Um estudo sobre evasão no curso de engenharia civil
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Revista do Instituto de Políticas Públicas de Marília, v.6, n.2, p. 47-62, Jul./Dez., 2020
UM ESTUDO SOBRE EVASÃO NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
A
STUDY ON EVASION IN THE COURSE OF CIVIL ENGINEERING
George FARIAS
Maria de Lourdes da SILVA NETA
RESUMO:
A evasão dos discentes, na educação básica e superior, impacta na sustentabilidade
das instituições formativas e na qualidade educacional. Os cursos de Engenharia apresentam
índices de formandos menores que 50% e, quando analisamos as turmas de Engenharia Civil,
esse quantitativo é ainda menor, indicando que existe uma elevada taxa de desistência do curso.
Desse modo, o objetivo do trabalho foi estudar o índice de evasão do curso de Engenharia Civil
do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará IFCE, campus Fortaleza, com o
intuito de analisar e fornecer dados para auxiliar na gestão do curso e no planejamento das ofertas,
considerando o índice de evasão. A metodologia de abordagem quantitativa exploratória e descritiva
utilizou-se dos dados fornecidos pela coordenação de controle acadêmico CCA, por meio do
sistema de controle acadêmico, Q-acadêmico. O arquivo fornecido estava em formato de planilha
eletrônica, contendo o número de matrícula de cada aluno e a situação dela, tanto no contexto geral
quanto em relação ao período. A identificação do estudante não constava no estudo. O período
dos dados coletados foi entre as turmas de 2012.2 até 2018.2. Com as informações fornecidas,
calculou-se o índice de evasão para cada turma e efetuou-se a análise estatística. Como resultado,
obteve-se o mero de estudantes evadidos em relação à quantidade de estudantes ingressantes em
cada turma. Dessa forma, a instituição investigada pode utilizar a equação, AE = -3,889 + 0,449
TM, para gerir os cursos e planejar a oferta de outras turmas do curso de Engenharia Civil.
Palavras-chave:
evasão; engenharia civil; estatística.
ABSTRACT:
The dropout of students in basic and higher education impacts on the sustainability of
training institutions and educational quality. The Engineering courses have rates of graduates lower
than 50% and, when we analyze the civil engineering classes, this amount is even lower, indicating
that there is a high dropout rate of the course. Thus, the objective of this study was to study the
dropout index of the Civil Engineering course of the Federal Institute of Education, Science and
Technology of Ceará - IFCE, Fortaleza campus, in order to analyze and provide data to assist in
the course management and planning of offers considering the evasion rate. The methodology
of qualitative and quantitative approach was used from the data provided by the coordination of
academic control - CCA, through the Q-academic system. The file provided was in spreadsheet
format, containing the enrollment number of each students, the enrollment status and enrollment
status in the period, and did not contain the student ID. The period of data collected was between
http://doi.org/10.36311/2447-780X.2020.v6.n2.04.p47
FARIAS, G; SILVA NETA, M. L.
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classes from 2012.2 to 2018.2. With the information provided, the dropout rate was calculated for
each class and statistical analysis was performed. As a result, the number of students evacuated was
obtained in relation to the number of students entering each class. Thus, the institution investigated
can use the equation, AE = -3.889 + 0.449 TM, to manage the courses, plan the offer of classes of
the Civil Engineering course.
Keyword:
Evasion; Civil Engineering; Statistics.
INTRODUÇÃO
A formação superior é almejada por muitos estudantes que concluem
o ensino médio, proporcionando a abertura de mais oportunidades de trabalho,
com melhores salários. A elevação do número de instituições de ensino superior
(IES) ofertando cursos na modalidade presencial e/ou à distância expandiu
substancialmente o número de vagas nas mais diversas áreas de atuação profissional
(SEMESP, 2019). Paralelamente ao aumento do número de IES e de cursos é
possível observar uma quantidade expressiva de estudantes evadidos nas diversas
áreas de formação, tanto nas instituições públicas e privadas (SEMESP, op. cit.).
A motivação para a evasão do estudante universitário pode estar ligada
a caráter emocional, socioeconômico, desconhecimento do perfil profissional,
escolha errada do curso, desvalorização da profissão, dificuldades de adaptação ao
novo estilo de ensino e estudo, e ausência do sentimento de turma (WATANABE
et al., 2016; SANTOS; NASCIMENTO; RIOS, 2000). A saída prematura do
estudante do curso provoca impactos na gestão institucional, com a subutilização
de professores e infraestruturas em turmas demasiadamente pequenas. Assim, o
estudo dos dados internos da instituição, que no caso da presente investigação
foi o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE)
Campus Fortaleza, de modo específico retrata as reais necessidades do curso de
Engenharia Civil e contribui para a gestão e planejamento organizacional (SILVA;
MESQUITA; BAHIA, 2018).
