Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis <p>A&nbsp;<strong>Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia</strong>&nbsp; é uma revista eletrônica acadêmica na área de Filosofia que tem por missão&nbsp;publicar e divulgar pesquisas de pós-graduandos e pós-graduados a partir de um criterioso processo de avaliação. Surgiu em 2009 da iniciativa conjunta dos pós-graduandos em Filosofia do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Campus de Marília-SP.&nbsp;</p> pt-BR revistakinesis@ymail.com (Ricardo Pereira Tassinari) revistakinesis@ymail.com (Editores) Wed, 23 Oct 2019 09:54:43 -0200 OJS 3.1.1.2 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Editorial http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/9338 <p>A Kínesis tem o prazer de tornar público mais o Número Especial “Estética e Filosofia da Arte”. Foram aprovados sete artigos. Agradecemos aos pareceristas <em>ad hoc </em>e aos autores por nos confiarem a publicação de suas pesquisas.&nbsp;Esperamos que nossos leitores apreciem mais esse Número Especial.&nbsp;</p> Rafael dos Reis Ferreira, João Antonio de Moraes, Pedro Bravo de Souza, Nathália Cristina Alves Pantaleão, Júlio César Rodrigues da Costa, Yago Antonio de Oliveira Morais ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/9338 Sun, 20 Oct 2019 01:00:00 -0200 FILOSOFIA DA ARTE E TEORIA ESTÉTICA: UM DEBATE ENTRE HEGEL E KANT http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/9325 <p>O objetivo é propor uma conversa entre Kant e Hegel a partir da “Dedução histórica do verdadeiro conceito da arte” e da “A filosofia kantiana”, partes da “Introdução” do primeiro volume dos Cursos de estética de Hegel, nas quais o filósofo apresenta suas concordâncias e divergências em relação à teoria estética de Kant para, posteriormente, compreender as razões pelas quais Kant não pôde efetivar a unidade entre sensível e inteligível. Portanto, para compreensão das diferentes fundamentações a partir das quais os filósofos desenvolvem a investigação sobre a beleza, nosso ponto de partida é a distinção entre a filosofia da arte de Hegel e a e teoria estética kantiana.</p> Carolina Miranda Sena ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/9325 Wed, 16 Oct 2019 00:00:00 -0300 O GÊNIO DIDEROTIANO E A POÉTICA DAS MONTANHAS http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/9326 <p>O presente artigo tem como objetivo caracterizar o conceito de gênio conforme os textos de juventude de Denis Diderot. Procedendo com a análise de obras dos anos 1740 e 1750, sobretudo os Diálogos sobre o Filho natural (1757), veremos como a ideia de gênio é representada pela união de características que, à primeira vista, podem parecer inconciliáveis.</p> Kamila Cristina Babiuki ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/9326 Wed, 16 Oct 2019 00:00:00 -0300 SOY ELOÍSA Y TAMBIÉN SOY UN RÍO: EXCEDENTE DE SENTIDO EN INVOCACIÓN DE ELOÍSA DE GONZALO LIZARDO http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/9327 <p>Invocación de Eloísa, de Gonzalo Lizardo, contiene un tejido simbólico que conecta con lo sagrado, el mito y el amor/erotismo, zonas cargadas de excedente de sentido en palabras de Paul Ricoeur, Freud: una interpretación de la cultura. El funcionamiento de dichos conceptos, dentro de la novela, se explica mediante la propuesta hermenéutica de Gloria Prado (Creación, recepción y efecto), principalmente. El presente trabajo muestra la relación del personaje de Eloísa con otras figuras literarias: sirena, hada y bruja.