“Negro e branco pobre, tudo é escravo, mas tem tudo na mão”: discussões sobre raça e classe no romance Jubiabá de Jorge Amado

  • Geferson Santana Editor Gerente da Revista Nordestina de História do Brasil (RNHB), vinculada à Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).
Palavras-chave: Bahia. Classe e raça. Jorge Amado. Jubiabá.

Resumo

O presente artigo analisa como Jorge Amado representou os problemas em torno da ideia de raça e classe, no Brasil, a partir do romance Jubiabá, publicado em 1935. Esta obra construiu o primeiro herói negro da literatura brasileira, Antônio Balduíno, inspirado na estética do realismo socialista da União Soviética (URSS), que nos incita a discutir sobre os elementos conceituais em torno desse movimento artístico-literário e como este influenciou na produção intelectual do escritor baiano. Esta análise nos permitiu entender como os tipos (personagens) e cenários foram criados numa relação dialógica com o contexto histórico da cidade de Salvador da primeira metade do século XX.

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Publicado
2019-06-30
Seção
Crítica Cultural