A DUPLA MIMESE ARQUITETÔNICA: O ESPAÇO SOB ORDENAMENTO HUMANO

Autores

  • Deribaldo Santos É Professor Adjunto da Faculdade de Educação, Ciências e Letras do Sertão Central (FECLESC-UECE), atuando no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE/UECE) e no Mestrado Acadêmico Intercampi em Educação e Ensino (MAIE/UECE).

DOI:

https://doi.org/10.36311/0102-5864.2021.v58n1.p119-131

Palavras-chave:

Arquitetura, Dupla mimese, Espaço, Lukács

Resumo

O artigo, de caráter teórico bibliográfico, tematiza como Lukács compõe a problemática da arquitetura. A base de análise é constituída por uma leitura imanente do capítulo 14 da Grande Estética do autor húngaro. O ponto de apoio é o fato de que a arquitetura não tem a realidade objetiva imediatamente dada como veículo de refiguração mimética, necessitando de uma dupla mimese: atender primeiro as condições objetivas (desantropomórficas) impostas pela natureza – primeira mimese. Do atendimento dessa condição, desprendem-se os reflexos estéticos (antropomórficos) – segunda mimese. Com os principais elementos sobre a arquitetura apresentados, a exposição delineia a relação do espaço arquitetônico com o artesanato artístico e com a jardinagem. Sobre o conceito lukacsiano de pseudo-estético, apontam-se alguns componentes acerca da influência do capitalismo no desenvolvimento da arquitetura, do artesanato artístico e da jardinagem.

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Publicado

2021-06-30

Edição

Seção

Crítica Cultural