A CRÍTICA DE LUDWIG FEUERBACH A FILOSOFIA ESPECULATIVA ALEMÃ

Autores

  • Renata de Freitas Chaves Doutorando em Filosofia pelo Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal do Ceará (UFC)
  • Jean Michel de Lima Silva Mestra em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará (UECE) e Professora da Faculdade Pitágoras

DOI:

https://doi.org/10.36311/1984-8900.2018.v10.n25.13.p204

Palavras-chave:

Ideia absoluta, Natureza, Filosofia especulativa alemã

Resumo

A finalidade do presente trabalho é explicitar a crítica de Ludwig Feuerbach a filosofia de Hegel. Para tanto, se faz necessário utilizar como metodologia a pesquisa qualitativa do tipo bibliográfica, pela qual é trabalhada a obra: “Para a crítica da filosofia de Hegel” (1839) edição bilíngue português-alemão. De sorte que, o objetivo da pesquisa é abordar a acusação de Feuerbach a Hegel de estabelecer uma pressuposição da “ideia absoluta”, desde o seu ponto de partida lógico, a saber, com o Ser puro. Nesse sentido, Hegel não começa com o Ser real, mas sim com o conceito de Ser. Ocorre que Hegel pressupõe a identidade entre Ser e Pensar como uma verdade objetiva, isto é, ele não é crítico da “ideia absoluta”. Contudo, chegase ao resultado que Feuerbach propõe uma inversão do idealismo alemão para a filosofia da sensibilidade, quer dizer, demonstra a necessidade da passagem da compreensão formal da natureza como um “eu objetivado”, ou como uma espécie de “pensamento do ser-outro do pensamento”, para a verdade da consciência sensível e da existência autônoma da natureza.

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Publicado

2019-01-09

Edição

Seção

Artigos