Lukács analisa a unidade do pensamento de Lenin

Autores

  • Claudinei Cássio de Rezende

DOI:

https://doi.org/10.36311/0102-5864.2012.v49n1.2379

Resumo

Escrito em 1924, imediatamente após a morte de Lenin, este opúsculo de György Lukács, intitulado Lenin: estudo sobre a unidade de seu pensamento, que agora vem a público pela Editora Boitempo, faz parte de um empreendimento editorial fundamental para o estudo do marxismo: a edição das obras fundamentais de Lukács. Nas edições brasileiras das obras do filósofo húngaro, o leitor conta também com Prolegômenos para uma ontologia do ser social e O romance histórico, ambas pela Boitempo; A teoria do romance, pela Editora 34; Pensamento vivido, pela Ad Hominem; Arte e sociedade, Socialismo e democratização e O jovem Marx e outros escritos de filosofia, estas três pela Editora UFRJ; Ensaios sobre literatura e Marxismo e teoria da literatura, pela Civilização Brasileira e Expressão Popular, respectivamente; e História e consciência de classe, pela Martins Fontes. Cumprindo este empreendimento, a Boitempo está editando, com a supervisão de Ester Vaisman, a Ontologia do ser social, pela primeira vez em uma edição completa em língua portuguesa (até hoje temos apenas traduções parciais, pela Ciências Humanas, num esforço singular de Carlos Nelson Coutinho). Concretizando este louvável objetivo, três obras fundamentais de Lukács faltarão à nossa estante: Estética (temos hoje a edição italiana da Einaudi e a castelhana da Grijalbo); A destruição da razão; e O jovem Hegel e os problemas da sociedade capitalista (ambas em castelhano pela Grijalbo, respectivamente, El Asalto a la Razon e El joven Hegel y los problemas de la sociedad capitalista).

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