REVISTA DIÁLOGOS E PERSPECTIVAS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas <p>A Revista Diálogos e Perspectivas em Educação Especial (RDPEE) é um periódico semestral, com publicação de artigos científicos sobre temáticas diversas em Educação Especial e Educação Inclusiva. A RDPEE não possui taxa de publicação.</p> <p>Atende à demanda de fluxo contínuo, podendo haver também números especiais organizados na forma de Dossiês, encomendados pela Comissão Editorial, organizados a partir de seleção de trabalhos apresentados e/ou premiados em eventos científicos da área ou, ainda, selecionados por meio de edital específico.</p> <p>A revista <em>online</em> está aberta a toda comunidade científica, com acesso por meio do site de Publicações da Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC) da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (FFC/UNESP). Para garantir um maior número de autores na revista, cada autor e/ou coautor poderá publicar somente um artigo por ano.</p> <p>As colaborações para a RDPEE podem ser apresentadas como: ensaios teóricos, relatos de pesquisa e resenhas. A revista, eventualmente, poderá aceitar outros tipos de contribuições que não se enquadram nessas seções fixas, a saber: revisão de literatura, relatos de experiência, artigos técnicos e depoimentos e/ ou entrevistas.</p> Faculdade de Filosofia e Ciências pt-BR REVISTA DIÁLOGOS E PERSPECTIVAS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL 2358-8845 <p>Indexações: Edubase</p> <p>Qualis Capes (2013-2016)</p> <p>Educação: B4</p> <p>Interdisciplinar: B5</p> <p>Educação Física: B5</p> EDITORIAL http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/9491 <p>O Número 1 da Revista Diálogos e Perspectivas em Educação Especial (RDPEE), do ano de 2019, tem por finalidade disseminar os conhecimentos produzidos na área da Educação Especial reconhecido como tema do escopo central da revista.</p> <p>Os textos apresentados concentram em discorrer aspectos organizativos na promoção de práticas pedagógicas inclusivas e/ou de programas formativos dirigidos à estudantes da educação especial, matriculados em diferentes níveis e/ou etapas de ensino da educação básica ao Ensino Superior.</p> <p>Reúne um conjunto de artigos, relatos de experiência e estudo de casos que visam discorrer sobre aspectos singulares e organizativos do trabalho pedagógico à alunos que se identificam na condição da deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades, no contexto regular e/ou hospitalar de ensino.</p> Sandra Eli Sartoreto de Oliveira Martins ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-29 2019-07-29 6 1 1 2 10.36311/2358-8845.2019.v6n1.01.p1 PRÁTICA PEDAGÓGICA E OS DESAFIOS NA INCLUSÃO ESCOLAR DA PESSOA COM TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH): http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/8895 <p>O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) ,é um transtorno neurobiológico sendo considerado um dos mais intensos problema de saúde, que acometem com maior frequência as crianças com idade escolar ativa entre três à quatorze&nbsp; anos, e&nbsp; comumente acompanha esses&nbsp; indivíduos por toda sua vida pois&nbsp; tratar-se de um transtorno neurobiológico que afeta o neurodesenvolvimento da criança apresentando como principais características sintomatológica a desatenção, falta de concentração, agitação e/ou hiperatividade e impulsividade levando o aluno a uma dificuldade no aprendizado e consequentemente um&nbsp; baixo desempenho escolar. Portanto a inclusão desses alunos é um processo lento porém necessário, devendo ser a escola um espaço social inclusivo, que atenda as diferentes características e necessidades especiais de cada aluno. O estudo teve como objetivo investigar a partir de revisões da literatura os desafios para professores no processo de inclusão escolar de estudantes com transtorno do déficit de atenção e hiperatividade. O presente estudo trata-se de uma pesquisa bibliográfica do tipo revisão integrativa da literatura. Concluiu-se&nbsp; que os principais desafios enfrentados pelos professores no processo de inclusão escolar do aluno com TDAH, é falta de apoio por partes dos gestores, da escola, dos familiares ou responsáveis, número elevado de alunos em salas de aulas, falta de estudos sobre o assunto também contribuiu muito&nbsp; e dos próprios professores por não terem conhecimento sobre o transtorno , por muitas vezes passam desapercebidos sendo taxados como alunos mal-educados, preguiçosos ou irresponsáveis levando o aluno ao mal desempenho escolar e consequentemente sua exclusão da escola.