http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/issue/feed TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia 2020-04-23T08:26:15-03:00 Marcos Antonio Alves transformacao.marilia@unesp.br Open Journal Systems <p>A <em>Trans/Form/Ação: Revista de Filosofia</em>&nbsp;tem por missão publicar, por meio impresso e eletrônico, textos de excelência em filosofia ou de relevância filosófica, socializando&nbsp; e ampliando o conhecimento, buscando promover o debate e a interlocução de ideias. O conteúdo dos textos é exposto em forma de artigos, resenhas, traduções, além de entrevistas aplicadas a profissionais cujos papéis concernem à relevância da produção e dedicação à área filosófica. Todas as formas de publicação obedecem à variedade temática, metodológica e de época, mantendo-se, com isso, o respeito às diversas tendências do conhecimento filosófico, assim como às diversas orientações de pensamento.</p> http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/10003 Transformação v. 43, n. 1, 2020 2020-03-31T11:40:03-03:00 Equipe Editorial transformacao.marilia@unesp.br 2020-03-31T11:37:11-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/9995 Apresentação 2020-03-31T11:27:57-03:00 Marcos Antonio Alves marcos.a.alves@unesp.br <p>Com muito prazer apresentamos este novo fascículo da Trans/Form/Ação: revista de Filosofia da Unesp. Este número contém dez artigos, apresentados em ordem alfabética dos autores, e uma tradução. Nove deles estão em língua portuguesa, de autores de diversos locais e instituições do Brasil, e um em língua espanhola, de autores da Espanha e México, além de uma tradução para o Português. Embora o primeiro texto apresentado seja referente ao período medieval, a grande maioria das publicações trata de assuntos ou filósofos da contemporaneidade. Em especial, são retratados, em diferentes questões filosóficas, pensadores como Heidegger, Kierkegaard, Schopenhauer, Deleuze, Guattari, Latour, Schmidt, Rancière.</p> 2020-03-30T08:01:36-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/6630 A relação entre ciência natural e cosmologia em Tomás de Aquino 2020-03-31T11:27:57-03:00 Evaniel Brás dos Santos evanielbras@gmail.com <p>O presente estudo aborda a articulação entre ciência natural e cosmologia em Tomás de Aquino. Para tanto, são investigadas as concepções da noção de cosmo, mediante a questão: o cosmo (mundo ou universo) pode ser o assunto central da ciência natural em Tomás? No intuito de refletir sobre essa questão, são apresentadas três concepções de cosmo. A primeira é a concepção da metafísica, na qual o cosmo é uma hierarquia de entes. A segunda, por sua vez, é a concepção da cosmografia segundo a qual o cosmo é a relação de esferas intercaladas. A terceira, por fim, é a concepção da cosmologia que entende o cosmo como o conjunto dos corpos simples em perene locomoção natural.</p> <p>Recebido: 24/01/2017 <br>Aceito: 30/06/2019</p> 2020-03-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/9996 Comentário ao artigo de Evaniel Brás dos Santos: A relação entre ciência natural e cosmologia em Tomás de Aquino 2020-04-23T08:26:15-03:00 Jakob Hans Josef Schneider jakob.schneider@ufu.br <p>O tema do artigo aqui comentado atinge uma das perspectivas mais importantes na Idade Média, mas que é, ao mesmo tempo, apenas de um interesse histórico. Trata-se do que se chama, em alemão, Weltbild (imagem do mundo) ou Weltanschauung (imaginação, ou seja, intuição do mundo), decisivamente e irreversivelmente revolucionada pela descoberta do telescópio que Galilei (Siderius Nuncius, Venecia, 1610) dirigiu à lua e apagou com essa ação a divisão aristotélica da toda realidade entre uma realidade acima da esfera da lua e abaixo da esfera da lua.