Revista Novos Rumos
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<p>A revista <em>Novos Rumos </em>é expressão político cultural do Instituto Astrojildo Pereira desde o início de 1986, quando começou a circular. A revista (assim como o IAP) passou por fases diversas, acompanhando o fluxo do tempo político e cultural, fazendo parte, na sua miudez, da contradição em processo no nosso tempo. Manteve sempre o objetivo de acompanhar, perscrutar e criticar os fundamentos do tempo presente, mas a partir de um campo cultural e de um ponto de vista teórico e metodológico bem delimitado, que é aquele que tem na obra Karl Marx e no projeto da emancipação humana a sua clara origem e referência. Uma rápida consulta às edições publicadas indica como a revista tem se dedicado a apresentar textos teóricos de qualidade, textos que enriquecem o conhecimento da história do marxismo e do movimento operário e revolucionário, textos que esclarecem a necessidade de se afirmar o trabalho como fundamento do ser social do homem, além de artigos de crítica do imperialismo atual, de critica cultural e outras.</p>Faculdade de Filosofia e Ciênciaspt-BRRevista Novos Rumos0102-5864Palavra do Editor
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<p>Palavra do Editor Marcos del Roio a esta edição.</p>Marcos Del Roio
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2019-12-212019-12-21562Glosas al pensamiento de José Martí. Un libro que debe escribirse
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<p class="style5" style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"><span lang="ES-TRAD" style="color: black;">Nesta edição de homenagem aos 60 anos da Revolução Cubana, a organização da Seção Documentos é de Paulo Douglas Barsotti (FGV-SP e IAP-SP), Angélica Lovatto (Unesp) e Luiz Bernardo Pericás (USP). E inclui a primeira e segunda partes da Seção Artigos, com a publicação de texto da filósofa cubana Isabel Monal e dois textos do revolucionário cubano Julio Antonio Mella.</span></p> <p class="style5" style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"><span lang="ES-TRAD" style="color: black;">"Hace mucho tiempo que llevo en el pensamiento un libro sobre José Martí, libro que nhelaría poner en letras de imprenta. Puedo decir que ya está ese libro en mi memoria. Tanto lo he pensado, tanto lo he amado, que me parece un viejo libro leído en la adolescencia. Dos cosas han impedido realizar el ensueño. Primero: la falta de tiempo para las cosas del pensamiento. Se vive una época que hace considerar todo el tiempo corto para HACER". Julio Antonio Mella (1926)</span></p>Julio Antonio Mella
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2019-12-212019-12-21562Imperialismo, tirania, soviete
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<p>Publicado originalmente com o título “Imperialismo, tiranía, soviet”, in <em>Venezuela Libre, </em>Havana, 1º de junho de 1925. Traduzido por Luiz Bernardo Pericás. </p> <p> </p>Julio Antonio Mella
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2019-12-212019-12-21562A provocação imperialista aos sovietes
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<p>Publicado originalmente in <em>El Machete, </em>No. 67, México, terceira semana de junho de 1927, págs. 1 e 2, e assinado com o pseudônimo Cuauhtémoc Zapata. Traduzido por Luiz Bernardo Pericás. </p> <p>"A União Soviética sofre um novo ataque. Primeiro foi a invasão armada dos exércitos imperialistas. Mais tarde, a proteção aos bandos de mercenários “brancos”. Hoje se aspira a acabar com a primeira república de trabalhadores e camponeses através de uma guerra internacional incitada pelos imperialistas. A era das provocações está em andamento. Em distintos países sucedem acontecimentos que obedecem a uma só consigna: a dos imperialistas (principalmente a Inglaterra do assustado Chamberlain)". (Julio Antonio Mella, 1927) </p>Julio Antonio Mella
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2019-12-212019-12-21562José Martí: del liberalismo al democratismo antiimperialista
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<p>José Martí, salvo de versos y una novela, no llegó nunca a escribir un libro. No obstante, su extensa y prolífica labor de prosista llena varios volúmenes. Las expresiones que dejó de su pensamiento político y social ha habido que rastrearlas, dispersas, a lo largo de crónicas, artículos, discursos, cartas, etcétera. Aún así, podría afirmarse, sin temor a exagerar, que cada tarea que el Maestro llevó a cabo estaba permeada por su concepción de los problemas vitales que enfrentaba el hombre de su época, especialmente el de las dos Américas; si bien el trazo de los rasgos de su ideario político y social no es tarea fácil, debido a lo inorgánico y copioso del material.</p>Isabel Monal
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2019-12-212019-12-21562Marxismo e comunismo nos 200 anos do nascimento de Marx
