http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/sobama/issue/feed REVISTA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ATIVIDADE MOTORA ADAPTADA 2020-07-28T14:22:50-03:00 Eduardo José Manzini eduardo.manzini@unesp.br Open Journal Systems <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;">A Revista da Associação Brasileira de Atividade Motora Adaptada é uma publicação semestral que foi criada para atender às necessidades de divulgação e discussão da produção científica e de assuntos da área de Atividade Motora Adaptada. É órgão oficial da&nbsp;Associação Brasileira de Atividade Motora Adaptada &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</p> <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;">A Revista aceita a submissão de manuscritos originais de profissionais e pesquisadores de diferentes áreas como Educação Física e Esportes, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Educação Especial, Psicologia e outras, cujos manuscritos tenham perfis direcionados à área de Atividade Motora Adaptada ou pertinente aos interesses dos leitores da revista da Sobama.</p> <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;">&nbsp;</p> <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;"><strong>Revista da Associação Brasileira de Atividade Motora Adaptada</strong><br>e-ISSN 2674-8681<br><em>Continuação de</em>:&nbsp;<strong>Revista da Sociedade Brasileira de Atividade Motora Adaptada</strong> -&nbsp;e-ISSN 2359-2974 | ISSN 1413-9006</p> http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/sobama/article/view/9752 PERFIL MOTOR DE CRIANÇAS COM O TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA APÓS OITO SEMANAS DE ESTIMULAÇÃO PSICOMOTORA 2020-07-28T14:22:50-03:00 Julia Muniz Dias diasmunizjulia@gmail.com Sulamita Melo Delazari sulamitadelazari18@gmail.com Eveline Torres Pereira evelinetorresufv@gmail.com Elizângela Diniz elizangela.fernandes.f@gmail.com <p>Cerca de 70 milhões de pessoas possuem o transtorno do espectro autista (TEA) no mundo. Crianças com esse transtorno têm um o objetivo do presente estudo foi avaliar o perfil motor de crianças com TEA no momento pré e pós oito semanas de intervenção psicomotora no município de Ubá, Minas Gerais. Para isso, foi desenvolvida uma pesquisa de campo, tendo como instrumento de coleta de dados a Escala do Desenvolvimento Motor (EDM). Participaram desse estudo, quatro crianças com diagnóstico de TEA, com idade entre seis e nove anos, sendo elas avaliadas em dois momentos antes e após o programa de oito semanas de estimulação psicomotora. Os resultados indicaram que embora tenha ocorrido um aumento nos valores do quociente motor geral de dois participantes, esses não foram suficientes para alterar a classificação do perfil motor após oito semanas de intervenções.</p> <p>Recebido em: 02/02/2020</p> <p>Reformulado em: 07/02/2020</p> <p>Aceito em: 10/02/2020</p> <p>&nbsp;</p> 2020-02-10T12:20:14-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/sobama/article/view/9696 ALUNOS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NA ESCOLA REGULAR: RELATOS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2020-07-28T14:22:48-03:00 Juliana Maia julianatmaia@gmail.com Giandra Anceski Bataglion giandraanceski@gmail.com Janice Zarpellon Mazo janice.mazo@ufrgs.br <p>O objetivo deste estudo é apresentar a percepção de docentes de Educação Física de Porto Alegre e Região Metropolitana, no Rio Grande do Sul, acerca da inclusão de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na escola regular. Nesse contexto, foram realizadas entrevistas semiestruturadas com oito professores de Educação Física que possuem alunos com TEA. A interpretação das informações ocorreu por meio da análise temática de conteúdo. A partir dos relatos dos professores, identificaram-se aspectos da participação dos alunos com TEA nas aulas de Educação Física escolar: tendência em seguir rotinas, incluindo atividades, materiais e pessoas; melhor engajamento em atividades exploratórias e de manipulação de objetos no Ensino Infantil; maior participação em atividades com etapas previamente definidas no Ensino Fundamental. As estratégias docentes incluem atentar para as particularidades das crianças com TEA, traçando-se