</p> <p><em>Recebido em: 26 de abril de 2019</em><br><em>Modificado em: 16 de junho de 2019</em><br><em>Aceito em: 28 de junho de 2019</em></p> Mayanny da Silva LIMA Ana Paula Carvalho de ALENCAR Nara Danny Pereira LIMA Thalia Costa MEDEIROS Gilma Sannyelle Silva ROCHA ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-29 2019-07-29 6 1 3 20 10.36311/2358-8845.2019.v6n1.02.p3 AS POSSIBILIDADES DA GOOGLE FOR EDUCATION COMO TECNOLOGIA ASSISTIVA http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/8778 <p>O artigo tem como tema a tecnologia assistiva para educadores e os aplicativos da <em>Google For Education</em>. Seu objetivo consiste em verificar as possibilidades da <em>Google For Education</em> como tecnologia assistiva para docentes com deficiência do ensino superior. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, de cunho qualitativo, que reúne artigos, livros e dissertações sobre o tema com uma análise focada no conteúdo. Os resultados apontam a importância das tecnologias assistivas, especialmente da <em>Google For Education,</em> para a efetividade da inclusão laboral de educadores universitários com deficiência. Observamos que esses artefatos agilizam e facilitam as atividades cotidianas, além de&nbsp; possibilitar uma melhor interação entre o docente e seus discentes. Conclui-se, a partir dos estudos, que a Google for Education é uma&nbsp; tecnologia assistiva que fornece várias opções de interações que ampliam a atuação do educador universitário com deficiência na sociedade acadêmica e promove inclusão educacional e laboral.</p> Louise de Quadros da Silva Mariana Pinkoski de Souza Paulo Fossatti Hildegard Susana Jung ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-29 2019-07-29 6 1 21 38 10.36311/2358-8845.2019.v6n1.02.p21 ANÁLISE DE JOGOS VIRTUAIS DO TIMOCCO PARA USO EM AMBIENTE TERAPÊUTICO http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/8092 <p>Jogos virtuais são utilizados como ferramenta complementar no ambiente terapêutico, permite a vivência de diversas situações de maneira individualizada e encoraja a participação ativa. Além disso, proporciona um ambiente motivador para a aprendizagem e facilitar o desenvolvimento de habilidades e capacidades perceptuais. Há uma grande variedade de jogos virtuais disponíveis no mercado, fator que dificulta o conhecimento das possibilidades de uso que cada um oferece. Descrevê-los, quanto aos aspectos terapêuticos, facilitaria o processo de escolha e utilização pelos profissionais. Assim, o estudo teve como objetivo verificar e descrever os jogos do <em>Timocco</em> em relação às habilidades motoras, cognitivas, sensoriais e comunicativas envolvidas em sua execução e propor adaptações que possam ser realizadas no ambiente terapêutico. Os jogos foram executados por uma fisioterapeuta e duas terapeutas ocupacionais que estabeleceram aspectos a serem observados e descritos. O estudo concluiu que a plataforma interativa proporciona recursos adequados para o aprimoramento das habilidades motoras, cognitivas, sensoriais e comunicativas. Além disso, dispõe de configurações e ferramentas que ampliam o público usuário e auxiliam o profissional a acompanhar, conduzir e adaptar o plano terapêutico de forma a potencializar o alcance dos objetivos.</p><p> </p> Ariane Lopes Araújo Camila Boarini dos Santos Alexandre Ponce de Oliveira Rita de Cássia Tibério Araújo Aila Narene Dahwache Criado Rocha ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-29 2019-07-29 6 1 39 54 10.36311/2358-8845.2019.v6n1.04.p39 SISTEMA MONETÁRIO http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/9037 <p>O presente artigo teve como objetivo investigar como os alunos com Deficiência Intelectual da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) do Município de Ilha Solteira manuseiam o dinheiro, contribuindo para o aprendizado sobre as cédulas, por intermédio do desenvolvimento de expressão, comunicação e potencial cognitivo. A motivação para o trabalho foi devido à inquietação da professora responsável pela sala ao observar que alguns alunos não reconheciam o sistema monetário. A partir dessa constatação, foi levada à sala de aula uma proposta de atividade com o intuito de desenvolver a habilidade de reconhecer o sistema monetário, utilizando a atividade lúdica como um instrumento significativo para a aprendizagem. Com o desenvolvimento da atividade proposta, os alunos foram manuseando, identificando e diferenciando as cédulas, atrelado a isso também permitiu o desenvolvimento de um trabalho interdisciplinar ao viabilizar a abordagem das temáticas: cores, animais e habitat presente nas cédulas. Posto isto, foi possível vislumbrar a relevância da atividade realizada por intermédio da ludicidade almejando futuramente a autonomia perante aos recursos financeiros, caracterizando como algo que transcende o ambiente escolar, pois proporciona além do desenvolvimento de habilidades, a independência e crescimento do deficiente intelectual, que, por conseguinte promove a inclusão social.