O objetivo geral da pesquisa foi estudar o índice de evasão do curso de
Engenharia Civil do IFCE Campus Fortaleza. A pergunta norteadora do artigo
foi: como os dados de evasão podem influenciar no planejamento do curso de
graduação em Engenharia Civil? A demarcação temporal foi entre os semestres
de
2012.2 a 2018.2.
A organização do artigo foi realizada da seguinte forma, primeiro
apresentou-se a revisão bibliográfica, abordando a ampliação do número de
Instituições de Ensino Superior (IES) e vagas, a evasão no ensino superior, a
evasão nos cursos de Engenharias, com escopo no curso de Engenharia Civil do
IFCE Campus Fortaleza e a forma de calcular o índice de evasão. Em seguida,
descreve-se a organização metodológica do trabalho, os resultados obtidos, as
discussões, as considerações finais e as referências.
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EXPANSÃO DAS IES
O investimento em educação amplia as oportunidades profissionais,
proporcionando empregabilidade, possibilita a melhoria de renda e a qualidade
de vida da população. Segundo o Sindicato das Entidades Mantenedoras de
Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado de o Paulo (SEMESP), às
oportunidades de trabalho para pessoas com ensino superior completo, nos
anos de 2015 a 2016 e de 2016 a 2017, tiveram um aumento de 1,5% e 4,1%,
respectivamente. Além de acesso a mais oportunidades, o salário médio dos
profissionais com formação superior foi aproximadamente três vezes maior que
daqueles com diploma de ensino médio (SEMESP, op.cit).
O aumento na quantidade de Instituições de Ensino Superior (IES)
vem ampliando o número de vagas nas mais diversas áreas de atuação, criando
maiores oportunidades e opções de trabalho para os estudantes e egressos. No
período de 1998 até 2017 ocorreu um acréscimo de 151,6% no número de IES
(SEMESP, op. cit.).
Ainda de acordo com o SEMESP e com o Instituto Nacional de
Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), em 2017, o número
de IES no Brasil cresceu 1,7% totalizando 2448 instituições, sendo 296 públicas
(federal, estadual e municipal) e 2152 privadas (INEP, 2018). As IES federais
foram quantificadas em 109 unidades, sendo 36,7% de Institutos Federais de
Educação, Ciência e Tecnologia (IFs) e Centros Federais de Educação Tecnológica
(CEFETS) (INEP, 2019).
Como consequência desse aumento das IES no Brasil, houve elevação
de 3% na quantidade de matrículas no ensino superior, de 2016 para 2017,
considerando tanto instituições públicas como privadas, nas modalidades de
ensino presencial e Educação a Distância (EaD) (SEMESP, op. cit.). Os cursos
de bacharelado foram os mais procurados pelos candidatos. Ainda, segundo o
SEMESP, a área de Engenharia, Produção e Construção ficou em quarto colocado
como a área mais procurada pelos estudantes, concentrando 15,9% das matrículas
no ano de 2017, quando consideradas as IES públicas e privadas.
No ano de 2017, no que cinge aos cursos presenciais, o de Engenharia
Civil foi o terceiro curso mais procurado na rede privada, ficando atrás dos cursos
de Direito e Administração. Na rede pública, ficou em quinto lugar em demanda,
sendo precedido por Pedagogia, Direito, Administração e Medicina (SEMESP,
op. cit.).
Partindo dos dados quantitativos referentes às instituições de ensino
superior e aos cursos, seguiremos agora tratando sobre a evasão na graduação em
Engenharia, especificamente no curso de Engenharia Civil.
FARIAS, G; SILVA NETA, M. L.
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EVASÃO NO ENSINO SUPERIOR
Mesmo com mais ofertas de vagas nas universidades e mais opções de
graduações, é possível verificar elevados índices de evasão. Nos cursos presenciais
e EaD, na rede pública, em 2013, a taxa de evasão contabilizou 17,8% e 25,6%,
respectivamente (SEMESP, 2015 apud MELO et al., 2017, p.2). Entre os anos de
2016 e 2017, os cursos presenciais no Brasil tiveram uma redução de 27,2% para
25,9% no índice de evasão, e, se considerarmos as instituições públicas, a taxa de
evadidos se manteve praticamente estável, em 18,6% (SEMESP, op. cit.).
