Characterization of congenital syphilis cases with emphasis on the therapeutic scheme in a philanthropic maternity hospital in Espírito Santo

  • Renata Pereira Ferro Escola Superior de Ciências da Escola da Santa Casa de Misericórdia de Vitória - ES
  • Laylla Ribeiro Macedo Escola de Saúde Pública Sérgio Arouca (FIOCRUZ)
  • Mariana Ribeiro Macedo Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória-ES
  • Ionar Cilene de Oliveira Cosson Universidade Federal do Acre - AC
  • Jaçamar Aldenora dos Santos Universidade Federal do Acre e Centro Universitário de Saúde ABC
  • Julia Santos Carvalho Escola Superior da Escola de Ciências da Escola da Santa Casa de Vitória
  • Cristina Ribeiro Macedo Escola Superior da Escola de Ciências da Escola da Santa Casa de Vitória
Keywords: Congenital Syphilis, Prenatal care, Compulsory Notification

Abstract

Introduction: Syphilis is still a worldwide problem; with approximately 12 million people infected every year. Over the last decade, Brazil had an increment in the number of cases. The year 2016 reported 37,436 cases of syphilis in pregnant women and 20,474 cases of congenital syphilis, with 185 deaths. The Southeast region reached the highest numbers, especially in the state of Espírito Santo with high rates in pregnant women, being the third highest incidence rate in the country with 10.4 cases/1,000 live births, above the national average of 6.8 cases/1,000 live births.

Objective: Describe the therapeutic treatment of children affected with congenital syphilis as well as the clinical, radiological and laboratory changes associated to this disease.

Methods: Retrospective, descriptive, exploratory, quantitative study, based on 204 notification forms of congenital syphilis from January 2016 to December 2017.

Results: The findings showed that 88.7% of the puerperal women performed prenatal care. Regarding newborns, 85.3% were asymptomatic. When analyzing the therapeutic regimen instituted, 22.5% used procaine Penicillin G, 22.5% crystalline Penicillin G and 20.6% benzathine Penicillin G. 

Conclusion: The treatment instituted by this philanthropic maternity for newborns with congenital syphilis is in line with the guidelines proposed by the Ministry of Health. The clinical symptoms do not represent a frequent finding during the neonatal period, however, they can occur later.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

Renata Pereira Ferro, Escola Superior de Ciências da Escola da Santa Casa de Misericórdia de Vitória - ES

Laboratório de Escrita Científica da Escola Superior de Ciências da Escola da Santa Casa de Misericórdia de Vitória - ES

Laylla Ribeiro Macedo, Escola de Saúde Pública Sérgio Arouca (FIOCRUZ)

Escola de Saúde Pública Sérgio Arouca (FIOCRUZ) - RJ

Mariana Ribeiro Macedo, Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória-ES

Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória-ES

Ionar Cilene de Oliveira Cosson, Universidade Federal do Acre - AC

Universidade Federal do Acre. Rio Branco,AC, Brasil.

Jaçamar Aldenora dos Santos, Universidade Federal do Acre e Centro Universitário de Saúde ABC

Universidade Federal do Acre e Centro Universitário de Saúde ABC, Santo André - SP

Julia Santos Carvalho, Escola Superior da Escola de Ciências da Escola da Santa Casa de Vitória

Laboratório de Escrita Científica da Escola Superior de Ciências da Escola da Santa Casa de Misericórdia de Vitória - ES

Cristina Ribeiro Macedo, Escola Superior da Escola de Ciências da Escola da Santa Casa de Vitória

Laboratório de Escrita Científica da Escola Superior de Ciências da Escola da Santa Casa de Misericórdia de Vitória - ES

References

1. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). Brasília: Ministério da Saúde, 2015.

2. Nonato SM, Melo APS, Guimaraes MDC. Sífilis na gestação e fatores associados à sífilis congênita em Belo Horizonte, 2010-013. Epidemiol Serv Saúde. 2015;24 4):681-94. DOI: https://doi.org/10.5123/S1679-49742015000400010

3. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Sífilis. Bol Epidemiol. 2016;47(35):1-32.

4. Cooper JM, Michelow IC, Wozniak PS, Sáncheza PJ. Em tempo: a persistência da sífilis congênita no Brasil: Mais avanços são necessários!. Rev Paul Pediatr. 2016;34(3):251-53. DOI: http://dx.doi.org/10.1016/j.rppede.2016.06.004

5. Cooper JM, Sánchez PJ. Congenital syphilis. Semin Perinatol. 2018; 42(3):176-84. DOI: https://doi.org/10.1053/j.semperi.2018.02.005

6. Chiumento DA, Griep R. Perfil Epidemiológico da Sífilis Congênita no Município de Cascavel/PR nos anos de 2010 a 2014. Rev Thêma Scientia. 2015; 5(2E):106-11.