</p> Maria Cristina Zecchinel Urbano Andrezza Santos Flores Harryson Júnio Lessa Gonçalves ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-29 2019-07-29 6 1 55 64 10.36311/2358-8845.2019.v6n1.05.p55 USO DE APLICATIVOS MÓVEIS (APPS) PELO DEFICIENTE VISUAL http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/8582 <p>O uso de dispositivos móveis, como os “celulares inteligentes” (<em>smartphones</em>), por exemplo, tem se destacado nas pesquisas nacionais. Com uma crescente demanda, houve consequentemente um aumento significativo no desenvolvimento de serviços e recursos, como aplicativos móveis (<em>Apps</em>), atendendo a diversas necessidades (lazer, cultura, educação etc.) e públicos, inclusive as pessoas com deficiência. Nessa perspectiva, este artigo realiza uma análise sobre as possiblidades acessíveis de aprendizagem viabilizadas no uso de <em>Apps</em> pelo Deficiente Visual (DV). Por meio de uma abordagem qualitativa, este estudo de natureza bibliográfica com levantamento em diversas fontes de informação compartilha a expressiva ênfase atribuída às múltiplas facetas educativas proporcionadas por meio do uso dos serviços da tecnologia móvel ou <em>mobile</em> pelo público com DV, parcela significativa da população brasileira, conforme expressa os resultados do último Censo (2010). Apresenta a descrição de alguns <em>Apps</em> que podem ser utilizados para o desenvolvimento educacional do DV, bem como analisa seu potencial de uso por parte destes sujeitos. Em suma, considera que essas tecnologias, quando utilizadas de forma coesa pelo Deficiente Visual se traduz num caminho estreito ao seu processo de aprendizagem. Em contrapartida, ainda necessita de incentivos e, principalmente esclarecimentos para os devidos usos e desenvolvimentos.</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>&nbsp;</strong></p> LUCIANA DE JESUS BOTELHO SODRÉ DOS SANTOS ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-29 2019-07-29 6 1 65 80 10.36311/2358-8845.2019.v6n1.06.p65 DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS DOCENTES NO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/8665 <p>O presente estudo se propôs a discutir a formação docente inicial a partir de experiências formativas na APAE de Belém/PA. O trabalho visou aprimorar os reflexos da vivência prática de licenciandos junto ao público-alvo da educação especial, além de contribuir com o aprendizado dos alunos contemplados pela intervenção. Diversas competências docentes para a inclusão foram desenvolvidas pelos estudantes de licenciatura, tais como: estruturação de planos de desenvolvimento individualizado, elaboração de sequências didáticas e adaptações curriculares de pequeno porte. Avaliou-se a assimilação dos conteúdos trabalhados com aos alunos da APAE por meio de suportes como a pintura, o desenho, a comunicação verbal e não-verbal e o registro em foto e vídeo. A intervenção metodológica revelou-se eficaz ao preencher lacunas formativas dos futuros docentes e apresentar temas e conteúdos geralmente não trabalhados junto aos alunos com deficiência, como: diversidade étnico-racial, noções de geografia e cartografia, biodiversidade e sistema solar.</p> <p><em>Recebido em: 25 de janeiro de 2019</em></p> <p><em>Modificado em: 13 de junho de 2019</em></p> <p><em>Aceito em: 27 de junho de 2019</em></p> José Artur da Costa Castilho Claudia Silvana Saldanha Palheta Valerie Sarpedonti ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-29 2019-07-29 6 1 81 98 10.36311/2358-8845.2019.v6n1.07.p81 ANÁLISE DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO NO MUNICÍPIO DE SERROLÂNDIA – BAHIA http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/9126 <p>O objetivo do presente artigo foi analisar o Atendimento Educacional Especializado oferecido pelo município de Serrolândia/BA. De acordo com informações obtidas junto a secretaria de educação no ano de 2018, o AEE possui trinta alunos matriculados e quatro professoras que compõem o quadro de docentes. Dos trinta alunos, dezoito são do