objetivos e métodos condizentes com as necessidades e potencialidades individuais. Atividades e objetos próprios da rotina de cada aluno foram citadas como forma de se estabelecer o engajamento inicial nas aulas, seguidas pelo uso de distintas estratégias, a fim de se promover a inclusão nas aulas em igualdade aos pares sem deficiência. A mediação por pares foi mencionada, suscitando benefícios à turma de alunos. Ademais, o trabalho interdisciplinar foi referido como indispensável à efetiva Educação Inclusiva. Conclui-se que as características apresentadas pelos alunos com TEA nas aulas de Educação Física, levam os professores a buscarem estratégias que lhes permitam favorecer o ensino e a aprendizagem destes, sendo as habilidades sociais amplamente evidenciadas nesse processo.</p> <p>Recebido em: 20/01/2020</p> <p>Reformulado em: 12/03/2020</p> <p>Aceito em: 12/03/2020</p> 2020-03-19T14:08:48-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/sobama/article/view/9944 A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA ATUAÇÃO JUNTO AOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA EM BOA VISTA-RR 2020-07-28T14:22:45-03:00 Ygor Leandro Beschorner de Castro ygorleandrobeschorner@hotmail.com Giselle Fontenelle de Matos fontenelle600@gmail.com Lucas Portilho Nicoletti lucas-nicoletti@hotmail.com Vinicius Denardin Cardoso vinicardoso@yahoo.com.br <p>O objetivo do estudo foi investigar a opinião dos professores de Educação Física sobre a formação acadêmica para o trabalho docente com alunos com deficiência. A amostra foi constituída por 21 professores de Educação Física da rede pública e privada de ensino de Boa Vista/RR, de ambos os gêneros e com média de idade de 37,6 anos. Para coleta de informações foi utilizado o questionário adaptado de Mendes (2013), composto por 09 questões objetivas. Os resultados foram analisados através de estatística descritiva. Constatamos que: a) disciplinas voltadas para a inclusão na formação acadêmica, grande parte dos professores (33%) cursaram apenas uma disciplina, seguido de outros (24%) que cursaram 2 disciplinas; b) no que se refere a participação de cursos em Educação Física Adaptada, grande parte dos professores (76%), participaram de cursos; c) em relação a preparação para ministrar aulas inclusivas na Educação Física Escolar, (57%) relatam se sentirem preparados, seguido de (38%) que não se sentem preparados. Dessa forma, concluímos que, para os professores participantes da pesquisa, é fundamental a inserção de disciplinas voltadas à pessoa com deficiência no Ensino Superior, uma vez que poderá auxiliar os futuros docentes a ultrapassarem desafios da sala de aula e contribuir com os seus métodos de ensino. Também, a formação docente e a participação em cursos específicos em Educação Física Adaptada podem ser diferenciais para a atuação de Professores de Educação Física junto a alunos com deficiência na escola.</p> <p>&nbsp;</p> <p>Recebido em: 24/03/2020<br>Reformulado em: 09/04/2020<br>Aceito em: 10/04/2020</p> 2020-04-11T15:16:42-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/sobama/article/view/10111 INCLUSÃO E O ESPORTE ADAPTADO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: O QUE PENSAM OS PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO? 2020-07-28T14:22:43-03:00 Leonardo Cavalheiro Scarpato lc.scarpato@uol.com.br Paula Teixeira Fernandes paula@fef.unicamp.br José Júlio Gavião Almeida gaviao@fef.unicamp.br <p>A criança, a deficiência e o Esporte Adaptado compõem a gama de assuntos relevantes e recorrentes na área da Educação Física Escolar Adaptada, influenciando a discussão sobre novas possibilidades metodológicas no processo educacional. Neste sentido, buscamos perspectivas e novos caminhos para o Esporte Adaptado como conteúdo na Educação Física Escolar Adaptada. Assim, o objetivo deste trabalho foi identificar a inclusão e o Esporte Adaptado na Educação Física Escolar a partir da perspectiva dos professores da rede pública de ensino da cidade de Campinas, enfatizando as dificuldades e as possibilidades de atuação no processo inclusivo de ensino. Para isso, adotou-se a abordagem metodológica quali-quantitativa, com a utilização de um roteiro para entrevista semiestruturada, delineado