</p> Maritza M. Buendía ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/9327 Wed, 16 Oct 2019 00:00:00 -0300 NIETZSCHE E A PELEJA POR UMA VERDADE ARTÍSTICA http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/9328 <p>Esse artigo pretende investigar como o filósofo F. Nietzsche se lançou em defesa de um saber trágico, exaltando uma verdade artística em contraposição a uma verdade científica. Como pano de fundo para essa tarefa aparecerá a arte trágica dos gregos e como flor terminal a crítica nietzschiana ao estabelecimento da verdade como uma consequência moral. Por isso, há uma explicação para a junção das duas pulsões dionisíaca e apolínea na arte grega da tragédia e outra para sua separação através do consciente indivíduo socrático, neste caso, puramente apolíneo.</p> Rafael Alvarenga Gomes ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/9328 Wed, 16 Oct 2019 00:00:00 -0300 A IMPORTÂNCIA DO SOM E DO OUVIR EM NIETZSCHE E LEVINAS http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/9329 <p>O presente trabalho visa explorar a dimensão do som e do ouvir na perspectiva de dois filósofos cujo pensamento é tão original quanto distante um do outro. Num primeiro momento buscamos estabelecer a importância do som e da audição em Nietzsche através dos conceitos de apolíneo e dionisíaco situados no cerne do problema estético da tragédia grega apontando também resquícios dessa dinâmica em obra posterior, especificamente, “A gaia ciência”. Num segundo momento, exploraremos o tema no pensamento de Levinas articulando as noções de som e audição com sua proposta ética salientando como o ouvir o apelo do Outro é condição para o acolhimento da alteridade.</p> Romulo Alessandro Ribeiro ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/9329 Wed, 16 Oct 2019 00:00:00 -0300 SHAKESPEARE E DERRIDA: CONSIDERAÇÕES SOBRE TRADUÇÃO E PERDÃO EM “O MERCADOR DE VENEZA” http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/9330 <p>Este trabalho tem como horizonte a leitura e consideração das noções de tradução e perdão, a partir daquilo que a contemporaneidade convencionou chamar de desconstrução. Esse pensamento ou, como sustentaremos, esse idioma filosófico da desconstrução teve na figura de Jacques Derrida sua expressão mais consistente. Tomando como pontos de partida a cena bíblica de Babel e a peça O mercador de Veneza, de Shakespeare, veremos como, para Derrida, tanto a tradução quanto o perdão são atravessados pelo caráter de impossibilidade que é, ao mesmo tempo, a sua chance de acontecer ou ter lugar. Trata-se, portanto, de dar a pensar algumas das questões contidas na cena babélica e na comédia do dramaturgo inglês, relativas à tradução e à ideia de perdão, a partir do apelo incondicional da desconstrução derridiana. Dando relevo ao caráter aporético da tradução, verifica-se aí ao mesmo tempo a impossibilidade e a possibilidade de perspectivação do perdão ele mesmo.</p> Victor Dias Maia Soares ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/9330 Wed, 16 Oct 2019 00:00:00 -0300 A FISIOLOGIA DA ESTÉTICA EM NIETZSCHE: DA GENEALOGIA À VONTADE DE POTÊNCIA http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/9331 <p>O objetivo deste artigo é ampliar e discutir o problema da fisiologia da estética proposto por Nietzsche em Genealogia da moral (1887), no qual levanta a necessidade de retornar ao tema em suas obras seguintes. Realizou-se, por tanto, a leitura transversal desta temática, partindo-se de sua primeira exposição em Genealogia da moral e passando pelas obras subsequentes, isto é: Crepúsculo dos ídolos (1888), O caso Wagner (1888), Nietzsche contra Wagner (1888), Ecce homo (1888) e, inclusive, Vontade de potência (1901). Deste modo, chegou-se ao entendimento de que a perspectiva nietzschiana distingue-se radicalmente do pensamento estético abstrato-racional – como, por exemplo, ocorre em Kant e Schopenhauer –; pois Nietzsche analisa a arte, a criação artística e a contemplação estética não a partir da ótica do espectador, mas do artista, ou seja: do âmbito fisiológico da arte.</p> Vitor Leandro Kaizer ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/9331 Wed, 16 Oct 2019 00:00:00 -0300