sexo masculino e doze do sexo feminino, com idades variando entre 4 a 34 anos e 23 deles possuem diagnóstico médico. Todas as docentes foram contactadas e aceitaram participar do nosso estudo, respondendo um questionário com perguntas fechadas e múltipla escolha. Sobre as professoras que atuam no AEE, nota-se uma grande experiencia na área de educação de todas elas, apesar da maior parte ter sido feito no ensino básico regular. Por conta da proximidade com o tempo de aposentadoria vigente, é importante que a gestão municipal já comece a se preocupar com novos profissionais que substituirão as atuais professoras em caso de aposentadoria. Sobre a estrutura física, observa-se que alguns pontos ainda necessitam ser melhorado, com atenção especial as adaptações físicas de banheiro, rampa etc.</p> Osni Oliveira Noberto da Silva Márcio dos Santos Ferreira Theresinha Guimarães Miranda Miguel Angel Garcia Bordas ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-29 2019-07-29 6 1 99 114 10.36311/2358-8845.2019.v6n1.08.p99 FORMAÇÃO DOCENTE PARA A DIVERSIDADE: inclusão na perspectiva midiática e tecnológica na escola de educação básica http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/7614 <p>As ideias elencadas na tessitura deste artigo corroboram para a promoção de um debate visando apontar antagonismos sobre as perspectivas da atuação docente para a diversidade. Procura-se o entendimento sobre as situações pedagógicas de educandos atendidos no regime de inclusão e/ou integração inserida em escolas da rede pública de ensino, da educação básica. Ainda no presente ensaio, apontar paradigmas inerentes à situação de ensino e aprendizagem midiática e tecnológica nesses ambientes de escolarização, procurando elucidar as possibilidades ali existentes quanto à sua utilização como ferramenta pedagógica facilitadora do processo de ensino e aprendizagem. Nesse ínterim, segue-se o pressuposto de que os profissionais da educação estejam aptos a todo esse desdobramento de atividades e diversidade, sendo que, nessa perspectiva há engendrada uma preocupante questão: os professores estarão realmente preparados para o enfrentamento de tal diversidade, e como conciliar a inserção das mídias no universo de crianças com necessidades educacionais especiais?</p> Marlon César Silva ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-29 2019-07-29 6 1 115 128 10.36311/2358-8845.2019.v6n1.09.p115 A PERCEPÇÃO DE PROFESSORES QUANTO AO ENSINO DE UMA ESTUDANTE SURDA EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/9130 <p>A inclusão escolar assevera o cumprimento do direito de todos à educação. Isto posto, emergiu o seguinte questionamento. De que forma tem ocorrido o ensino de uma estudante surda em um curso de formação de docentes? Este, por sua vez, determinou o objetivo geral desta pesquisa: analisar as percepções de professores de um curso de formação de docentes quanto ao processo de ensino de uma estudante surda. Para tanto, foi realizada uma investigação qualitativa e o instrumento de coleta de dados foi um questionário on-line. A análise dos resultados pautou-se nos pressupostos da Análise Textual Discursiva. Com isso, evidenciou-se que a maioria do(a)s participantes definiu o processo de inclusão como uma oportunidade de acolhimento. Em relação às dificuldades, a maioria admitiu que sente ao trabalhar com estudantes com necessidades especiais, pois não tem domínio da Língua Brasileira de Sinais ou não tem material adequado e precisa adaptar conteúdos e avaliações. Todavia, uma minoria alegou não ter dificuldades, pois as aulas são ministradas por meio de estratégias diferenciadas, de tal modo que todo(a)s possuem possibilidade de aprender. Além disso, constatou-se que não há uma padronização quanto aos métodos de ensino. Dentre as ações indicadas estão: adaptação de texto; atendimento individualizado; atividades visuais; vídeos com legendas; criação de atividades. Por fim, sugere-se que a formação de professores contemple em seu currículo conhecimentos teóricos e metodológicos que propiciem uma ação docente que atenda às necessidades de qualquer estudante.