EXTERNALISMO SOCIAL: MENTE, PENSAMENTO E LINGUAGEM

Autores

  • Jonas Gonçalves Coelho

Palavras-chave:

Externalismo Social. Lynne Baker. Tyler Burge.

Resumo

Meu objetivo é mostrar que as teses externalistas “os significados não estão na cabeça” e “os pensamentos não estão na cabeça” não implicam, necessariamente, a tese mais radical “a mente não está na cabeça”. Trato dessa questão no âmbito do Externalismo Social de Tyler Burge e Lynne Baker, argumentando que a importância que esses pensadores atribuem à linguagem nas questões relativas à mente não significa, como uma leitura apressada poderia sugerir, a redução da mente à linguagem e, muito menos, a eliminação da mente. A minha conclusão é que o externalismo social linguístico não se constitui como uma estratégia eficaz de enfrentamento dos problemas da natureza da mente e de sua relação com o corpo.

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Publicado

2012-03-23

Como Citar

Coelho, J. G. (2012). EXTERNALISMO SOCIAL: MENTE, PENSAMENTO E LINGUAGEM. TRANS/FORM/AÇÃO: Revista De Filosofia Da Unesp, 35(1), 167–192. Recuperado de https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/1807

Edição

Seção

Artigos e Comentários