REVISTA DIÁLOGOS E PERSPECTIVAS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas <p>A Revista Diálogos e Perspectivas em Educação Especial (RDPEE) é um periódico semestral, com publicação de artigos científicos sobre temáticas diversas em Educação Especial e Educação Inclusiva. A RDPEE não possui taxa de publicação.</p> <p>Atende à demanda de fluxo contínuo, podendo haver também números especiais organizados na forma de Dossiês, encomendados pela Comissão Editorial, organizados a partir de seleção de trabalhos apresentados e/ou premiados em eventos científicos da área ou, ainda, selecionados por meio de edital específico.</p> <p>A revista <em>online</em> está aberta a toda comunidade científica, com acesso por meio do site de Publicações da Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC) da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (FFC/UNESP). Para garantir um maior número de autores na revista, cada autor e/ou coautor poderá publicar somente um artigo por ano.<br>As colaborações para a RDPEE podem ser apresentadas como: ensaios teóricos, relatos de pesquisa e resenhas. A revista, eventualmente, poderá aceitar outros tipos de contribuições que não se enquadram nessas seções fixas, a saber: revisão de literatura, relatos de experiência, artigos técnicos e depoimentos e/ ou entrevistas.</p> pt-BR <p>Indexações: Edubase</p> <p>Qualis Capes (2013-2016)</p> <p>Educação: B4</p> <p>Interdisciplinar: B5</p> <p>Educação Física: B5</p> deerdpee@gmail.com (Editores) labeditorial.marilia@unesp.br (Laboratório Editorial) Fri, 20 Dec 2019 00:00:00 -0200 OJS 3.2.1.1 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Histórias de in/ex(clusão): tensões na realização do ‘Toeic Bridge’ em braille https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/8715 <p>Este texto de pesquisa é fruto de uma grande inquietação por parte das pesquisadoras sobre as tensões enfrentadas por pessoas cegas no âmbito da educação escolar. O objetivo principal é narrar e compor sentido das tensões vividas por uma deficiente visual total e por suas professoras na realização e na aplicação do teste internacional - Toeic Bridge, ofertado gratuitamente pelo Governo Federal aos alunos regularmente matriculados nos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio dos Institutos Federais. A Pesquisa Narrativa foi compreendida pelas pesquisadoras como o caminho teórico-metodológico mais adequado para investigar e compreender a experiência vivida pelas participantes. Além de contar com o aporte teórico de alguns autores para o esclarecimento de conceitos e concepções importantes no que tange à deficiência visual, publicações científicas no escopo da Pesquisa Narrativa colaboram para o embasamento do percurso de investigação. Para a composição de sentidos, foi adotada a proposta de experiência nos termos deweyanos, segundo os quais a experiência educativa, além de ativa e passiva, precisa ser dotada de sentido. Ao tentar compor sentidos das histórias vividas e contadas, percebemos que as tensões se constituíram múltiplas e em múltiplas esferas. Todavia, defendemos a urgência de práticas e políticas governamentais e institucionais brasileiras para promover maior acessibilidade de pessoas cegas em relação aos seus direitos, especificamente aos ‘direitos educacionais’.</p> <p>Recebido em: 02 de julho de 2019<br>Modificado em: 24 de outubro de 2019<br>Aceito em: 11 de novembro de 2019</p> Valeska Virgínia Soares Souza, Ana Karoliny Ferreira, Margarete Afonso Borges Coelho Copyright (c) 2019 REVISTA DIÁLOGOS E PERSPECTIVAS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/8715 Fri, 20 Dec 2019 00:00:00 -0200 A rede de apoio à educação inclusiva em Jataí-Go: limites e possibilidades https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/9547 <p>Baseados nos princípios da educação inclusiva enquanto educação para todos, investigamos o perfil dos profissionais de apoio da Rede de Apoio à Inclusão das escolas estaduais no município de Jataí-GO. Os constituintes da rede de apoio responderam a um questionário com questões discursivas sobre quais as concepções que fundamentam seu trabalho, bem como a realidade cotidiana laboral. Os dados consultados mostraram um total de 60 estudantes com deficiência e transtorno global de desenvolvimento e 25 profissionais de apoio. Os dados foram analisados a partir da Análise de Conteúdo (BARDIN, 2004) e emergiram duas categorias principais “Função do Profissional de Apoio” e “Relações”. De modo geral, as categorias mostraram uma formação inicial eclética dos profissionais de apoio. Os intérpretes de LIBRAS apresentaram uma característica diferente dos demais profissionais, que foi a falta de formação continuada oferecida pela rede estadual de educação. Além disso, os profissionais de apoio se sentem responsáveis também pelo convívio social dos estudantes, bem como de sua comunicação em sala de aula.