</p> Ana Paula Gonçalves Arantes Gennari Sandra Rodrigues Leite Giselle Herbella do Prado Talhetti Marília Bazan Blanco Roberta Negrão de Araújo, Sra. Simone Luccas ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-29 2019-07-29 6 1 129 146 10.36311/2358-8845.2019.v6n1.10.p129 As AS INTERAÇÕES LINGUÍSTICAS ENTRE SURDOS E OS OUTROS EM UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE SANTARÉM/PA http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/9309 <p>Esta pesquisa tem como objetivo analisar as práticas de interações linguísticas entre surdos e ouvintes no ensino regular em uma escola do município de Santarém-PA, região Oeste do Pará. Baseou-se na teoria histórico-cultural, que compreende o indivíduo como um ser produzido historicamente, em sua relação com a cultura. Para a coleta de dados foram aplicadas entrevistas com roteiro semiestruturado com 8 professores do ensino regular e 1 professora do Atendimento Educacional Especializado - AEE. Os dados foram analisados através das seguintes categorias: 1) Formação dos professores para trabalhar com alunos surdos; 2) Concepção de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS); 3) Práticas de interação linguística com os alunos surdos 4) Concepção do papel/parceria entre professores da sala de recursos e dos professores do ensino regular na educação de surdos e 5) Avaliação da inclusão do surdo no ensino regular. Com a análise dos dados percebeu-se que grande parte dos professores não possuem formação específica para trabalhar com o aluno surdo, com exceção do professor do AEE; os professores tem clareza da importância da Libras como instrumento importante de interação e aprendizagem do surdo, apesar de não a compreender bem enquanto língua natural; cerca de 7 entre os 9 docentes entrevistados tem dificuldades em relação as interações com seus alunos surdos através da LIBRAS; avaliam a inclusão como positiva, apesar das dificuldades. Conclui-se que a inclusão do surdo, na escola analisada, precisa superar o nível da socialização e avançar para o desenvolvimento da aprendizagem significativa dos sujeitos surdos.</p> Eleny Cavalcanti ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-29 2019-07-29 6 1 147 164 10.36311/2358-8845.2019.v6n1.11.p147 GESTÃO DA INCLUSÃO ESCOLAR http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/8290 <p class="Default" style="text-align: justify; line-height: 150%; tab-stops: -7.1pt 35.45pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;">Este artigo tem por objetivo comunicar os resultados de uma das etapas da pesquisa: desafios e possibilidades da gestão da inclusão escolar em instituições privadas, apresentando a análise de produções acadêmicas – Teses de Doutorado em Educação – indexadas pela CAPES e voltadas para a instalação e gestão de projetos inclusivos em escolas da rede privada. Para tanto, realiza uma revisão sistemática, com base em leitura flutuante, no período de 2006 a 2016. Ao longo da pesquisa de títulos, em torno de mil teses, foi encontrado um número significativo de trabalhos que apresentavam a inclusão escolar, explorando os mais diversos ângulos do assunto, como formação de professores, atividades docentes em contextos inclusivos, desafios da proposta inclusiva, gestão de processos inclusivos, com destaque para o estudo das políticas de inclusão.</span> <span style="font-family: 'Times New Roman',serif;">As referidas leituras apresentam poucos subsídios para a formulação de um referencial teórico que venha auxiliar o surgimento de novos movimentos, que ensejem o enfrentamento de desafios relativos à construção e à gestão de processos inclusivos no meio escolar. </span></p> Marinice Souza Simon Souza Simon Marlene Rozek ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-29 2019-07-29 6 1 165 182 10.36311/2358-8845.2019.v6n1.12.p165 INCLUSÃO DE ESTUDANTES PÚBLICO-ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NOS INSTITUTOS FEDERAIS BRASILEIROS: http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/9165 <p>RESUMO: Este trabalho tem por objetivo realizar uma revisão bibliográfica de pesquisas que investigaram a inclusão de estudantes público-alvo da Educação Especial (PAEE) nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IF) brasileiros, publicadas no período de 2013 a 2018, no Banco de Teses e Dissertação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (BTD/CAPES), a fim de compreender como estão sendo implementação as políticas de educação especial nesses institutos. Como metodologia foi realizada um levantamento no BTD/CAPES com os seguintes descritores: Educação Profissional, Inclusão e Educação Especial. Após a leitura do título, excluíram-se os trabalhos repetidos e que não possuíam relação direta com a temática. Após a leitura dos resumos das pesquisas localizadas, obteve-se o total de 27 trabalhos: 23 dissertações e 04 teses. Como resultado, destaca-se que a temática mais pesquisada foi o tema sobre as Condições de acesso, permanência e acessibilidade (N=13), seguida do tema Concepções/representações sobre inclusão (N=6). Entre os principais resultados das pesquisas destaca-se o avanço com a ampliação da acessibilidade nos vestibulares. Por outro lado, os IFs enfrentam muitas dificuldades para a implementar as políticas de educação especial, como exemplo, a falta de recursos humanos qualificado, de recursos financeiros e a presença de barreiras atitudinais.