ROUSSEAU E A ORDEM DA FESTA

Autores

  • Luc VINCENTI

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0101-31732015000400003

Palavras-chave:

Festa. Representação. Amor de si. Amor-próprio.

Resumo

Longe de ser uma simples inversão de valores ou transbordamento pulsional, a festa, por sua natureza coletiva e sua relação com a política, é, antes de tudo, uma cerimônia. Porque as pessoas se entregam ao espetáculo, a festa é, para Rousseau, a oportunidade de expressar a legitimidade política profunda que se enraiza, ao lado da liberdade envolvida no contrato, na unidade da natureza humana e de toda a natureza como ordem do mundo. Assim, a ordem está presente na festa, mesmo como ordem política e social. Mas não está lá para ser respeitada em si mesma, ela não é mais do que um símbolo ou um veículo da ordem do mundo, à qual todos podem, na festa, se conectar. Portanto, existe o contentamento, e contentamento comum, em transportar-se, cada um, para o autor do seu ser, por meio de e na evidência coletiva do amor de si plenamente satisfeito.

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Biografia do Autor

Luc VINCENTI

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Publicado

2015-09-22

Como Citar

VINCENTI, L. (2015). ROUSSEAU E A ORDEM DA FESTA. TRANS/FORM/AÇÃO: Revista De Filosofia, 38(Special Issue). https://doi.org/10.1590/S0101-31732015000400003

Edição

Seção

Artigos e Comentários