a partir do Projeto Piloto, composto por anamnese inicial e nove perguntas abertas, divididas em três eixos temáticos específicos: inclusão e a criança com deficiência, Educação Física Adaptada e suporte e apoio institucional. Foram entrevistados oito professores de Educação Física Escolar da rede pública em 2019, com idade média de 44 anos, concluíram a graduação há aproximadamente 20 anos e trabalhavam com 10 crianças com deficiência. Os resultados mostraram que, apesar da compreensão efetiva da aplicabilidade dos Esportes Adaptados, a eficácia de sua aplicação ainda é ineficiente. A vertente norteadora abordada neste artigo é relativa aos Esportes Adaptados como conteúdo da Educação Física Adaptada. Abrimos, assim, uma janela de possibilidades científicas fundamentais para o desenvolvimento de investigações no esporte adaptado. Portanto, despertam-se caminhos, e por ser processo e não fim, possibilitam-se novas propostas científicas e proposições interdisciplinares.</p> <p>Recebido em: 17/04/2020</p> <p>Reformulado em: 23/05/2010</p> <p>Aceito em: 24/05/2010</p> 2020-05-24T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/sobama/article/view/10243 PERFIL SOCIECONÔMICO E DE PRÁTICA ESPORTIVA DE ATLETAS DE BOCHA PARALÍMPICA DE SANTA CATARINA/BRASIL 2020-07-28T14:22:41-03:00 Gabriel Renaldo de Sousa gabrielrdesousa@gmail.com Marilia Garcia Pinto mari_garciapinto@yahoo.com.br <p>O objetivo do presente estudo foi verificar o perfil socioeconômico e de prática esportiva de atletas<br>que participaram do Circuito Catarinense de Bocha Paralímpica. A pesquisa possui delineamento<br>transversal, tendo o total de 22 atletas participantes da pesquisa. Foi realizada uma entrevista com uso de<br>instrumento com perguntas fechadas sobre questões socioeconômicas e de prática esportiva no âmbito<br>do treinamento e no ambiente escolar. Os resultados indicaram que a maioria dos atletas era do sexo<br>masculino (72,7%) que tiveram até oito anos de frequência escolar (68,4%) e de classe econômica baixa.<br>Na parte de prática esportiva, a média foi de cinco anos de prática de bocha e a maioria não participou e/<br>ou não participava das aulas de Educação Física na escola (55,1%). Conclui-se que a maioria dos atletas<br>era do sexo masculino, de baixo nível socioeconômico e que não participaram das aulas de Educação<br>Física em ambiente escolar.</p> <p>Recebido em: 19/05/2020</p> <p>Reformulado em: 02/06/2020</p> <p>Aceito em: 02/06/2020</p> 2020-06-02T15:38:25-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/sobama/article/view/10230 CAPOEIRA: MUSICALIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL 2020-07-28T14:22:39-03:00 Anderson Rodrigues de Carvalho andersonfbmkxr@gmail.com Andreia Salvador Baptista deiasalvador1@yahoo.com.br Milena Pedro de Morais milena.educacaofisica@gmail.com <p>Através de frequências, vibrações, pulsos e ritmos pode-se sentir a música e reproduzi-la de várias<br>maneiras, sendo um instrumento facilitador para o desenvolvimento motor, social e afetivo de pessoas<br>com Deficiência Intelectual. Neste sentido, o objetivo deste estudo foi avaliar o desenvolvimento da<br>coordenação motora global através da aprendizagem do “Movimento da Palma” e do “Batuque no<br>pandeiro” em três intensidades rítmicas, sendo 64 bpm, 120 bpm e 184 bpm. Foram participantes<br>12 pessoas com Deficiência Intelectual com idade entre 18 e 65 anos. A coleta de dados ocorreu antes<br>e após a realização de uma sequência pedagógica para a aprendizagem do Movimento da Palma e do<br>Batuque no Pandeiro. A análise dos dados ocorreu com o Software para Análises Estatísticas SPSS versão<br>21. Os resultados apontam diferenças significativas entre as médias apresentadas pelos participantes<br>antes e pós-intervenção pedagógica. Conclui-se que o ensino do movimento “Batuque no Pandeiro”<br>aliado à expressão rítmica e o ensino do “Movimento da Palma” na baixa velocidade (64 bpm) podem<br>ser considerados facilitadores para o processo de aprendizagem da musicalidade rítmica da pessoa com<br>deficiência intelectual, além de promover aprimoramento rítmico e da coordenação motora global.