</p> 2020-03-30T10:57:05-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/7542 "Kierkegaard não chegou a desprender-se de Hegel": Notas sobre o juízo de Heidegger sobre Kierkegaard em A hermenêutica da facticidade 2020-03-31T11:27:58-03:00 Gabriel Ferrreira da Silva gabrielferreira@unisinos.br <p>O curso proferido por Heidegger no semestre de verão de 1923, e publicado posteriormente sob o título de <em>Ontologia – A hermenêutica da facticidade</em>, é um dos importantes <em>loci</em> nos quais Heidegger deixa entrever tanto a influência e importância de Kierkegaard quanto algumas de suas avaliações acerca do pensamento do filósofo dinamarquês. Uma delas, em especial, não obstante formule um interessante juízo sobre a relação entre Kierkegaard e Hegel – a partir da figura de F. A. Trendelenburg –, um dos temas mais revisitados da literatura interpretativa sobre Kierkegaard, não tem sido objeto frequente de avaliação por aqueles intérpretes. Assim, o objetivo deste artigo é expor, analisar e avaliar as teses de Heidegger sobre a relação Kierkegaard-Hegel a fim de sopesá-las em sua correção. Por fim, o artigo apresenta algumas reflexões metafilosóficas acerca das noções de relação e dependência entre dois filósofos.</p> <p>Recebido: 13/01/2018<br>Aceito: 30/06/2019</p> 2020-03-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/7131 Tecnología y Transparencia 2020-03-31T11:27:58-03:00 Iago Ramos iago.ramos@usal.es Elías Fuentes Guillén eliasfuentesguillen@gmail.com <p>La concepción del ser humano como animal tecnológico, junto con la idea del progreso como sustento de la civilización, plantea varias cuestiones que precisan ser consideradas con detenimiento, entre ellas qué se entiende por progreso y qué sentido y valor tiene la tecnología. El caso de la realidad virtual (VR, acrónimo de virtual reality) patentiza de hecho la habitual asunción de la tecnología como algo ajeno a la producción cultural, humana. Sin embargo, la tecnología comparte nuestros límites y está sometida a nuestro designio, por más que se le quiera asumir independiente de nosotros y por más que se intente reemplazar nuestra interacción con el espacio natural por una relación enteramente controlada en un medio virtual.</p> <p>Recebido: 23/07/2017<br>Aceito: 30/06/2019</p> 2020-03-30T11:42:33-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/9997 Comentário ao artigo Tecnología y Transparencia 2020-03-31T11:27:58-03:00 Evandro Smarieri Soares esmasoares@gmail.com <p><span style="background-color: #ffffff;">Tecnología y transparencia traz uma reflexão que conecta dois extremos: a gênese do ser humano enquanto ser social e a possibilidade da superação das capacidades humanas pelas máquinas. As conclusões que os autores alcançam, corroborando o trabalho de Lewis Mumford, apontam para uma leitura antropocentrada que, para se oporem à fascinação pelas máquinas, acaba, a meu ver, subestimando o papel dos objetos técnicos.<br></span></p> 2020-03-30T11:59:06-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/7318 Guattari: Máquina, sujeito e história 2020-03-31T11:27:58-03:00 Larissa Drigo Agostinho larissa_drigo@yahoo.com.br <p>A partir de uma apresentação do contexto político e social no interior do qual a obra de Guattari se insere, buscamos definir o debate político francês da década de 60, no campo do marxismo, sobretudo do materialismo histórico em torno da questão do sujeito da história. O objetivo deste artigo é explicitar as razões que levam Guattari a romper com o estruturalismo, representado na psicanálise por Lacan e no marxismo por Althusser. A relevância deste texto está na apresentação do conceito de máquina, que se define em oposição ao conceito de estrutura e que, unindo história e inconsciente, visa a traçar o espaço de emergência de um sujeito da história, de um sujeito político.