O NEXO ENTRE O FASCISMO E A IGREJA CATÓLICA NA EDUCAÇÃO A PARTIR DA REFORMA GENTILE

Autores

  • Deise Rosalio Silva UNESP

DOI:

https://doi.org/10.36311/2526-1843.2020.v5n7.p19-38

Palavras-chave:

Reforma Gentile. Educação. Religião. Fascismo. Gramsci.

Resumo

O presente artigo versa sobre a relação entre o fascismo, a igreja e a reforma educacional implementada entre 1922 e 1923. Para tanto, analisará a Reforma Gentile à luz dos escritos carcerários de Gramsci e da produção de alguns autores de referência sobre a história da Itália. O fascismo determinaria uma nova maneira de encarar a educação pública. Mais do que chave fundamental de formação humana, ela passaria a ser instrumentalizadora, uma peça doutrinal do regime, por meio do aprofundamento do caráter dual do ensino, da tutela do ensino religioso e da obstrução de acesso amplo à cultura, ao ensino da gramática, latim e outros conteúdos clássicos e, consequentemente, ao desenvolvimento da reflexão crítica.

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Biografia do Autor

Deise Rosalio Silva, UNESP

Professora da Universidade Federal de Minas Gerais.

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Publicado

2021-05-26

Edição

Seção

Dossiê temático