</p> <p><em>Recebido em: 12 de setembro de 2019</em><br><em>Modificado em: 06 de novembro de 2019</em><br><em>Aceito em: 13 de dezembro de 2019 </em></p> Eveline Borges Vilela-Ribeiro, Maria Aparecida Gomes Vieira Copyright (c) 2019 REVISTA DIÁLOGOS E PERSPECTIVAS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/9547 Fri, 20 Dec 2019 00:00:00 -0200 Educação inclusiva do aluno surdo e o ensino de língua brasileira de sinais: uma análise da literatura https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/8814 <p>O objetivo deste estudo foi analisar as produções científicas a respeito da educação inclusiva do aluno surdo e o ensino de Língua Brasileira de Sinais. O método adotado foi revisão de literatura e os descritores utilizados foram: educação inclusiva e língua brasileira de sinais. As bases consultadas foram Portal Periódico Capes, Scientific Eletronic Library Online (SCIELO), Literatura Latino Americana e Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), plataforma de pesquisa EBSCO host e Google Scholar sobre o assunto de interesse publicado no período de 2003 a 2017. Foram encontrados 30 artigos nacionais e após a análise dos estudos foi feita a categorização destes em seis eixos temáticos: políticas públicas de inclusão de alunos surdos; inclusão de aluno surdo com a presença de intérprete de língua de sinais; trajetória educacional dos surdos e os movimentos surdos; formação de professores em Libras e para atuar com aluno surdo; concepção clínica e socioantropológica da surdez; o ensino da língua de sinais para surdos nas escolas. As pesquisas apontaram que apesar dos avanços nas políticas públicas educacionais para os indivíduos surdos ainda existem desafios para garantir uma educação bilíngue e um ensino de qualidade.</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> Ana Claudia Tenor Copyright (c) 2019 REVISTA DIÁLOGOS E PERSPECTIVAS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/8814 Fri, 20 Dec 2019 00:00:00 -0200 A percepção do aluno com transtorno do espectro autista sobre o processo de inclusão na Universidade Federal de Goiás (UFG) https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/8897 <p>Este artigo apresenta resultados da investigação cujo objetivo consistiu em analisar a percepção de um aluno com Transtorno do Espectro Autista sobre o seu processo de inclusão na Universidade Federal de Goiás (UFG). Utilizamos como técnica de coleta de dados a entrevista semiestruturada e os dados foram analisados através da técnica de análise de conteúdo de Bardin (1977). A pesquisa constatou a necessidade de formação dos profissionais do núcleo de acessibilidade no que diz respeito à inclusão dos estudantes com autismo, tendo em vista o despreparo desses profissionais no entendimento das particularidades desse grupo de alunos. Outrossim, tornou-se evidente que o suporte psicológico prestado pelo Programa Saudavelmente por meio do Grupo Asperger tem ajudado o estudante com TEA a lidar com o <em>stress</em> vivido em diferentes situações em âmbito acadêmico. Sobre as questões pedagógicas e sociais na universidade, ficou claro que os interesses específicos desses alunos podem ser utilizados para o desenvolvimento de atividades acadêmicas importantes que favoreçam o seu desenvolvimento e aprendizagem. Embora os estudantes com autismo tenham aptidões para se envolver em atividades de pesquisa, o mesmo não ocorre em relação ao engajamento nas atividades coletivas, como a realização dos trabalhos em grupo, o que lhes causam angústia, <em>stress</em> e dificuldades. Por fim, a pesquisa ressalta que é relevante a concretização de estudos que visem ampliar as informações sobre a inclusão de pessoas com autismo na universidade, o que possibilitará o entendimento do processo de dificuldades e superação desses estudantes até a chegada ao Ensino Superior.</p> <p><span style="background-color: #ffffff;"><em>Recebido em: 09 de maio de 2019</em><br><em>Modificado em: 02 de outubro de 2019</em><br><em>Aceito em: 26 de outubro de 2019</em> </span></p> Ana Flávia Teodoro de Mendonça Oliveira, Tiago Florencio de Abreu Copyright (c) 2019 REVISTA DIÁLOGOS E PERSPECTIVAS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/8897 Fri, 20 Dec 2019 00:00:00 -0200 Percepções desafios e práticas da inclusão escolar de crianças com transtorno do espectro autista https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/8845 <p>O presente estudo teve por objetivo identificar a percepção que profissionais de uma escola de ensino fundamental tem em relação ao autismo. O método utilizado foi baseado na pesquisa ação, que é uma pesquisa centrada diretamente numa situação ou problema coletivo, no qual participantes estão envolvidos de modo cooperativo ou participativo. Os resultados revelaram concepções sobre o autismo ligadas aos déficits e prejuízos da criança, tendo maior dimensão na análise as ações individuais e coletivas para construção de espaços inclusivos. Ademais teve destaque a reflexão acerca das contradições entre as políticas educacionais e as possibilidades de realizar práticas educacionais mais humanas e inclusivas.