Interpretando o fim do ciclo 1988-2016: pode a “parceria” Furtado e Florestan fornecer novas pistas teóricas e metodológicas para entender o presente passado?

Autores

  • Alexandre de Freitas Barbosa Professor de História Econômica e Economia Brasileira do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (IEB/USP). Artigo finalizado em abril de 2019.

DOI:

https://doi.org/10.36311/0102-5864.2020.v57n1.11.p109

Palavras-chave:

Florestan Fernandes; Celso Furtado; pensamento social e econômico

Resumo

Neste texto, recorremos às obras de Furtado e Florestan para ilustrar a sua ousadia metodológica de questionar a falsa universalidade das teorias produzidas no centro, para ressalvar a nossa especificidade, sem com isso desprezar as categorias que compõem o patrimônio comum do pensamento social e econômico. Tal esforço somente seria possível se revelássemos o todo - ou melhor, as estruturas geopolíticas e sociais do capitalismo na sua manifestação internacional - do qual fazíamos parte enquanto periferia, tal como demonstrado por estes intelectuais.

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Publicado

2020-06-29