A LIBERDADE COMO CONSEQUÊNCIA ONTOLÓGICA DO PROCESSO DO TRABALHO

Autores

Palavras-chave:

Liberdade, Alternativa, Trabalho, Teleologia, Causalidade

Resumo

Embora ainda haja discussões em torno da gênese da sociabilidade humana, não se pode negar que o trabalho é o fundamento de todo o agir humano. Partindo dessa premissa e tomando o pensamento do filósofo húngaro György Lukács, este ensaio objetiva demonstrar a sua concepção acerca da liberdade humana, tendo como categoria fundante o processo do trabalho. A articulação dessa demonstração se delineia nas seguintes questões: o processo do trabalho e suas implicações no comportamento humano; a liberdade e o caráter de alternativa. Para tanto, investigamos a sua obra intitulada Para uma ontologia do ser social. Seguindo os argumentos do filósofo húngaro, pretendemos demonstrar que o processo do trabalho não se limita somente ao desenvolvimento do ser social, mas vai além disso, constituindo também o fundamento da liberdade humana.

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Referências

LUKÁCS, G. Para uma ontologia do ser social I. 2. ed. São Paulo: Boitempo, 2018.

______. Para uma ontologia do ser social, 2. São Paulo: Boitempo, 2013.

______. Per l’ontologia dell’essere sociale I. Roma: Editora Riuniti, 1976.

______. Per l’ontologia dell’essere sociale II. Roma: Editora Riuniti, 1981.

MARX, K. O capital: crítica da economia política: livro I: o processo de produção do capital. 2. ed. São Paulo: Boitempo, 2017.

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Publicado

2020-12-30

Edição

Seção

Artigos