A FILOSOFIA EM DISCURSO INDIRETO LIVRE

Autores

  • Christian F. R. Guimarães Vinci Doutorando pela Faculdade de Educação (FE) da Universidade de São Paulo (USP)

DOI:

https://doi.org/10.36311/1984-8900.2018.v10.n25.07.p98

Palavras-chave:

Gilles Deleuze, Discurso Indireto Livre, História da Filosofia

Resumo

O artigo em questão procurará pensar o tratamento dado por Gilles Deleuze ao Discurso Indireto Livre [DIL] ao longo de sua obra, escrita ou não em parceria com Félix Guattari. Compreendido como uma estratégia discursiva, partimos da hipótese que o DIL possui um papel singular do exercício filosófico de Deleuze em relação à História da Filosofia.; permitindo-lhe escapar da função repressora que essa exerceria sobre o pensamento. Por permitir uma despersonificação do próprio filosofar, ademais, o DIL possibilitaria transmutar a filosofia em atividade criativa e não reflexiva. Em tempos em que Deleuze é cada vez mais lido e comentado, no qual trabalhos de cunho exegético – ou de cunho experimental – surgem em profusão nas áreas de saber as mais diversas, recuperar o uso estratégico do discurso indireto livre por parte do filósofo francês talvez se demonstre uma tarefa profícua.

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Publicado

2019-01-09

Edição

Seção

Artigos