</p> <p><span style="background-color: #ffffff;"><em>Recebido em: 09 de abril de 2019</em><br><em>Modificado em: 25 de outubro de 2019</em><br><em>Aceito em: 11 de novembro de 2019</em> </span></p> Martha Morais Minatel, Alaíse Macêdo Duarte, Raíssa Vasconcelos Oliveira, Rita de Cacia Santos Souza, Verônica dos Reis Mariano Souza Copyright (c) 2019 REVISTA DIÁLOGOS E PERSPECTIVAS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/8845 Fri, 20 Dec 2019 00:00:00 -0200 Avaliação das condições de acessibilidade e satisfação de estudantes com deficiência no ensino superior: um estudo de caso https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/9265 <p>O presente estudo teve como objetivo avaliar as condições de acessibilidade a diversos ambientes do campus de uma instituição de ensino pública e a satisfação de alunos com deficiência (auditiva e física) matriculados no ensino superior no que diz respeito aos aspectos estruturais, operacionais, psicoafetivos e atitudinais. O estudo justifica-se uma vez que as condições de acessibilidade e a satisfação dos alunos podem impactar diretamente na permanência e êxito no curso. Para a consecução dos objetivos propostos foram utilizados dois instrumentos de pesquisa: a Escala de Satisfação e Atitudes e o Protocolo para Avaliação de Acessibilidade em Instituições de Ensino Superior. A pesquisa é de abordagem quanti-qualitativa, do tipo estudo de caso. Os resultados evidenciaram que a satisfação dos estudantes variaram de acordo com as necessidades específicas de cada um. A satisfação psicoafetiva foi a que recebeu a melhor avaliação por parte dos estudantes, o que indica que eles se sentem incluídos na instituição e apoiados por professores e colegas. Além disso, foram verificados bastantes elementos acessíveis na instituição, mas se evidenciou a necessidade de algumas adequações.</p> <p><span style="background-color: #ffffff;"><em>Recebido em: 16 de setembro de 2019</em><br><em>Modificado em: 02 de dezembro de 2019</em><br><em>Aceito em: 12 de dezembro de 2019</em> </span></p> Tamara Lima, Eduardo Fernando Nunes, Fernanda Cristina Souza Copyright (c) 2019 REVISTA DIÁLOGOS E PERSPECTIVAS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/9265 Fri, 20 Dec 2019 00:00:00 -0200 O mercado de trabalho diante da deficiência: estudo de caso de uma repositora de mercadorias surda em uma loja de departamentos https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/9647 <p>Apesar de alcançar a atenção para a necessidade de oportunidades no mercado de trabalho, as pessoas com deficiência ainda enfrentam dificuldades para adentrar, permanecer e se manter enquanto trabalhadoras formais, mesmo diante das legislações existentes. Nem sempre a acessibilidade é a grande barreira a ser vencida. A atitude em oferecer oportunidades para alguém que apresente necessidade especial, tem gerado grandes discussões a respeito do que é de fato uma necessidade e o que é desconhecimento. Quando se trata de uma deficiência “invisível” uma mistura de preconceitos, insegurança e desconhecimento a respeito da deficiência são fatores de grande responsabilidade pela exclusão dessa categoria no mercado de trabalho. Neste contexto, buscou-se analisar e descrever a percepção de uma profissional com perda auditiva profunda bilateral no ambiente do trabalho em uma empresa brasileira de grande porte, localizada no interior de uma cidade do estado do Paraná. A abordagem da pesquisa qualitativa permitiu a coleta dados por meio de entrevista semiestruturada sem a presença de intérprete, pois uma das autoras atuou como profissional bilingue e se comunicou com a entrevistada surda. Verificou-se que aspectos como a dificuldade na interação entre colegas e supervisores, por causa da falta de conhecimento da Língua Brasileira de Sinais (Libras), interferem no equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. A transcrição da Libras para a Língua Portuguesa foi efetuada com adequação à conversação da língua de sinais para a estrutura linguística do português. Embora a inserção da pessoa com deficiência (PcD) não seja uma constante, conquistas já foram registradas, e percebe-se que ainda há um longo caminho a ser percorrido na busca pela igualdade de direitos e oportunidades na sociedade da qual fazem parte.