Tópicos de metodologia de pesquisa: Estudos de coorte ou cohorte prospectivo e retrospectivo

  • Luís Marcelo Aranha Camargo Instituto de Ciências Biomédicas, Universidade de São Paulo, Monte Negro, Rondônia/ Departamento de Medicina, Centro Universitário São Lucas, Porto Velho, Rondônia/ Centro de Pesquisas em Medicina Tropical, Porto Velho, Rondônia/ Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia EpiAmo/Rondônia/ Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciência da Saúde na Amazônia Ocidental, Universidade Federal do Acre, Rio Branco, Acre
  • Romeu Paulo Martins Silva Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciência da Saúde na Amazônia Ocidental, Universidade Federal do Acre, Rio Branco, Acre/ Centro de Ciências da Saúde e do Desporto, Universidade Federal do Acre, Rio Branco, Acre
  • Dionatas Ulises de Oliveira Meneguetti Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciência da Saúde na Amazônia Ocidental, Universidade Federal do Acre, Rio Branco, Acre/ Colégio de Aplicação, Universidade Federal do Acre, Rio Branco, Acre
Palavras-chave: coorte/cohorte, estudo longitudinais, follow-up

Resumo

Na área de ciências da saúde, o método epidemiológico, pode ser dividido em epidemiologia descritiva e a analítica, essa última que se divide em observacional (estudo de corte transversal, estudo caso-controle e estudo de coorte/cohorte) e experimentais. Os estudos de coorte ou cohorte, podem ser retrospectivos ou prospectivos, e ambos partem do pressuposto que o pesquisador irá acompanhar uma população ao longo do tempo para buscar possível associação entre exposição e desfecho. Esses tipos de estudos apresentam como vantagens a possibilidade de se mensurar vários fatores de exposição e desfechos, tanto primários como secundários, aplicam-se tanto para desfechos relativamente frequentes e fatores de exposição raros. Porém, muitas vezes são estudos prolongados e, portanto, caros. Têm como principais vieses os de seleção, memória e informação. São estudos que podem apontar para associações estatísticas entre exposição e desfecho que necessitam de outros modelos para se comprovar há casualidade destas associações.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

1. Gordis L. Epidemiology. 5th Ed. Saunders Elsevier. 2013.

2. Galvão TF, Pereira MG, Silva MT. Saúde baseada em evidências. Guanabara Koogan, 2016.

3. Merril RM. Introduction to epidemiology. 5th ed. Jones & Bartlett Publishers, 2010.

4. Zangirolami-Raimundo J, Echeimberg JO, Leone C. Research methodology topics: Cross-sectional studies. J Hum Growth Dev. 2018;28(3):356-60. DOI: http://dx.doi.org/10.7322/jhgd.152198

5. Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Epi InfoTM. [cited 2018 Dec 12] Available from: https://www.cdc.gov/epiinfo/index.html

6. OpenEpi. Estatísticas epidemiológicas de código aberto para a Saúde Pública. OpenEpi. [cited 2018 Dec 12] Available from: https://www.openepi.com/Menu/OE_Menu.htm

7. Santos GEO. Cálculo amostral. [cited 2018 Dec 14] Available from: https://praticaclinica.com.br/anexos/ccolaborativa-calculo-amostral/ccolaborativa-calculo-amostral.php
Publicado
2019-12-12
Seção
ORIGINAL ARTICLES