IMPLICAÇÕES SOCIAIS E DIDÁTICA FILOSÓFICA

Autores

  • Marcos Machado Mestrando pelo Profissional em Filosofia pela Universidade Federal do ABC (UFABC)

DOI:

https://doi.org/10.36311/1984-8900.2018.v10n24.08.p110

Palavras-chave:

Didática, Didática filosófica, Ensino filosófico, Sociedade, Modernidade

Resumo

Este texto tem como objetivo apontar algumas considerações a respeito de uma possibilidade de didática filosófica no âmbito do Ensino Médio, pois no que diz respeito à filosofia enquanto disciplina, o tratamento da questão didática entre os docentes dessa área é efetuado de maneira pífia. Por essa razão, pretende-se apresentar o modo pelo qual os costumes de determinada sociedade interferem na elaboração de uma proposta didática filosófica nesse nível de ensino e indicar que toda metodologia, sobretudo filosófica, deve considerar a situação contextual, projetar certo tipo de civilização e idealizar certos tipos de comportamentos, antes de sugerir qualquer didática. Além disso, pretende-se também analisar os pressupostos dos estudantes. Principalmente, quando eles imaginam que suas determinações de uma aula diferente resolveriam a problemática relação entre o que ensinar e como ensinar. Com efeito, quando estudantes do Ensino Médio sugerem: “professor nos dê uma aula diferente”, quais implicações estariam, mesmo que de maneira velada, nesses tipos de discursos? O que eles estão entendendo por diferente quando exigem uma aula com outras configurações? Que tipo de aula almejam? Quais fatores externos interferem em suas inquietações?

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Publicado

2018-12-11