</p> <p>Recebido em: 16/05/2020<br>Reformulado em: 27/05/2020<br>Aceito em: 28/05/2020</p> 2020-06-02T15:39:52-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/sobama/article/view/10299 PARÂMETROS DE IDADES DE ATLETAS PARALÍMPICOS: UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE MEDALHISTAS E NÃO MEDALHISTAS EM COMPETIÇÕES INTERNACIONAIS 2020-07-28T14:22:31-03:00 Jacqueline Martins Patatas jacqueline.patatas@vub.be Rafael Lima Kons rafael.kons@posgrad.ufsc.br <p>O objetivo deste estudo foi comparar os parâmetros de idades (cronológica, início da prática esportiva, identificação do talento esportivo e transição para o alto rendimento) entre atletas paralímpicos medalhistas e não medalhistas em competições internacionais e adicionalmente verificar a associação entre origem da deficiência e sexo no alcance do sucesso esportivo. Participaram deste estudo trezentos e quarenta e cinco para-atletas brasileiros de quinze modalidades paralímpicas. Os atletas responderam a um questionário online contendo informações referente aos parâmetros de idade de acordo com as fases da carreira esportiva, aquisição da deficiência, sexo e medalha obtidas em competições internacionais. Para comparar as variáveis de idade entre os atletas medalhistas e não-medalhistas foi utilizado teste t de <em>Student</em> para amostras independentes e o teste de Qui-quadrado para verificar associação entre os tipos de origem da deficiência (adquirida e congênita) e sexo (masculino e feminino) adotando-se nível de significância de p?0,05. Os resultados demonstraram diferença significativa para transição para o alto rendimento, sendo maior para atletas medalhistas (p&lt;0,001) e associação significativa entre medalhas obtidas e sexo (?2=4,086; p=0,043) demonstrando que atletas do sexo feminino possuem maior percentual de medalhas, comparado ao sexo masculino. Não foram encontradas diferenças para os outros parâmetros de idade (p&gt;0.05) e nenhuma associação para diferenças entre as origens da deficiência (?2=0,244; p=0,62). Concluímos que atletas que alcançam mais sucesso no alto rendimento tendem a ser mais velhos e que atletas do sexo feminino tem um maior percentual de obter medalhas a longo prazo quando comparado à atletas do sexo masculino.</p> <p>Recebido em: 01/06/2020</p> <p>Reformulado em: 05/06/2020</p> <p>Aceito em: 05/06/2020</p> 2020-06-25T06:43:44-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/sobama/article/view/10050 INFLUÊNCIA DE UM PROGRAMA DE TREINAMENTO FUNCIONAL SOBRE APTIDÃO CARDIORRESPIRATÓRIA E A CAPACIDADE FUNCIONAL EM INDIVÍDUOS COM SÍNDROME DE DOWN: UM ESTUDO PILOTO 2020-07-28T14:22:35-03:00 Emanuel de Oliveira Carvalho manu_carvalho18@hotmail.com Gisele Silva gisele_gisa08@hotmail.com Lucimara Machado lucimara_tmz@hotmail.com Everaldo Lambert Modesto everaldo.modesto@uenp.edu.br <p>Indivíduos com síndrome de Down (SD), apresentam um estilo de vida sedentário e, consequentemente, uma baixa aptidão cardiorrespiratória e capacidade funcional, podendo muitas vezes influenciar de maneira negativa nas suas atividades de vida diária. Objetivou verificar a influência de um programa de treinamento funcional (TF) de oito semanas sobre a capacidade funcional e aptidão cardiorrespiratória em indivíduos com SD pertencentes à escola APAE da cidade de Tomazina-PR. O trabalho foi aprovado pelo CEP 1.215.776, participaram do estudo cinco indivíduos com SD, com idades entre 17 e 35 anos, nos quais foi aplicado um programa de intervenção no período de oito semanas constituído por dez exercícios físicos funcionais trabalhados em forma de circuito. Os dados foram tratados por meio de estatística não paramétrica e Delta Bruto e Delta percentual (?%) de cada variável. O nível de significância adotado para verificar alterações entre os momentos pré e pós intervenção foi de (<em>P</em>&gt;0,05). Os resultados indicaram que após o programa de TF, verificou-se um aumento na distância percorrida por todos os participantes através do teste de caminhada de seis minutos (TC6min), com aumento médio de 3,1% na distância percorrida no momento pós intervenção. Em relação ao teste funcional Timed “Up and Go” (TUG), houve uma redução média no tempo de -12,66%, quando comparados ao momento pré-intervenção. Conclui-se que o programa de TF se apresentou como uma ferramenta acessível e viável, contribuindo para melhora do sistema cardiovascular e da mobilidade funcional dos indivíduos com SD.