A dialética entre a chamada globalização e o Estado Nacional

Autores

  • Gianni Fresu Gianni Fresu é doutor de pesquisa em Filosofia na Universidade dos Estudos “Carlo Bò” de Urbino, professor convidado na Faculdade de Filosofia e Ciências (UNESP), Marília (SP), para desenvolver atividades de pesquisa e didáticas junto ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, bem como para participar dos trabalhos do Grupo de Pesquisa “Cultura e Política do Mundo do Trabalho”.

DOI:

https://doi.org/10.36311/0102-5864.2014.v51n2.8232

Palavras-chave:

Mundialização. Marx. Engels.

Resumo

Este artigo discute os processos de mundialização da economia. Eles não são um fenômeno recente, mas uma tendência que atravessou em profundidade toda a fase de expansão da economia gerada da revolução industrial, mas também, em formas diferentes, as precedentes. Não casualmente Marx e Engels falam já no Manifesto do partido comunista do processo de internacionalização da produção, do consumo e do abastecimento das matérias primas. Uma condição de interdependência que determina novas exigências, envolvendo também a produção imaterial num processo que «das literaturas nacionais e locais se desenvolve para uma literatura mundial».

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Publicado

2014-12-21

Edição

Seção

Artigos