7. Boni SM, Pagliari PB. Incidência de Sífilis Congênita e sua Prevalência em Gestantes em um Município do Noroeste do Paraná. Rev Saúde Pesquisa. 2016;9(3):517-24. DOI: http://dx.doi.org/10.177651/1983-1870.2016v9n3p517-524

8. Magalhães DMS, Kawaguchi IAL, Dias A, Calderon IMP. Sífilis materna e congênita: ainda um desafio. Cad Saúde Pública. 2013;29(6):1109-20. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-311X2013000600008

9. Domingues RMSM, Leal MC. Incidência de sífilis congênita e fatores associados à transmissão vertical da sífilis: dados do estudo Nascer no Brasil. Cad Saúde Pública. 2016;32(6):e00082415 DOI: https://doi.org/10.1590/0102-311X00082415

10. Feliz MC, Medeiros ARP, Rossoni AM, Tahnus T, Pereira AMVB, Rodrigues C. Aderência ao seguimento no cuidado ao recém-nascido exposta à sífilis e características associadas à interrupção do acompanhamento. Rev Bras Epidemiol. 2016;19(4):727-39. DOI: https://doi.org/10.1590/1980-5497201600040004

11. Organização Mundial da Saúde (OMS). Eliminação mundial da sífilis congênita: fundamento lógico e estratégia para acção. Genebra: OMS, 2008.

12. Governo do Estado do Espírito Santo. Secretaria de Saúde. Plano Estadual de Enfrentamento da Sífilis Congênita. Vitória: 2017.

13. Vasconcelos MIO, Oliveira KMC, Magalhães AHR, Guimarães RX, Linhares MSC, Queiroz MVO, et al. Sífilis na gestação: estratégias e desafios dos enfermeiros da atenção básica para o tratamento simultâneo do casal. Rev Bras Promoç Saúde. 2016. 29(Supl.):85-92. DOI: http://dx.doi.org/10.5020/18061230.2016.sup.p85

14. Saraceni V, Vellozo V, Leal MC, Hartz ZMA. Estudo de confiabilidade do SINAN a partir das Campanhas para a Eliminação da Sífilis Congênita no Município do Rio de Janeiro. Rev Bras Epidemiol. 2015;8(4):419-24 DOI: https://doi.org/10.1590/S1415-790X2005000400010

15. Pitilin EB, Sbardelotto T. Mortalidade de Mulheres em Idade Reprodutiva: Estudo comparativo entre dois períodos. Rev Fund Care. 2019:11(3):613-19. DOI: https://doi.org/10.9789/2175-5361.2019.v11i3.613-619

16. Domingues RMSM, Saracen V, Hartz ZMA, Leal MC. Sífilis congênita: evento sentinela da qualidade da assistência pré-natal. Rev. Saúde Pública. 2013;47(1):147-57. DOI: https://doi.org/10.1590/S0034-89102013000100019

17. Pillay S, Tooke LJ. Symptomatic congenital syphilis in a tertiary neonatal unit in Cape Town, South Africa: High morbidity and mortality in a preventable disease S Afr Med J. 2019;109(9):652-8. DOI: https://doi.org/10.7196/SAMJ.2019.v109i9.13817

18. Cavalcante PAM, Pereira RBL, Castro JGD. Sífilis gestacional e congênita em Palmas, Tocantins, 2007-2014. Epidemiol Serv Saúde. 2017;26(2):255-64. DOI: https://doi.org/10.5123/s1679-49742017000200003

19. Guinsburg R, Santos AMN. Critérios diagnósticos e tratamento da sífilis congênita. Sociedade Brasileira de Pediatria. Disponível em: https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/2015/02/tratamento_sifilis.pdf. Acesso em: 10 jun 2020.

20. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST/AIDS. Diretrizes para controle da sífilis congênita: manual de bolso. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.

21. Azevedo AC, Drumond EF, Gonçalves RV, Machado CJ. Evolução da qualidade das informações das declarações de óbito com menções de sífilis congênita nos óbitos perinatais no Brasil. Cad Saúde Coletiva. 2017;25(3):259-67. DOI: https://doi.org/10.1590/1414-462x201700030214

22. Guanabara MAO, Leite-Araújo MA, Matsue RY, Barros VL, Oliveira FA. Acesso de gestantes às tecnologias para prevenção e controle da sífilis congênita em Fortaleza-Ceará, Brasil. Rev. Salud Pública. 2017;19 (1):73-8.

23. Alves SAA, Oliveira MLB. Aspectos socioculturais da saúde e da doença e suas repercussões pragmáticas. J Hum Growth Dev. 2018;28(2):183-88. DOI: https://doi.org/10.7322/jhgd.147236

24. Alves PIC, Scatena LM, Haas VJ, Castro SS. Evolução temporal e caracterização dos casos de sífilis congênita em Minas Gerais, 2007-2015. Cienc Saude Coletiva. 2018.

25. Henz GS, Medeiros CRG, Salvadori M. A inclusão paterna durante o pré-natal. Rev Enferm Atenção Saúde. 2017;6(1):52-66. DOI: https://doi.org/10.18554/reas.v6i1.2053

26. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde Programa Nacional de DST e Aids. Protocolo para a prevenção de transmissão vertical de HIV e sífilis: manual de bolso. Brasília: Ministério Saúde, 2017.

27. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para prevenção da transmissão vertical de HIV, Sífilis e Hepatites Virais. Brasília: 2015.

28. Soares LG, Zarpellon B, Soares LG, Baratieri T, Lentsck MH, Mazza VA. Sífilis gestacional e congênita: características maternas, neonatais e desfecho dos casos. Rev Bras Saúde Mater Infant. 2017;17(4):781-89. DOI: https://doi.org/10.1590/1806-93042017000400010

29. Chau J, Atashband S, Chang E, Westerberg BD, Kozak FK. A systematic review of pediatric sensorineural hearing loss in congenital syphilis. Int J Pediatr Otorhinolaryngol. 2009;73(6):787-92. DOI: https://doi.org/10.1016/j.ijporl.2009.02.021
Published
2020-06-17
Section
ORIGINAL ARTICLES