</p> <p>Recebido: 18/09/2017<br>Aceito: 30/06/2019</p> 2020-03-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/6510 O estádio estético, interesses e política: um debate entre Kierkegaard e Rancière 2020-03-31T11:27:58-03:00 Lauro Ericksen lauroericksen@yahoo.com.br <p><span style="background-color: #ffffff;">O artigo aborda a conjunção temática entre estética e política. Discute o pensamento de dois autores da filosofia contemporânea que fazem essa conexão: Kierkegaard e Rancière. Ele debate como o critério do interesse no estádio estético kierkegaardiano pode ser comparativamente analisado, no contexto estético-político de Rancière. O texto apresenta os regimes políticos de Rancière em alusão aos estádios da vida humana em Kierkegaard, especificamente se relacionando ao estádio estético. Objetiva oferecer um estudo atualizado da multiplicidade política contemporânea, através dos diversos interesses estéticos que influenciam a formação social. O trabalho resulta em uma abordagem estético-política despida de inclinações ideológicas por si mesmas, mas que possibilita a indicação de vanguardas e retaguardas no pensamento político hodierno.<br></span></p> <p><span style="background-color: #ffffff;"><span style="background-color: #ffffff; color: #000000; font-family: &amp;quot; noto sans&amp;quot;,arial,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: left; text-decoration: none; text-indent: 0px; text-transform: none; -webkit-text-stroke-width: 0px; white-space: normal; word-spacing: 0px;">Recebido: 11/12/2016<br>Aceito: 11/04/2019</span></span></p> 2020-03-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/6833 A ciência pós-determinista, supradisciplinar e transparadigmática: reacendendo o debate sobre teoria, analogia e conceito 2020-03-31T11:27:58-03:00 Leo Peixoto Rodrigues leo.peixotto@gmail.com <p><span style="background-color: #ffffff;">Este artigo se inicia discutindo um tema relativamente clássico na epistemologia, qual seja, analogia, conceito e teoria, explorando uma perspectiva contemporânea do fazer científico e, em alguma medida, da filosofia. A partir daí, busca reacender o debate, sempre necessário, sobre teoria, analogia e conceito, à luz da produção do conhecimento científico, destacando abordagens supradisciplinares e transparadigmáticas. Para tanto, socorre-se de diferentes áreas do conhecimento científico, a sociologia clássica e contemporânea, elementos da biologia, aspectos da cibernética, para demostrar que a ciência, de modo geral, considerando suas múltiplas disciplinas, intercambia de forma cada vez mais dinâmica raciocínios analógicos, com vistas a dar conta da crescente complexidade em que se encontra.<br></span></p> <p><span style="background-color: #ffffff;"><span style="background-color: #ffffff; color: #000000; font-family: &amp;quot; noto sans&amp;quot;,arial,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: left; text-decoration: none; text-indent: 0px; text-transform: none; -webkit-text-stroke-width: 0px; white-space: normal; word-spacing: 0px;">Recebido: 28/03/2017<br>Aceito: 23/02/2020</span></span></p> 2020-03-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/7348 Sobre a negatividade conceitual do sentimento ou a filosofia schopenhaueriana da linguagem 2020-03-31T11:27:59-03:00 Luan Corrêa da Silva luanbettiol@gmail.com <p><span style="background-color: #ffffff;">Arthur Schopenhauer possui uma concepção acerca da natureza do conceito que atravessa o seu pensamento, desde o início de sua produção filosófica. Inicialmente abordado a partir de sua acepção racional abstrata, em O mundo como vontade e como representação, o conceito adquire traços mais profundos em função do sentimento (Gefühl). O conceito “não-conceito” sentimento determinará os rumos da filosofia de Schopenhauer, ao evidenciar os limites da linguagem. A linguagem filosófica, por consequência, exprime um paradoxo, pois pretende expressar em linguagem abstrata um conteúdo concreto cuja natureza não pode ser por ela determinado. Por ser um construto conceitual abstrato, a linguagem filosófica possui um estatuto ontológico secundário e, portanto, incompleto, em relação ao conteúdo da realidade concreta. Este artigo pretende mostrar que os sentimentos são, nesse sentido, o meio não conceitual que esclarece a própria natureza dos conceitos e, por consequência, a via não-filosófica que paradoxalmente melhor expressa o conteúdo da filosofia. No registro do sentimento, Schopenhauer reconhece na linguagem musical o âmbito de justificação adequado da linguagem filosófica.