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<p>O artigo resume a última conferência de Domenico Losurdo, realizada na cidade de Ancona em abril de 2018. O conceito de mundialização da história, universalidade, moralidade e humanismo integral é posto em relação com o pensamento marxista e as lutas do movimento comunista que emergem a partir dele. Neste contexto um grande destaque é atribuído a autores como Lênin e Gramsci, que souberam desenvolver as formulações teórico-políticas de Marx e Engels sem remover o problema colonial e as demais lutas concretas que marcam a mundialização da história no século XX, como a luta contra a escravidão e pela libertação feminina. O marco histórico decisivo destas lutas é a Primeira Guerra Mundial e a Revolução de Outubro que se lhe seguiu e se afirmou na luta contra o projeto colonialista e de reintrodução da escravidão do nazifascismo na Europa Oriental. Por fim, recordando as atuais tentativas de retorno dos movimentos neofascistas e neonazistas, bem como as investidas coloniais ainda hoje existentes, o autor sustenta que a luta pela constituição do conceito de humanidade ainda não terminou.</p>Domenico Losurdo
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2019-12-212019-12-21562Interregno hegemônico? Uma avaliação sobre a hegemonia dos Estados Unidos a partir da análise das relações de força dos cadernos carcerários de Gramsci
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<p>O objetivo deste texto é argumentar em prol da hipótese de que elementos conjunturais apontam inacuradamente um interregno hegemônico, perdendo de vista um processo histórico mais amplo que sustenta a manutenção da hegemonia norte-americana. A linha de argumento desenvolvida se vale de elementos da categoria de hegemonia e da análise das relações de força, ambas desenvolvidas por Antonio Gramsci, situando vários processos históricos em termos de uma revolução passiva. Tais referências buscam metodologicamente se diferenciar de análises que privilegiam aspectos conjunturais, ou de ênfase econômica, política, estatal ou uma perspectiva estritamente internacional. De forma alternativa, elas tentam situar a hegemonia em um processo histórico mais amplo em suas múltiplas dimensões, conectando organicamente as relações sociais fundamentais no nível nacional com o plano internacional. Nestes termos mencionados, uma breve análise busca situar em linhas gerais os processos históricos dos Estados Unidos e da China.</p>Rodrigo Duarte Fernando dos Passos
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2019-12-212019-12-21562Da soberania popular à accountability: as disputas sobre a definição de democracia e a política externa estadunidense
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<p>O artigo discute a relação entre liberalismo e democracia em diferentes momentos históricos, comparando definições de democracia ao longo da História Contemporânea, a partir das Revoluções Francesa e Americana. Procura-se entender quais questões sociais centrais que estavam subjacentes às distintas definições de democracia, bem como os projetos políticos que informavam tais definições. Procura-se, essencialmente, mapear os pontos de virada no pensamento liberal sobre a democracia, com destaque para a visão procedimentalista de meados do século XX e para o debate dos anos 1990.</p>Rejane Carolina Hoeveler
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2019-12-212019-12-21562O Problema Nacional na Guiana Francesa e a Luta pela Independência
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<p>Durante a Segunda Guerra Mundial, a Guiana Francesa vivenciou dois tipos de alinhamento político. A partir de 1941, foi incorporada, enquanto colônia, a França colaboracionista, respondendo às ordens de Vichy. Em 1943, com as sucessivas vitórias da resistência, a derrota dos nazistas na União Soviética e o avanço dos aliados, sua população decidiu majoritariamente pela expulsão das autoridades e ao apoio a França livre, então comandada pelo General De Gaulle.</p>Iuri Cavlak
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2019-12-212019-12-21562Trabalho e ação coletiva no Wall Mart Brasil
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<p>O objetivo do artigo é analisar como a ação individual ou coletiva dos trabalhadores tem influenciado e resistido ao regime de trabalho existente nas lojas do Walmart no Brasil. Argumentamos que esse regime resulta de uma complexa articulação entre processos globais e arranjos que se consolidam nacionalmente e no local de trabalho. A partir de pesquisa de campo em 3 lojas, de entrevistas com trabalhadores e sindicalistas, da análise de processos trabalhistas do TST e de documentos da empresa e sindicais, o artigo chama atenção para 3 aspectos principais: 1) os limites e possibilidades de ação dos trabalhadores que resultam das características do seu processo e organização do trabalho e da política da empresa; 2) as iniciativas sindicais no nível nacional e internacional e seus impactos no Brasil e 3) a judicialização do conflito e o papel da Justiça do Trabalho.</p>Patrícia Rocha Lemos
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2019-12-212019-12-21562A agonia do nacional-popular
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<p>Partindo do reconhecimento de que vivemos hoje no Brasil uma situação de profunda regressão cultural e derrota dos projetos emancipatórios, esse ensaio pretende refletir sobre o declínio das formas de criação e expressão daquela visão de mundo democrática e historicista que Antonio Gramsci chamou de "nacional-popular". O enfraquecimento dessa representação alternativa da nação é algo que se verifica não apenas por meio de uma análise empírica dos produtos culturais consumidos pela população brasileira, mas pela constatação do rareamento, no âmbito da sociedade civil, dos aparelhos culturais em que atuam os intelectuais na organização de uma concepção de mundo alternativa.</p>Luciana Goiana Barboza
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