Documentação, histórias e memórias dos trabalhadores no Arquivo de Memória Operária do Rio de Janeiro

  • Marcos Aurélio Santana Rodrigues UFRJ
Palavras-chave: Documentação operária, história, memória

Resumo

Tendo em vista que a memória pode ser entendida como uma ação que ultrapassa em muitos aspectos a psiqué, tomamos aqui a memória em sua expressão social, configurando aquilo que Maurice Halbwachs chamou de “memória coletiva”, e assinalamos algumas possibilidades de construção da memória coletiva dos operários do Rio de Janeiro a partir do trabalho de documentação e pesquisa desenvolvido pelo Arquivo de Memória Operária do Rio de Janeiro (AMORJ). Esta comunicação tem por objetivo, portanto, apresentar o processo de formação e o acervo do AMORJ constituído nestes últimos vinte e quatro anos no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).


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Biografia do Autor

Marcos Aurélio Santana Rodrigues, UFRJ

 Mestre em História Comparada pelo Programa de Pós-Graduação em História Comparada (PPGHC) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); professor da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (SME); professor da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC); supervisor de documentação do Arquivo de Memória Operária do Rio de Janeiro (AMORJ)/PPGSA/UFRJ; bolsista de apoio técnico à pesquisa CNPq (nível 1A); bolsista de desenvolvimento tecnológico, DT1B, do Programa de Incentivo à Produção do Conhecimento Técnico e Científico na Área de Cultura, da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), entre 2009 e 2011.

Seção
Artigos