<br></span></p> <p><span style="background-color: #ffffff;"><span style="background-color: #ffffff; color: #000000; font-family: &amp;quot; noto sans&amp;quot;,arial,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: left; text-decoration: none; text-indent: 0px; text-transform: none; -webkit-text-stroke-width: 0px; white-space: normal; word-spacing: 0px;">Recebido: 29/09/2017<br>Aceito: 11/11/2019</span></span></p> 2020-03-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/7114 Conquistar o Tertium Datur: Sloterdijk em defesa de uma “antropologia cibernética” (entre Heidegger, Günther e Latour 2020-03-31T11:27:59-03:00 Maurício Fernando Pitta mauriciopitta@hotmail.com José Fernandes Weber jweber@uel.br <p>Martin Heidegger desenvolveu uma análise da metafísica e da tecnologia que questionava radicalmente seus pressupostos ontológicos. Contudo, para Peter Sloterdijk, autor de uma revisão do motivo da clareira (<em>Lichtung</em>) heideggeriana intitulada <em>Domesticação do ser:</em> <em>clarificando a clareira</em>, Heidegger padece daquilo mesmo que ele critica: uma pendência para a ontologia clássica que, desde pelo menos Platão e Aristóteles, separa o ser e o nada, basila o princípio de bivalência na lógica, excluindo qualquer terceira possibilidade, e permite os dualismos constitutivos da metafísica. Seguindo o antropólogo Bruno Latour, que evidenciara que “modernidade” não é senão uma crença na cisão entre os polos de forma e matéria, sujeito e objeto, natureza e cultura, também Sloterdijk vai atribuir a Heidegger a pendência à ontologia clássica, elevada ao nível da cisão entre o ôntico e o ontológico. Diante disso, o que sugere Sloterdijk? Uma alternativa à ontologia clássica na cibernética de Wiener e Günther, reatando os laços, desfeitos por Heidegger, entre ontologia e antropologia. Este trabalho tem por intenção articular a crítica de Sloterdijk, a investigação de Latour e a revisão ontológico-lógica de Günther, a fim de assentar bases para compreensão do projeto sloterdijkiano de se pensar a antropologia a partir de pressupostos cibernéticos.</p> <p><span style="background-color: #ffffff; color: #000000; font-family: &amp;quot; noto sans&amp;quot;,arial,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: left; text-decoration: none; text-indent: 0px; text-transform: none; -webkit-text-stroke-width: 0px; white-space: normal; word-spacing: 0px;"><span style="background-color: #ffffff;">Recebido: 20/07/2017<br>Aceito: 24/10/2019</span></span></p> 2020-03-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/7007 Drones, imagem-tempo e o fim do poder soberano 2020-03-31T11:27:59-03:00 Ulysses Pinheiro ulyssespinheiro@gmail.com <p>O artigo trata da especificidade de um dos produtos tecnológicos de vigilância e de ataque aéreos mais importantes em uso atualmente, os drones, mostrando em que sentido essa nova tecnologia traça um marco decisivo na evolução do domínio dos ares e, portanto, como sugere Carl Schmitt, na transformação do campo teológico-político das sociedades contemporâneas. A imanência radical do campo político proposta pelo liberalismo, diagnosticada por Schmitt, terá nos drones um de seus instrumentos mais exemplares. Para caracterizar a especificidade dos drones frente a outros aparelhos visuais e aéreos de guerra, será proposta uma aproximação com o conceito de imagem-tempo de Gilles Deleuze, de tal modo a determinar essa sua singularidade a partir das propriedades intrínsecas da imagem gerada. A principal característica da imagem-tempo deleuziana a ser integrada à análise dos drones será seu aspecto tátil. Nesse momento, a aproximação dos livros de Deleuze sobre o cinema com sua obra escrita com Félix Guattari (especialmente O anti-Édipo) será essencial para determinar a dimensão política da imagem-drone.