</p> <p>&nbsp;</p> <p>Recebido em: 06/04/2020</p> <p>Reformulado em: 14/06/2020</p> <p>Aceito em: 15/06/2020</p> <p>&nbsp;</p> 2020-06-25T06:34:26-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/sobama/article/view/10130 JOGOS DE TABULEIRO E DE MESA NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: CONSTRUÇÃO DE ADAPTAÇÕES PARA INCLUSÃO ESCOLAR DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA 2020-07-28T14:22:37-03:00 Karla Pereira Tives ktives@yahoo.com.br Marcelle de Oliveira Martins martins575@yahoo.com.br Lizete Wasem Walter lizeteewasem@gmail.com Maria Luíza Tanure Alves tanure@unicamp.br <p>Estudos realizados no âmbito da inclusão escolar em aulas de educação física apontam que a inclusão escolar está associada à construção de um senso de pertencimento ao grupo pelo aluno com deficiência. Neste sentido, incluir exige mais do que a simples presença física na sala de aula, mas sim aceitação e envolvimento com a comunidade escolar como um todo. Nas aulas de educação física (EF), professores relatam dificuldades para promover a participação do aluno com deficiência, em diferentes conteúdos. Este trabalho relata a experiência de uma ação pedagógica realizada com alunos de uma escola pública de Florianópolis, apresentando a adaptação de jogos de mesa e de tabuleiro para participação da pessoa com deficiência. Participaram desta ação 135 alunos do Ensino Fundamental II, sendo as turmas do 7º, 8º e 9º ano, durante 18 aulas de EF. A ação pedagógica foi estruturada em quatro etapas 1) problematização; 2) pesquisa; 3) planejamento e aplicação; 4) socialização dos jogos. Ao final, foram criados seis jogos adaptados para pessoas com deficiência visual, auditiva, física e intelectual, que foram posteriormente socializados com toda a escola. Com materiais simples, criatividade e comprometimento foi possível mostrar como a adaptação, ao se abordar jogos de tabuleiros, contribui para tornar as aulas de EF mais inclusivas e acessíveis a todos.</p> <p>Recebido em: 23/04/2020</p> <p>Reformulado em: 03/06/2020</p> <p>Aceito em: 04/06/2020</p> 2020-06-05T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/sobama/article/view/10139 FOOTGOLF ADAPTADO: O PROCESSO DE ADAPTAÇÃO DE UMA MODALIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA 2020-07-28T14:22:33-03:00 Rafael Estevam Reis rafael_e_reis@hotmail.com Vinicius Bernardo Stdrezk challenge.vine@hotmail.com Paulo Roberto Moreira paulo.moreira@unicesumar.edu.br <p>O objetivo central deste estudo é o de apresentar a adaptação da modalidade footgolf para pessoas com deficiência. O trabalho se dividiu em dois momentos, inicialmente precisou se focar em apresentar conceitualmente o Footgolf e o movimento do Esporte Adaptado. Num segundo momento, concentramos nossos esforços em apresentar as classes criadas para o processo de adaptação da modalidade Footgolf, explicando passo a passo o processo e detalhando as característica de cada um desses grupos e de suas deficiências. Para isso, foi criado um quadro demonstrativo posteriormente destrinchado. Optamos por criar cinco classes funcionais, abrangendo todas as deficiências existentes (Deficiência física, visual, intelectual e auditiva) onde cada classe refere-se a um grupo de deficiência e suas especificidades. O processo de adaptação de uma modalidade para pessoas com deficiência é complexo e demorado, no sentido de padronizar suas regras em vários países e continentes. Ao criar essa modalidade, não temos a pretensão de definir as regras e as classes de forma definitiva, esse é o momento de organizar eventos esportivos onde o Footgolf Adaptado seja jogado, jogado, analisado, e aperfeiçoado, para que continue se desenvolvendo e buscando o alinhamento necessário para que a prática esportiva seja cada vez mais adequada. Por fim, esperamos que cada vez mais pessoas com deficiência desfrutem desse esporte, e que Footgolf convencional e adaptado possam, crescer e se desenvolver paralelamente.</p> <p>Recebido em: 27/04/2020</p> <p>Reformulado em: 17/06/2020</p> <p>Aceito em: 21/06/2020</p> <p>&nbsp;</p> 2020-06-25T06:38:26-03:00 ##submission.copyrightStatement##