PRÁTICA PEDAGÓGICA E OS DESAFIOS NA INCLUSÃO ESCOLAR DA PESSOA COM TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH):

uma revisão integrativa.

  • Mayanny da Silva LIMA Centro Universitário de Ciência e Tecnologia do Maranhão
  • Ana Paula Carvalho de ALENCAR Centro Universitário de Ciência e Tecnologia do Maranhão
  • Nara Danny Pereira LIMA Centro Universitário de Ciência e Tecnologia do Maranhão
  • Thalia Costa MEDEIROS Centro Universitário de Ciência e Tecnologia do Maranhão
  • Gilma Sannyelle Silva ROCHA Centro Universitário de Ciência e Tecnologia do Maranhão
Palavras-chave: Palavras-Chave: Desafios; Professores; Inclusão Escolar; TDAH.

Resumo

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) ,é um transtorno neurobiológico sendo considerado um dos mais intensos problema de saúde, que acometem com maior frequência as crianças com idade escolar ativa entre três à quatorze  anos, e  comumente acompanha esses  indivíduos por toda sua vida pois  tratar-se de um transtorno neurobiológico que afeta o neurodesenvolvimento da criança apresentando como principais características sintomatológica a desatenção, falta de concentração, agitação e/ou hiperatividade e impulsividade levando o aluno a uma dificuldade no aprendizado e consequentemente um  baixo desempenho escolar. Portanto a inclusão desses alunos é um processo lento porém necessário, devendo ser a escola um espaço social inclusivo, que atenda as diferentes características e necessidades especiais de cada aluno. O estudo teve como objetivo investigar a partir de revisões da literatura os desafios para professores no processo de inclusão escolar de estudantes com transtorno do déficit de atenção e hiperatividade. O presente estudo trata-se de uma pesquisa bibliográfica do tipo revisão integrativa da literatura. Concluiu-se  que os principais desafios enfrentados pelos professores no processo de inclusão escolar do aluno com TDAH, é falta de apoio por partes dos gestores, da escola, dos familiares ou responsáveis, número elevado de alunos em salas de aulas, falta de estudos sobre o assunto também contribuiu muito  e dos próprios professores por não terem conhecimento sobre o transtorno , por muitas vezes passam desapercebidos sendo taxados como alunos mal-educados, preguiçosos ou irresponsáveis levando o aluno ao mal desempenho escolar e consequentemente sua exclusão da escola.

Recebido em: 26 de abril de 2019
Modificado em: 16 de junho de 2019
Aceito em: 28 de junho de 2019

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Biografia do Autor

Mayanny da Silva LIMA, Centro Universitário de Ciência e Tecnologia do Maranhão

Especialista em Saúde Pública e Programa Saúde da Família. Enfermeira. Centro Universitário de Ciência e Tecnologia do Maranhão, UniFacema, Caxias, MA.

Ana Paula Carvalho de ALENCAR, Centro Universitário de Ciência e Tecnologia do Maranhão

Graduanda em Pedagogia. Centro Universitário de Ciência e Tecnologia do Maranhão, UniFacema, Caxias, MA.

Nara Danny Pereira LIMA, Centro Universitário de Ciência e Tecnologia do Maranhão

Mestre Analista do comportamento. Enfermeira e Pedagoga. Centro Universitário de Ciência e Tecnologia do Maranhão, UniFacema, Caxias, MA.

Thalia Costa MEDEIROS, Centro Universitário de Ciência e Tecnologia do Maranhão

Pedagoga. Centro Universitário de Ciência e Tecnologia do Maranhão, UniFacema, Caxias, MA.

Gilma Sannyelle Silva ROCHA, Centro Universitário de Ciência e Tecnologia do Maranhão

Nutricionista. Centro Universitário de Ciência e Tecnologia do Maranhão, UniFacema, Caxias, MA.

Publicado
2019-07-29
Seção
Artigos