</p> <p>Recebido: 14/06/2017<br>Aceito: 29/11/2018</p> 2020-03-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/10001 Comentário ao artigo Drones, imagem-tempo e o fim do poder soberano: a anomalia do político em Carl Schmitt 2020-03-31T11:27:59-03:00 Deyvison Rodrigues Lima deyvisonrodrigues@yahoo.com.br <p>Se fosse possível traçar um bestiário schmittiano, as figuras mais importantes seriam, sem dúvidas, o Leviathan e o Behemoth. É bem sabido que estas são metáforas utilizadas para se referir à luta entre potências marítimas e potências terrestres. Todavia, no livro Land und Meer (Terra e mar), surgem outras figuras do peculiar bestiário: a baleia – de modo literal, cuja caça fora responsável pela expansão das navegações – e um pássaro, que insere outro elemento não apenas na zoologia, mas também na bárbara geopolítica de Schmitt.</p> 2020-03-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/10002 Comentários ao artigo Drones, imagem-tempo e o fim do poder soberano: Drones e a geopolítica contemporânea 2020-03-31T11:27:59-03:00 Leonardo Monteiro Crespo de Almeida leonardoalmeida326@gmail.com <p>O artigo de Ulysses Pinheiro dá continuidade ao tipo de experimentação filosófica que já se mostrara, de maneira célebre, no projeto em comum de Gilles Deleuze e Félix Guattari, Capitalismo e Esquizofrenia: estabelece relações inusitadas, desloca autores para contextos que lhes eram estranhos, revisita campos estabelecidos para propor novas questões, tal como fizeram os dois autores, há algumas décadas.</p> 2020-03-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/7322 Ordenação moral de mundo e justificação da existência em Schopenhauer 2020-03-31T11:27:59-03:00 Wander Andrade de Paula wanderdepaula@gmail.com <p>Arthur Schopenhauer ficou conhecido como o pensador do “pessimismo filosófico”. Trata-se de uma doutrina que, em linhas gerais, apresenta uma determinada interpretação acerca do valor do mundo, mas que, em seu sentido ainda mais básico, questiona a possibilidade de atribuição de valor ao todo da existência: há “justificação” (Rechtfertigung) para a existência? A partir da resposta a essa pergunta, o filósofo alemão desenvolve sua “metafísica da vontade” e, como seu desdobramento, sua teoria da “redenção” (Erlösung), ou soteriologia. Entretanto, o “filósofo do pessimismo” também afirma, em sua obra, que há uma “ordenação moral de mundo” (moralische Weltordnung) e um “significado moral da existência” (moralische Bedeutung des Daseyns), o que parece ir na direção oposta ao “pessimismo”. O presente artigo analisa o significado das noções de ordenação moral de mundo e justificação da existência no pensamento de Schopenhauer, a fim de demonstrar em que medida significado moral da existência e pessimismo filosófico se relacionam no pensamento do autor.</p> <p>Recebido: 18/09/2017<br>Aceito: 29/06/2019</p> 2020-03-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/8165 A amplificação nos processos de informação 2020-03-31T11:27:57-03:00 Pedro Peixoto Ferreira ppf@unicamp.br Evandro Smarieri esmasoares@gmail.com <p>O texto "L'amplification dans les processus d'information" corresponde à apresentação&nbsp;de Gilbert Simondon no Colloque de Royaumont de 1962, organizado pelo próprio Simondon e intitulado <em>Le Concept d’information dans la science contemporaine</em>. O texto busca esclarecer alguns pontos divergentes entre a perspectiva cibernética de informação e aquela proposta por Simondon, menos preocupada com a transmissão de mensagens e mais atenta à condição de metaestabilidade do receptor. O texto tem grande potencial esclarecedor de ideias desenvolvidas nas principais obras do filósofo, e assim pode servir como porta de entrada ao seu pensamento. O texto foi publicado em 2010 na&nbsp;coletânea <em>Communication et information: cours et conférences</em> (Chatou: Les Éditions de la Transparence).</p> 2020-03-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement##