explorada neste texto.

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Biografia do Autor

HELIO LOPES SILVA

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Publicado

2017-03-17

Como Citar

SILVA, H. L. (2017). A LIBERDADE DE ESCOLHA EM BERGSON E SCHOPENHAUER. TRANS/FORM/AÇÃO: Revista De Filosofia, 40(1), 25–50. https://doi.org/10.1590/S0101-31732017000100003

Edição

Seção

Artigos e Comentários