Comentário ao artigo “A dimensão literária do diagnóstico do presente em Foucault” de Daniel Verginelli Galantin

Autores

DOI:

https://doi.org/10.1590/0101-3173.2020.v43n3.06.p101

Palavras-chave:

Dimensão Literária, Foucault

Resumo

“Não me pergunte quem eu sou nem me diga para permanecer o mesmo: é uma moral de estado civil, ela rege nossos papéis. Que ela nos deixe livres quando se trata de escrever”, diz Foucault (1969, p. 28). Essa famosa passagem, que encerra a Introdução de A arqueologia do saber, é relembrada por Daniel Verginelli Galantin (daqui em diante, DVG), em seu belo artigo sobre a dimensão literária do diagnóstico do presente em Michel Foucault. Ela é muito bem escolhida. Afinal de contas, Foucault não apenas reivindicou a liberdade da escrita filosófica, mas efetivamente a praticou, não hesitando em mudar a direção de suas pesquisas e seus métodos de análise, quando considerava necessário. E o mais importante é que essas mudanças de percurso, longe de colocarem seu trabalho sob o risco da contradição, estão incorporadas em sua filosofia. 

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Biografia do Autor

Helton Adverse, Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG

Professor do Departamento de Filosofia da UFMG

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Publicado

2020-09-10

Edição

Seção

Artigos/Articles