Imperialismo e hegemonia estadunidense no século XXI

o papel da Guerra ao Terror

Autores

  • Thomaz Delgado De David Universidade de São Paulo (USP)
  • Maria Beatriz Oliveira da Silva Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

DOI:

https://doi.org/10.36311/2237-7743.2022.v11n3.p383-405

Palavras-chave:

Estados Unidos da América, Guerra ao Terror, Hegemonia, Imperialismo

Resumo

No ano em que a Guerra ao Terror (2001-presente) completa duas décadas, o presente artigo resgata e analisa seus principais acontecimentos ao longo dos governos Bush, Obama e Trump. Para tanto, tal guerra é enquadrada teoricamente com base nas teorias marxistas do imperialismo. A partir disso, busca-se responder de que maneira a mesma tem contribuído para a reprodução da hegemonia estadunidense no século XXI. Emprega-se o método de abordagem materialista histórico-dialético, o método de procedimento histórico e a técnica de pesquisa documental indireta. Em síntese, os resultados obtidos apontam que essa reprodução se dá, politicamente, pela consolidação do domínio estadunidense sobre o sistema de múltiplos Estados e, economicamente, pelos ganhos diretos e indiretos gerados.

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Biografia do Autor

Thomaz Delgado De David, Universidade de São Paulo (USP)

Mestrando em Relações Internacionais pela Universidade de São Paulo (USP). Coordenador da RedeMarx - Rede de Pesquisadores Marxistas, registrada no CNPq. E-mail: thomaz_delgado@hotmail.com

Maria Beatriz Oliveira da Silva, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

Professora do Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Doutora em Direito pela Université de Limoges (França). Coordenadora da RedeMarx - Rede de Pesquisadores Marxistas, registrada no CNPq. E-mail: biabr@hotmail.fr

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Publicado

2022-12-23

Como Citar

DELGADO DE DAVID, T.; OLIVEIRA DA SILVA, M. B. Imperialismo e hegemonia estadunidense no século XXI: o papel da Guerra ao Terror. Brazilian Journal of International Relations, Marília, SP, v. 11, n. 3, p. 383–405, 2022. DOI: 10.36311/2237-7743.2022.v11n3.p383-405. Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/bjir/article/view/12461. Acesso em: 17 abr. 2024.

Edição

Seção

Artigos