</p> Tatiane Cimara dos Santos Medeiros Daniela Oliveira Ramos dos PASSOS ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-11-13 2019-11-13 6 1 183 196 10.36311/2358-8845.2019.v6n1.13.p183 CONTEXTO DAS CLASSES HOSPITALARES NO BRASIL: ANÁLISE DOS DADOS DISPONIBILIZADOS PELO CENSO ESCOLAR http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/7536 <p>A classe hospitalar é considerada um serviço educacional de extrema importância para o aluno em tratamento de saúde. Considerando tal aspecto, por meio da relevância dos Microdados do Censo Escolar devido à ampla gama de informações que podem ser obtidas por meio da manipulação dos dados constantes, julgou-se importante trabalhar utilizando esse material. Desse modo, a presente pesquisa objetivou descrever o serviço de classe hospitalar no Brasil com base nos dados disponibilizados pelo Censo Escolar, além de verificar quantos alunos público-alvo da Educação Especial foram atendidos por esse serviço. Para atingir os objetivos do estudo, foi realizada uma pesquisa documental com bases nos dados do Censo Escolar disponibilizados pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) nos anos de 2013 e 2015. Os dados demonstraram muitas disparidades entre um ano e o outro, principalmente no que se refere ao baixo número de turmas hospitalares e alunos público alvo da Educação Especial atendidos no país, ainda este estudo apontou a importância de alterações no modo de organização dos dados censitários frente ao serviço de classe hospitalar.</p> <p>Palavras-chave: educação especial, classe hospitalar, censo escolar.</p> Aline Ferreira Rodrigues Pacco Adriana Garcia Gonçalves ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-29 2019-07-29 6 1 197 212 10.36311/2358-8845.2019.v6n1.14.p197 PROGRAMA DE ORIENTAÇÃO A SURDOS PARA O EXAME DE INGRESSO À EDUCAÇÃO SUPERIOR http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/9494 <p>Discutir e problematizar a participação de grupos minoritários nos espaços de educacionais universitários exigirá o compromisso de romper as barreiras que impedem a participação social e a igualdade de acesso à Educação Superior. Com base nessa premissa, este artigo descreve os resultados de um programa de orientação do exame vestibular para o ingresso de estudantes surdos no Ensino Superior. Participaram do programa 29 participantes surdos que concluíram o Ensino Médio e/ou que estão cursando o EJA – Ensino de Jovens e Adultos – e residem no município de Marília/SP, no período de 2015-2018. As intervenções propostas no programa consistiram na oferta de atividades de orientação pedagógica sobre o exame vestibular da UNESP, bem como o acompanhamento dos estudantes surdos nas atividades do Cursinho Alternativo, da UNESP/Marília. Os encontros foram realizados de forma recorrente, durante os dois meses que antecediam o período de inscrição para os processos seletivos, no período mencionado. O programa priorizou temas que retratassem aspectos sobre as formas organizadas do exame para o ingresso à Universidade. Permitiu, aos participantes que se reconhecessem na condição da deficiência, apreciar os requerimentos de atenção diferenciada e dialogar sobre os direitos de participação de todos no processo seletivo para o ingresso à Educação Superior.</p> Sandra Eli Sartoreto de Oliveira Martins Marcília Correa de Souza Miriãn Caroline Sanches ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-29 2019-07-29 6 1 221 234 10.36311/2358-8845.2019.v6n1.16.p221 PLANO DE DESENVOLVIMENTO INDIVIDUAL PARA O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/dialogoseperspectivas/article/view/9461 <p>Tendo em vista o caráter seletivo e meritocrático da educação escolar, este livro busca a construção de uma proposta educacional inclusiva. Segundo os autores para que uma escola realmente inclusiva seja possível é importante que o professor rompa com modelos estereotipados e fechados e promova uma educação onde a diferença deixe de ser negada em busca de uma homogeneização.</p> Ana Carolina Franco dos Santos ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-29 2019-07-29 6 1 213 220 10.36311/2358-8845.2019.v6n1.15.p213