Estudos Kantianos [EK] http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/ek <p>Revista eletrônica&nbsp;<strong>Estudos Kantianos&nbsp;[EK]</strong>, publicação semestral do&nbsp;<strong>Centro de Pesquisas e Estudos Kantianos "Valerio Rohden"&nbsp;[CPEK]</strong>, vinculado ao Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia e Ciências [FFC] da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" [UNESP].</p> Faculdade de Filosofia e Ciências pt-BR Estudos Kantianos [EK] 2318-0501 Palavra do Editor / Editor Note http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/ek/article/view/9101 <p>Tal como ocorrera no último fascículo de Estudos Kantianos publicado em janeiro p.p., o que ora vem a público contém artigos de um futuro Léxico Kantiano Eletrônico em Língua Portuguesa, empresa que, tendo principiado em meados de 2015, congrega algumas dezenas de colaboradores brasileiros e portugueses, mas também acadêmicos alemães, argentinos, espanhóis, italianos e norte-americanos. Desta feita, as cinco colaborações aqui reunidas são de autoria de António Marques, Renato Valois, Rodrigo Miguel Benvenuto e Silvia del Luján Di Sanza, pesquisadores de escol em nível internacional, cujos contributos para a obra em pauta tornam-na inda mais indispensável para os que nos dedicamos ao pensamento kantiano.</p> Ubirajara Rancan de Azevedo ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-23 2019-07-23 7 1 7 8 10.36311/2318-0501.2019.v7n1.01.p7 Editor’s note http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/ek/article/view/9102 <p>Just as the last issue of Estudos Kantianos, published in January, the current one contains articles from what is to be a future Kantian Electronic Lexicon in Portuguese Language [Léxico Kantiano Eletrônico em Língua Portuguesa], an enterprise which began in mid-2015 and congregates a few dozens of Brazilian and Portuguese collaborators, as well as German, Argentinian, Spanish, Italian and North-American scholars. The present collaborations herein collected are by António Marques, Renato Valois, Rodrigo Miguel Benvenuto and Silvia del Luján Di Sanza, all renowned researchers at an international level, whose contributions for the work at hand render them all the more indispensable for those devoted to Kant’s thought. </p> Ubirajara Rancan de Azevedo ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-23 2019-07-23 7 1 9 10 10.36311/2318-0501.2019.v7n1.02.p9 Objetividade do juízo estético http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/ek/article/view/9103 <p>Na terceira Crítica um problema que à partida será de difícil solução é o da objectividade do juízo estético. De facto o atributo da objectividade é próprio dos juízos de conhecimento, pois que nestes algo deverá ser dado aos sentidos e representado, mediante o uso das categorias do entendimento. Neste caso o que se torna necessário demonstrar é que esses conceitos mais gerais do entendimento, ou categorias, têm uma validade a priori na aplicação aos objectos da intuição. Um dos capítulos centrais da Crítica da Razão Pura (1781), “Acerca da Dedução dos conceitos Puros do Entendimento”, é precisamente dedicado à demonstração que esses conceitos existem e que é o seu emprego no mundo empírico que produz conhecimento objectivo.</p> <p>Recebido / Received: 7.1.2019.<br>Aprovado / Approved: 14.1.2019.</p> António MARQUES ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-23 2019-07-23 7 1 11 14 10.36311/2318-0501.2019.v7n1.03.p11 Saúde http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/ek/article/view/9104 <p>Na terceira Crítica. Kant dedica algumas páginas (§ 54) ao que poderíamos designar como expressão corporal da experiência estética. Essa expressão é qualificada como saúde e o que está em jogo nesse conceito é um equilíbrio de forças vitais, subjectivamente sentido com um deleite (Vergnügen) aparentemente da mesma família do comprazimento estético. O corpo é o espaço em que se jogam essas forças. O que Kant tem em mente é a dupla face (mediadora) desse conceito, que por um lado é orgânico, por outro é racional.</p> <p>Recebido / Received: 12.1.2019.<br>Aprovado / Approved: 20.1.2019.</p> António MARQUES ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-23 2019-07-23 7 1 15 16 10.36311/2318-0501.2019.v7n1.04.p15 Técnica de la Naturaleza http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/ek/article/view/9105 <p>Técnica de la Naturaleza. Presentaremos, en primer lugar, el concepto de “técnica de la naturaleza” en la Crítica de la Facultad de Juzgar desde las fuentes históricas del concepto de técnica, en su vínculo y/o contraposición con el concepto de naturaleza, para resaltar el peculiar enlace que realiza Kant en la idea de una “técnica de la naturaleza”. En un segundo punto, presentaremos el concepto de “técnica de la naturaleza” en los pasajes más significativos de la obra y, particularmente, en la Crítica de la Facultad de Juzgar teleológica. La T. de la N. es el concepto de naturaleza como arte, de modo que la representación técnica de la misma se contrapone a la representación mecánica y exige pensar la relación. En un tercer punto, plantearemos el valor de este concepto para la interpretación de la tercera Crítica y la discusión actual entre los intérpretes del pensamiento kantiano. En un último punto ofrecemos un listado bibliográfico acerca del concepto en cuestión.