FLORESTAN FERNANDES E O DEBATE SOBRE A REVOLUÇÃO BRASILEIRA

Autores

  • Ricardo Shiota Possui graduação (2006) e mestrado (2010) em ciências sociais pela UNESP/Marília, doutorado (2016) em sociologia pela Universidade Estadual de Campinas, pós-doutorado (2016-2021) pelo Programa de Pós-graduação em Sociologia Política da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro.

Palavras-chave:

Pensamento político. Historiografia. Revolução brasileira. Florestan Fernandes.

Resumo

Este artigo tem por objetivo discutir as contribuições de Florestan Fernandes para a historiografia da revolução brasileira. Historiografia cuja preocupação fundamental é pensar os limites, as potencialidades e os efeitos da transição da sociedade brasileira para o capitalismo industrial e a emergência de novos atores políticos, como a burguesia industrial e financeira. Para tanto, baseia-se na revisão da literatura já produzida que discute a categoria. Essa historiografia é de suma importância para compreensão da evolução da obra de Florestan Fernandes de 1960 a diante. Nota-se que ele oferece uma resposta qualificada para aquela problemática, incorpora de modo crítico e dialético o conceito de revolução elaborado por essa historiografia, à luz da história brasileira baseado na apropriação do marxismo-leninismo.   

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Publicado

2021-12-17