O RISO E OS JARDINS DA INTELIGÊNCIA

Autores

  • Heliakim Marques Trevisan Mestrando em Filosofia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

DOI:

https://doi.org/10.36311/1984-8900.2018.v10.n25.12.p184

Palavras-chave:

Cômico, Mecanismo, Sociabilidade, Vida, Arte

Resumo

O presente artigo explora o conceito de cômico no livro O riso, de Henri Bergson, o qual é apresentado por pressupostos sociológicos e biológicos, distanciando-se de toda uma tradição teórica sobre as artes cômicas, de feições intelectualistas. Com isso, tem-se uma definição particular do cômico, distanciada de um emprego moralizante, porém com a função de regulador social, ou mecanismo inconsciente de correção das excentricidades. O riso, por ser um livro situado no meio da trajetória da obra de Bergson, antecipa ideias dos outros livros, tendo a virtude de agregar conceitos de todo o pensamento do autor. Com isso, pretende-se explorar a originalidade do posicionamento da questão sobre o riso, como instrumento de sociabilidade, e ao mesmo tempo compreendê-la pela intersecção das obras de Bergson.

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Publicado

2019-01-09

Edição

Seção

Artigos