</p> <p>Recebido / Received: 5.1.2019.<br>Aprovado / Approved: 9.2.2019.</p> Silvia del Luján DI SANZA ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-23 2019-07-23 7 1 17 28 10.36311/2318-0501.2019.v7n1.05.p17 Antinomia da Faculdade de Julgar Teleológica http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/ek/article/view/9106 <p>A “Antinomia da Faculdade de Julgar Teleológica” apresenta dois usos (Gebräuche) diferentes de um princípio regulativo, mais precisamente do “princípio da finalidade formal da natureza”. Essa é a razão pela qual as posições da suposta antinomia só podem representar máximas igualmente regulativas e devem conter explicações meramente subjetivas [reflexivas (reflectierende)] e distintas, embora interrelacionadas. Essa parece ser a única maneira de tornar compatíveis as explicações mecanicista e teleológica na filosofia crítica.</p> <p>Recebido / Received: 13.12.2018.<br>Aprovado / Approved: 25.1.2019.</p> Renato VALOIS ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-23 2019-07-23 7 1 29 38 10.36311/2318-0501.2019.v7n1.06.p29 Fatalismo http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/ek/article/view/9107 <p>En esta entrada, analizaré los elementos esenciales de la crítica de Kant al concepto de fatalismo y los aspectos históricos y especulativos en los cuales se desarrolla. Para ello, tomaré en consideración dos aspectos: El primero de ellos expone la lectura crítica de Kant a la filosofía de Baruch Spinoza y, de manera especial, en el contexto de la Spinozismusstreit. El segundo de ellos hace referencia a los diferentes usos del concepto en la obra de Kant y, especificamente, en la Dialéctica de la Facultad de Juzgar Teleológica de la Kritik der Urteilskraft. </p> <p>Recebido / Received: 26.3.2019.<br>Aprovado / Approved: 14.3.2019.</p> Rodrigo Miguel BENVENUTO ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-23 2019-07-23 7 1 39 50 10.36311/2318-0501.2019.v7n1.07.p39 Kant: do estado de natureza ao civil http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/ek/article/view/7844 <p>O presente estudo reconstrói a passagem do estado de natureza ao Estado civil e apresenta o primeiro como um estado de insegurança jurídica. Por haver um Direito privado provisório presumido no estado natural, faz-se necessária a criação do Estado para assegurá-lo, a fim de que a razão não gere uma contradição interna em seus princípios. Tendo em vista que a ideia de uma vontade omnilateral regula as relações jurídicas no estado natural (estando pressuposta a ideia de consenso), não é necessário um contrato para dar origem ao Estado (como em Hobbes, Locke e Rousseau), podendo a ordem civil ser originada inclusive pela violência. Além disso, poder-se-á concluir que a criação do Estado não atende a fins privados (como a mera garantia da propriedade), mas ele é um fim em si e por isso atende a um interesse mais amplo da razão.</p> <p>Recebido / Received: 25.2.2019.<br>Aprovado / Approved: 14.3.2019.</p> Nilmar Pellizzaro ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-23 2019-07-23 7 1 51 66 10.36311/2318-0501.2019.v7n1.08.p51 Método analítico na filosofia de Kant http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/ek/article/view/8360 <p>A questão do método é uma temática central e recorrente na filosofia kantiana, desde os primeiros até os últimos escritos. Dentre os vários modelos de métodos listados por Kant, encontra-se o método de análise e síntese, também denominado, em contraste ao método sintético-axiomático, de método analítico. O objetivo deste artigo é apresentar e descrever o uso do método analítico na filosofia de Kant, sobretudo, na primeira metade da década de 60 e de 80, em que se concentram, nas obras publicadas, as referências a esse método.</p> <p>Recebido / Received: 16.4.2019.<br>Aprovado / Approved: 22.5.2019.</p> Fabio Cesar Scherer ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-23 2019-07-23 7 1 67 80 10.36311/2318-0501.2019.v7n1.09.p67 Immanuel Kant: Reflexões de filosofia moral [seleção de notas] http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/ek/article/view/6519 <p>Aos leitores de Kant não é novidade o fato, bem noticiado pelos seus diversos biógrafos, que após a publicação da Dissertação Inaugural De mundus sensibilis atque intelligibilis forma et principiis em 1770 seguiu-se um período de aproximadamente onze anos até a publicação da Crítica da Razão Pura no qual Kant, um escritor tão prolífico, absteve-se de publicações. Com exceção de duas páginas de uma resenha do artigo de Moscati e quatorze páginas do ensaio Das Diferentes Raças dos Seres Humanos nada mais saiu da pluma de Kant nesse período.</p> <p>Recebido / Received: 14.3.2019.<br>Aprovado / Approved: 27.4.2019.</p> Bruno Cunha ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-23 2019-07-23 7 1 81 102 10.36311/2318-0501.2019.v7n1.10.p81 Normas editoriais / Editorial Guidelines http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/ek/article/view/9108 <p>A revista Estudos Kantianos publica artigos, traduções e resenhas, sempre atinentes ao pensamento kantiano e ao kantismo.</p> Ubirajara Rancan de Azevedo Azevedo ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-23 2019-07-23 7 1 103 104