O Gráfico 1 apresenta a evasão ocorrida no ano de graduação na
modalidade presencial, entre os anos de 2012 e 2017, para as instituições de
ensino superior públicas e privadas no Brasil, considerando todos os cursos:
Gráfico 1
: Taxa de evasão no ano de graduação em IES privada e pública
Fonte: SEMESP (2018; 2019).
Pelo histórico apresentado, a taxa de evasão no período deixou de
apresentar variação significativa em cada tipo de instituição. Porém, é possível
verificar que a evasão na rede privada é maior que na rede pública, sendo em
média de 21,6% e 13,8%, respectivamente.
Segundo dados do INEP (2018), dentre os estudantes ingressantes
no ensino federal superior, em 2017, 21% deles fizeram o Exame Nacional do
Ensino Médio (ENEM) no mesmo ano, mesmo frequentando uma Instituição
Federal de Ensino Superior (IFES). Isso demonstra que os estudantes buscam
mudar de curso ou de instituição, aumentando a taxa de desistência.
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Frequentemente, os motivos que levam à retenção e à evasão no ensino
superior estão associados a problemas de caráter emocional ou socioeconômico,
que influenciam, de forma determinante, no desempenho desses estudantes,
ocorrendo nos períodos iniciais dos cursos, quando os ingressantes se defrontam
com as dificuldades adicionais de adaptação à rotina como universitário
(WATANABE et al., op. cit.).
Para Santos, Nascimento e Rios (op. cit.), dentre os fatores que
contribuem para a evasão dos estudantes das instituições de ensino superior estão
a ausência do sentimento de turma, a desvalorização profissional, o elevado índice
de reprovações, a escolha errada da profissão, a separação da matriz curricular entre
ciclo básico e profissional e a dificuldade de adaptar-se ao ensino universitário. Os
fatores elencados podem auxiliar as IES e os cursos a desenvolverem projetos que
minimizem a evasão. Esses projetos podem incentivar ações que promovam
acolhimento e integração dos discentes, principalmente nos primeiros semestres,
ofertar cursos que atendam as demandas do mundo do trabalho contemporâneo e
desenvolver atividades que reduzam as reprovações e gerem aprendizagem, assim
como a análise das matrizes curriculares relacionadas ao perfil profissional.
Segundo dados de uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional
da Indústria (G1, 2013), apenas 44% dos estudantes de Engenharia concluíram
seu
curso superior, na década de 2001 a 2011.
No ano de 2015, comparando os ingressantes e concludentes nos cursos
de Engenharia das instituições públicas, apenas 33% se formaram (SEMESP, op.
cit). Analisando o universo dos alunos do curso de Engenharia Civil, o número de
formandos é ainda menor, com apenas 23,7% de conclusão do curso (BRASIL,
2015 apud MELO et al., 2017). No curso de Engenharia de Produção de
Construção Civil da Universidade Estadual de Maringá (UEM), entre os anos de
2004 e 2011, a taxa média de formandos foi de 35%, valor próximo ao apresentado
para a taxa das engenharias nas instituições públicas (MOLIN FILHO et al.,
2013). Como visto, o número reduzido de formandos nas Engenharias acontece
algumas décadas e a desistência dos estudantes ocorre antes da metade do
curso, quando se está conhecendo as disciplinas iniciais da graduação escolhida.
O índice mais elevado de evasão dos estudantes da Engenharia ocorre
nos dois primeiros anos de curso, normalmente quando ainda se estuda o ciclo
básico (PEREIRA, 2003). Isto pode ser justificado devido ao fato de haver
maior quantidade de estudantes neste período do que nos anos seguintes da
graduação (ciclo profissional). Apesar do número alto de evadidos na engenharia,
nos primeiros anos de curso, índices preocupantes tambémo contabilizados
nos anos mais avançados, mesmo que em menor intensidade (SANTOS;
NASCIMENTO; RIOS, op. cit.).
Um fator gerador de desistência dos discentes no ciclo básico pode ser
motivado pela matriz curricular dos cursos de Engenharia nacionais. No Brasil,
FARIAS, G; SILVA NETA, M. L.
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estes cursos oferecem inicialmente uma fundamentação pautada nas disciplinas de
Física e Matemática e os estudantes, ao chegarem no ensino superior, apresentam
lacunas sobre conteúdos básicos que foram estudados na educação básica (NEIVA,
2017). Outro fator seria a oferta de disciplinas teóricas e abstratas, com carga
horária elevada e sem ligação com a prática profissional, gerando desmotivação e
falta de interesse do aluno, conduzindo à reprovação (PEREIRA, op. cit.).
