A relação doutorando-orientador na Ciência da Informação

Palavras-chave: relação doutorando-orientador, pós-graduação, produção científica, Ciência da Informação

Resumo

Considerando o aumento da produção científica e tecnológica, a participação das Instituições de Ensino Superior no Brasil, este artigo busca analisar a relação doutorando-orientador na Ciência da Informação e sua participação na produção científica da Área. Por meio dos currículos Lattes dos doutores que tiveram suas teses adicionadas no Banco de Teses e Dissertações da Capes entre os anos de 2008 e 2012. Apresenta abordagem quantitativa e qualitativa, sendo, quanto aos objetivos, exploratória e descritiva, e quanto aos procedimentos bibliográfico e documental. Trabalha com corpus de pesquisa de 173 doutores após a busca dos currículos Lattes. Utiliza os conceitos de EMI (Bibliometria e Cientometria), na tabulação e análise dos dados após a extração dos currículos Lattes. Como resultado verificou-se baixa incidência de parceria com os orientadores na produção científica, assim como na participação em eventos e bancas. Também ficou evidente a evolução produtiva pós-doutorado entre grande parte dos doutorandos, com pouca incidência em bancas de avaliação.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

Araújo, C. A. Á. (2006). Bibliometria: evolução histórica e questões atuais. // Em Questão. 12:1 (jan./jun. 2006) 11-32.
Castanha, R. C. G.; Grácio, M. C. C. (2017). Autoria na produção científica da ciência da informação: uma análise dos artigos dos bolsistas produtividade em pesquisa (2012-2016). ENANCIB, Marília, São Paulo, Brasil, 18.
Leite Filho, A. G; Martins, G. A. (2006). Relações orientador-orientando e suas influências na elaboração de teses e dissertações. // RAE Revista de Administração de Empresas. 46 (número especial) (2006) 99-109.
Manacorda, Mario Alighiero; Nosella, Paolo (1996). Historia da educação: da Antiguidade aos nossos dias. 5. ed. São Paulo: Cortez, 1996. 382 p.
Marrou, Henri-Irénée (1973). História da Educação ma antiguidade. São Paulo: UNESP, 1973. 639 p.
Mendes, M. L. S.; Melo, D. R. A. (2017). Avaliação tecnológica: uma proposta metodológica. // Revista de Administração Contemporânea (RAC.) 21:4 (jul/ago 2017) 569-584.
Menezes, E. M. (1993). Produção científica dos docentes da Universidade Federal de Santa Catarina: análise quantitativa dos anos de 1989 e 1990. Dissertação de Mestrado, Faculdade de Biblioteco-nomia, Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Campinas, SP, Brasil.
Menezes, E. T. N. (2016). Mensuração da produção científica e tecnológica de pesquisadores da Uni-versidade Federal de Sergipe após a Lei de Inovação. Dissertação de Mestrado, Universidade Fede-ral de Sergipe, São Cristóvão, SE, Brasil.
Mugnaini, R. (2003). A bibliometria na exploração de base de dados: a importância da Linguística. // Transinformação.15:1 (jan./abr. 2003) 45-52.
Santos, M. G.; Jesus, K. C. B.; Pereira, F. A.; Rivera-Castro, M. A.; Freitas, E. J. S. M. (2014). O impacto das ações de fomento na produção científica: um estudo quantitativo a partir de dados em painel. Anais do EnANPAD, Rio de Janeiro, Brasil, 38.
Santos, R. M.; Kobaski, N. Y. (2009). Bibliometria, cientometria, infometria: conceitos e aplicações. // Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação. 2:1 (2009) 155- 172.
Urbizagástegui-Alvarado, R. (1984). A bibliometria no Brasil. // Ciência da Informação. 13:2 (jul.dez. 1984) 91-105.
Publicado
2019-12-17
Como Citar
André, C., e A. Pinto. A Relação Doutorando-Orientador Na Ciência Da Informação. Brazilian Journal of Information Science: Research Trends, Vol. 13, nº 4, Dec. 2019, p. 75-88, doi:10.36311/1981-1640.2019.v13n4.05.p75.
Seção
Artigos
Bookmark and Share