</p> <p><em><span style="background-color: #ffffff;">Recebido em: 28 de outubro de 2019<br>Modificado em: 10 de dezembro de 2019<br>Aceito em: 15 de dezembro de 2019</span></em></p> Danielle da Silva Pinheiro Wellichan, Carla Cristine Tescaro Santos Lino Copyright (c) 2019 REVISTA DIÁLOGOS E PERSPECTIVAS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/9647 Fri, 20 Dec 2019 00:00:00 -0200 PIBID da Educação Especial: Coensino e Tecnologias Instrucionais em uma sequência didática para o ensino do Sistema Solar https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/8874 <p>O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) tem como propósito contribuir com a formação inicial dos discentes do Ensino Superior, oportunizando o contato com a Educação Básica no início da graduação. Nessa perspectiva, o PIBID da Educação Especial da Universidade Federal de São Carlos diferencia-se por ter como foco o modelo de coensino. Desse modo, o presente artigo teve como objetivo descrever uma sequência didática construída em colaboração entre professora da sala regular e o estudante do PIBID da Educação Especial, com foco no uso das Tecnologias Instrucionais e suas teorias. O estudo é de cunho qualitativo, com delineamento descritivo do tipo relato de experiência. Este relato trata de uma sequência didática sobre o Sistema Solar planejada com base nas Tecnologias Instrucionais. Tal atividade ocorreu em uma escola municipal do interior do estado de São Paulo. A classe era uma turma com 25 estudantes do terceiro ano do ensino fundamental, que continha dois estudantes com indicativos de deficiência intelectual (em processo de avaliação) e uma discente com dificuldade de aprendizagem. Como resultados, é de praxe dizer que houve um “apoio extra” para os alunos público-alvo da Educação Especial nessa experiência, em razão de haver o apoio do estudante do PIBID recém-inserido no ambiente, influenciando positivamente os alunos. Em suma, o auxílio das Tecnologias Instrucionais se mostrou satisfatório no planejamento, desenvolvimento, utilização, gerenciamento e avaliação da proposta de ensinar o Sistema Solar para uma classe com heterogeneidade grande, assim como a colaboração entre professora da sala regular e voluntário do PIBID foram fundamentais para a concretização da proposta.</p> <p><em>Recebido em: 19 de abril de 2019</em><br><em>Modificado em: 25 de agosto de 2019</em><br><em>Aceito em: 27 de setembro de 2019 </em></p> André Henrique Lima, Cariza de Cássia Spinazola, Rita de Cassia de Souza Landin Copyright (c) 2019 REVISTA DIÁLOGOS E PERSPECTIVAS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/8874 Fri, 20 Dec 2019 00:00:00 -0200 Estratégias da Análise do Comportamento Aplicada para Pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/9113 <p>O livro<strong> Estratégias da Análise do Comportamento Aplicada para pessoas com Transtornos do Espectro do Autismo</strong>&nbsp;contempla experiências de vários profissionais preocupados em divulgar a Análise do Comportamento (AC) no atendimento de pessoas com Transtornos do Espectro do Autismo (TEA), uma vez que no Brasil as publicações sobre a temática ainda são incipientes. Esta obra foi organizada por Cintia Perez Duarte, Luciana Coltri Silva e Renata de Lima Velloso, sendo descritas as características e os conceitos para que o leitor possa avaliar e planejar adequadamente as intervenções. Para tanto, apresenta-se estruturada em uma introdução e dezenove capítulos.&nbsp;</p> <p><a name="_ftn1" href="#_ftnref1"></a></p> <p>&nbsp;</p> Marília Bazan Blanco, Ana Paula Gonçalves Arantes Gennari Copyright (c) 2019 REVISTA DIÁLOGOS E PERSPECTIVAS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/9113 Fri, 20 Dec 2019 00:00:00 -0200 Editorial https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/9948 <p>Nosso segundo número da Revista Diálogos e Perspectivas em Educação Especial (RDPEE) de 2019 vem reafirmar a sua consolidação como mais um dos periódicos que tem contribuído para a divulgação de pesquisas na área de Educação Especial e Educação Inclusiva. <br>Esse número buscou reunir reflexões sobre temas diversos no cenário da produção de conhecimento em Educação Especial, com artigos que nos indicam desde práticas colaborativas que podem favorecer o processo de escolarização de crianças com deficiência, até os mais distintos desafios enfrentados pelos professores e outros profissionais ao longo desse processo.</p> Regina Keiko Kato Miura, Jáima Pinheiro de Oliveira Copyright (c) 2019 REVISTA DIÁLOGOS E PERSPECTIVAS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/9948 Fri, 20 Dec 2019 00:00:00 -0200