Os professores podem recorrer às estratégias metodológicas que
envolvam atividades práticas no curso de Engenharia tornando a experiência
formativa do estudante mais produtiva e próxima do futuro profissional
engenheiro (RANDO JUNIOR; ALENCASTRO, 2017).
Segundo Pereira (op. cit.) a organização de matrizes curriculares
mesclando atividades teóricas e práticas relacionadas com a atuação profissional,
a descentralização do ensino no professor meramente expositivo para o ensino
centrado no estudante e priorizando o trabalho em equipe, recorrendo às
metodologias ativas, promovendo a resolução de problemas e projetos, são
alternativas para reduzir o índice de evasão nas engenharias.
A introdução de disciplinas que estimulam a criatividade, autoconfiança
e a pesquisa no ciclo inicial do curso de Engenharia Elétrica da Universidade
Federal de Uberlândia (UFU), através de projetos de engenharia, mostrou
resultados positivos, com uma redução de até 52,2% no índice de evasão. Além
disso, houve melhoria na interação entre professores e estudantes, na comunicação
oral e escrita e na apresentação de seminários (PEREIRA, op. cit.).
Em estudo realizado por Cardoso et al. (2017) mostrou-se que o
rendimento do estudante está diretamente relacionado à sua frequência em sala
de aula. Quanto maior a frequência e interação do discente, melhor o seu
desempenho, tendo em vista que o curso de Engenharia Civil possui conteúdo
cumulativo, ou seja, é necessário o entendimento dos conteúdos iniciais para
que o aluno consiga bom desenvolvimento do curso. Atrair o educando para
frequentar as aulas é um fator importante para melhorar o seu desempenho
acadêmico e combater a evasão ligada à reprovação (CARDOSO et al., 2017).
As disciplinas que apresentam elevados números de evasão e reprovação
nas engenharias estão associadas ao baixo índice de frequência dos discentes. São
elas: mecânica dos fluidos, cálculo diferencial e integral, física teórica, teoria das
estruturas e mecânica (SILVA; KOSTESKI, 2015 apud NEIVA, 2017, p.3).
Com base nisso, é válido salientar que a capacitação de docentes em
metodologias ativas de ensino, aprendizagem e avaliação e a implantação de
oficinas de metodologias ativas e estratégias de avaliação são iniciativas úteis
para
combater a evasão e o baixo rendimento discente no ensino superior
(WATANABE et al., 2017).
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Antes de determinarmos os valores da evasão, é importante, no primeiro
momento, caracterizar evasão e retenção, quando tratamos de educação. Segundo
Riffel e Malacarne (2010), a evasão é simplesmente o ato de fugir, abandonar, sair,
desistir e não permanecer em algum lugar. A retenção é quando o aluno consta
como matriculado no curso, mas está fora do prazo para integração curricular
(ANDIFES; ABRUEM; SESu/MEC, 1996).
Por outro lado, retenção, segundo Freitas (2010), significa um
mecanismo de suspensão da progressão regular no processo de formação do
estudante, como trancamento de matrícula ou rendimento insatisfatório de notas
e frequência.
De acordo com SEMESP (op. cit.) a taxa de evasão (TE) de um curso
pode ser calculada através da divisão entre a soma das matrículas trancadas (MT),
os desvinculados do curso (DC) e os falecidos (FA), pelo total de alunos (TA). A
seguir, é apresentada a equação:
TE =
MT+DC+FA
TA
Com o cálculo do número de estudantes evadidos a instituição pode
dimensionar de maneira mais eficiente sua infraestrutura, monitorar a desistência
dos alunos e praticar ações para prevenir a evasão.
METODOLOGIA
Quanto aos objetivos da pesquisa, esta se classifica como exploratória
e descritiva, mencionando a descrição das particularidades de determinada
população e a identificação de possíveis relações entre variáveis, enfatiza Gil
(2017).
No que se refere à abordagem do problema, a presente pesquisa
classifica-se como quantitativa, visto que, a análise quantitativa é uma abordagem
científica para decisões de gestão, sendo introduzida com dados brutos que serão
processados e transformados em informação significativa, conforme Render, Stair
e Hanna (2010).
O curso escolhido para o estudo foi o bacharelado em Engenharia
Civil do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Cea, IFCE.
Diante do explanado nas linhas anteriores, a presente pesquisa foi executada em
tais etapas: primeiro, uma revisão bibliográfica sobre o tema para fundamentar o
estudo; em seguida, um levantamento de dados secundários no sistema de controle
acadêmico Q-acadêmico, utilizado pela Coordenação de Controle Acadêmico
(CCA) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE)