BALEIA NA REDE http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede <p>A revista eletrônica Baleia na Rede, cujo nome homenageia a personagem maravilhosa de Vidas Secas, foi criada por iniciativa do Grupo de Pesquisa em Cinema e Literatura, em 2003, com a intenção de debater a relação entre arte e sociedade através de artigos e ensaios que façam a interlocução entre o campo das Artes e das Ciências Sociais. Concordando com a tese de que nas manifestações artísticas encontramos um discurso social que traduz seu tempo histórico, recebemos para análise trabalhos de caráter acadêmico científico que tratem de cinema, literatura, música, pintura, fotografia, artes plásticas, artes visuais e virtuais, dança, teatro, desde que pensados em relação à vida social, política, simbólica ou histórica.&nbsp; (ISSN 1808-8473)</p> pt-BR BALEIA NA REDE 1808-8473 UMA DÉCADA DE BALEIA, NA REDE http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4615 Este número celebra os dez anos de Baleia na Rede: estudos em arte e sociedade. Refletir sobre essa data empreendendo uma “vigilância comemorativa” é uma oportunidade de visualizarmos sua trajetória a partir dos desafios teórico-metodológicos encontrados e do reconhecimento de sua importância no campo dos periódicos científicos brasileiros, especialmente na consolidação de um espaço acadêmico para a divulgação das discussões sobre arte e sociedade. Clovis Carvalho BRITTO Elisângela da Silva SANTOS ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 BALEIA: PERSONA LITERÁRIA; PERSONA CINEMATOGRÁFICA: DO DISCURSO LITERÁRIO AO AUDIOVISUAL EM VIDAS SECAS. http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4616 Este artigo se propõe a fazer um estudo da estrutura e da questão narrativa das obras Vidas secas, livro de Graciliano Ramos e do filme homônimo de Nelson Pereira dos Santos, levando-se em consideração as diferenças entre os dois meios, os fenômenos decorrentes da adaptação, as circunstâncias de produção e a distância temporal entre as duas obras. Com foco na análise do capítulo “Baleia” e de sequências fílmicas equivalentes ao romance, o que pretendemos com este artigo é, valendo-se de diversos embasamentos teóricos ligados aos Estudos Comparados e à Literatura Comparada, chegar a uma leitura analítica focada na compreensão da construção das duas formas narrativas de Vidas secas: romance (livro / narrativa original / linguagem literária) e filme (produto final de uma releitura audiovisual / linguagem cinematográfica). Júlio César Borges BOMFIM ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 DIÁLOGOS ENTRE LITERATURA E CINEMA NA CONSTRUÇÃO DE (RE) LEITURAS DAS OBRAS DE GRACILIANO RAMOS http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4617 A literatura, o cinema e a história devem construir e manter um diálogo aberto, contínuo e profícuo entre si e com outras áreas do conhecimento para compor (re) leituras possíveis de diferentes tempos, projetos e visões de mundo. Os livros de Graciliano Ramos foram privilegiados com adaptações de dois cineastas que souberam trazer para o plano das telas discussões que o Brasil precisava e precisa enfrentar ontem e hoje. Nelson Pereira dos Santos adaptou duas obras de Graciliano Ramos (Vidas Secas, em 1963 e Memórias do Cárcere, em 1984) e Leon Hirszman levou às telas São Bernardo (em 1971). Nossa proposta é apontar neste artigo algumas possíveis interpretações e leituras presentes nestes filmes, cruzando-as com a história do Brasil ao longo do século XX. Para tanto, analisaremos os três filmes por meio do processo adaptativo dos diretores e as possibilidades interpretativas neles contidas. Tania Nunes DAVI ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 CANDIDO PORTINARI E GRACILIANO RAMOS: DIÁLOGOS DE VIDAS SECAS COM OS RETIRANTES http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4618 Durante o Brasil varguista ocorreram ao menos dois grandes desastres naturais, as secas de 32 e 42. Além de expor milhares de sertanejos ao flagelo, estes eventos apresentaram também a inserção desta população retirante nos espaços urbanos centrais do país, principalmente nas cidades de Rio de Janeiro e São Paulo. O crescimento do número de retirantes nordestinos nas cidades e as notícias sobre as estiagens no nordeste demonstraram uma presença maciça desta problemática no país. E como forma de denúncia às dificuldades da seca, fora dialogada pelo escritor Graciliano Ramos e pelo pintor Candido Portinari, a construção imagética do retirante nordestino. Edificada no final da década de 30, através do romance Vidas Secas e da série de pinturas Retirantes, as relações estabelecidas por ambos formaram o que nas décadas seguintes, conjecturou-se como representação da família sertaneja, aquela que foge das mazelas que a seca lhe impunha. Tiago da Silva COELHO ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 O RURAL, O SERTÃO E O CAMPO LITERÁRIO NAS CRÔNICAS DE VIVENTES DAS ALAGOAS. http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4619 O artigo analisa as crônicas reunidas no livro Viventes das Alagoas, de Graciliano Ramos. As crônicas foram publicadas originalmente no início dos anos 40, na revista Cultura Política. Busca interpretar as representações que os textos comportam acerca do espaço rural, do sertão e da região no Brasil. Almeja ainda localizar o sentido dos textos de Graciliano Ramos no contexto do campo literário brasileiro na década de 1930. Robson dos SANTOS ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 ENTREVISTA: GRACILIANO REVISITADO COM PROFESSOR EDUARDO DE ASSIS DUARTE http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4620 Professor Eduardo, um dos motivos para convidá-lo para nos conceder esta entrevista foi justamente o fato de que no ano de 2003 você esteve conosco na Universidade Estadual de São Paulo/FFC-Marília durante um evento de inauguração de um dos números da nossa Revista Eletrônica, portanto, dez anos depois, gostaríamos de retomar algumas discussões que acreditamos ser muito relevantes tanto para literatura, quanto para as Ciências Sociais brasileiras. Graciliano REVISITADO ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 MISÈRE AU BORINAGE. BREVES NOTAS SOBRE AS RELAÇÕES ENTRE SOCIOLOGIA E CINEMA NO FILME DE HENRI STORCK E JORIS IVENS http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4621 Misère au Borinage é um filme dirigido pelo ator e cineasta belga Henri Storck (1907 - 1999) e o cineasta holandês Joris Ivens (1898-1989). Realizado em 1934, o filme aborda a greve dos mineiros em Borinage (sul da Bélgica, 1932) e algumas consequências desta. O objetivo deste artigo é apontar como pode ser construída uma discussão de fundo sociológico no filme, articulando alguns recursos expressivos utilizados pelos diretores durante o processo de montagem. O principal aspecto sociológico a ser salientado é a forma como estão construídas as imagens dos trabalhadores e a relação entre os problemas locais e globais. Mauro Luiz ROVAI ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 FÉ, POESIA E SACRIFÍCIO NO CINEMA DE ANDREI TARKOVSKI http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4622 Este artigo pretende fazer uma análise do filme O Sacrifício, do cineasta russo Andrei Tarkovski, a partir, principalmente, de elementos teóricos e estéticos apontados pelo próprio diretor, no livro Esculpir O Tempo (mistura de autobiografia e obra teórica sobre cinema). Também se buscará iniciar, dentro dos limites deste artigo, um possível diálogo entre a visão de cinema tarkovskiana e certas ideias do filósofo Gilles Deleuze, no livro A Imagem-Tempo (particularmente, o conceito central da “imagem-tempo”, em oposição à “imagem-movimento”). O objetivo geral é identificar e analisar os conteúdos metafísico-religiosos presentes na obra do cineasta, mostrando-os como linha de força central em sua filmografia, assim como os aspectos formais que fazem com que seu cinema possa ser definido como “cinema de poesia”, em oposição a um “cinema de prosa”. André Renato Oliveira SILVA ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 A INFLUÊNCIA DA PIRATARIA NA SÉRIE BREAKING BAD. http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4623 A pirataria esteve presente em toda a história do cinema, acompanhando as tecnologias utilizadas pelas produtoras. Como vemos nesse artigo, a discussão em torno da duplicação não autorizada dos materiais audiovisuais aumentou com a difusão dos aparelhos deram aos próprios usuários parte do controle sobre a circulação desses materiais. Para falar sobre isso, tomamos como exemplo o caso da série americana de televisão <em>Breaking Bad</em>. Nesse trabalho, dissertamos sobre como a pirataria na internet influenciou na popularização da série, tornando-a conhecida em vários países do mundo em um curto espaço de tempo. Liana Gross FURINI Roberto TIETZMANN ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 PONTOS DE CONVERGÊNCIA ENTRE O CINEMA DE VANGUARDA EUROPEU E O BRASILEIRO http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4624 O presente artigo tem como foco principal as relações entre o cinema vanguardista europeu e o brasileiro. O estudo inicia com uma discussão referente aos diversos conceitos teóricos de vanguarda. A seguir, debate a comparabilidade entre a produção vanguardista europeia e o modernismo brasileiro. Por último, analisa pontos de convergência entre o cinema experimental brasileiro de 1910 a 1930 e a produção fílmica europeia da mesma época. No centro da abordagem estão os filmes ‘Rien Que Les Heures’ (1926) de Alberto Cavalcanti, ‘São Paulo – Sinfonia da Metrópole’ (1929), dirigido por Rodolfo Lustig e Alberto Kemeny, e ‘Limite’ (1931) de Mário Peixoto. Michael KORFMANN ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 O CÉU DE SUELY NO TEMPO-ESPAÇO PÓS-MODERNO http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4625 Marcado pela afetividade e por uma narrativa rasteira, o sertão de O Céu de Suely (2006) está muito distante daquele representado pelo Cinema Novo. A partir de uma interpretação crítica do filme, buscamos entender esse distanciamento, mapeando como as formas de tempo e espaço do atual momento histórico, denominado de pós-modernidade, foram assimiladas artisticamente no longa de Karim Aïnouz. Para isso, baseamo-nos no conceito de cronotopo, cunhado por Mikhail Bakhtin. Acreditamos que ao trazer à tona escombros da sociedade atual, aclimatados no tempo/espaço nacional, do sertão, O Céu de Suely traça caminhos e travessias no sentido de compreender o lugar que ocupamos na lógica do capitalismo global. Márcia Vanessa Malcher dos SANTOS ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 INTERSECÇÃO E ALTERIDADE: SEXUALIDADE E RAÇA NA OBRA BOM CRIOULO, DE ADOLFO CAMINHA http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4626 O problema norteador deste trabalho é compreender como as categorias raça e sexualidade aparecem na relação entre Amaro e Aleixo dentro de um contexto inter-racial entre homens, na obra Bom Crioulo. Perceber como a moral, os costumes do século XIX aparecem na obra literária de Adolfo Caminha são um dos objetivos traçados, assim como procuraremos demonstrar como a sexualidade presente na relação inter-racial é tratada de acordo com o período da produção literária do autor. Entre os apontamentos conclusivos percebe-se que na obra a construção da sexualidade deu-se decorrente da articulação entre a demarcação dos papéis sexuais especialmente no que tange a masculinidade, em Amaro, e a feminilidade em Aleixo, assim como o binarismo: natureza versus cultura. Diego Ramon Souza PEREIRA Núbia Regina MOREIRA ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 PASSEIO PELAS TRAMAS DO ROMANCE SOMBRAS DE REIS BARBUDOS, DE JOSÉ J. VEIGA http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4627 Este artigo objetiva analisar a construção/representação de fenômenos insólitos no romance Sombras de reis barbudos. O estudo se baseia na Teoria da Iconicidade Verbal (SIMÕES, 2009) e no insólito na narrativa ficcional (ARÁN, 1999; COVIZZI, 1978; ROAS, 2011&amp; 2012). Para tanto, desenvolve-se discussão em que se incluem: (1) os elementos mágicos ou extraordinários percebidos pelos personagens como parte da "normalidade" no romance e (2) a transformação do comum e do cotidiano em uma vivência com experiências sobrenaturais ou extraordinárias. A investigação em Sombras de reis barbudos busca o entendimento da obra a partir da constituição dos fenômenos insólitos. Eleone Ferraz de ASSIS ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 O TEMPO É CHEGADO: EUCLIDES NETO E OS PRINCÍPIOS DA CONDIÇÃO HUMANA E DA HEGEMONIA http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4628 Este artigo tem como propósito a análise do livro O Tempo é Chegado, do escritor baiano Euclides Neto, tomando como referencial teórico os princípios da condição humana e da hegemonia, propostos respectivamente pelos filósofos Hannah Arendt (2007) e Antonio Gramsci – no caso deste, textos compilados pelo pensador italiano Luciano Gruppi (2000). Para tanto, a princípio, discorre-se e discute-se sobre tais premissas, como ato preparatório para, num segundo momento, analisar as narrativas que compõem o livro e contam a saga dos tipos humanos que compõem o painel social da região cacaueira do sul da Bahia (Brasil), sobretudo no que tange às lutas de classes, visando reconhecer nessas histórias curtas, traços das teorias arendtianas e gramscianas abordadas. Rita Lírio de OLIVEIRA ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 A PULSÃO DE MORTE EM O QUARTO FECHADO, DE LYA LUFT http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4629 A investigação pretende trazer à baila o conceito da “pulsão de morte” na obra “O quarto fechado” de Lya Luft, enfocando inicialmente as possibilidades dialógicas entre a literatura e a psicanálise, levando em conta a presença daquela na construção dos próprios conceitos freudianos. A “pulsão de morte”, mesmo evidente na obra, é pertinente para a análise, assim como um paciente no divã, a escrita literária pode ser analisada sob a luz dos conceitos freudianos, evidenciando sua importância como objeto literário e de análise psicanalítica. José Nogueira da SILVA ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 EL DISPUTADO VOTO DEL SEÑOR CAYO: DESPOBLAMIENTO Y ABANDONO DEL MUNDO RURAL CASTELLANO, DESDE LA ÓPTICA DEL ESCRITOR MIGUEL DELIBES http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4630 O presente trabalho pretende ser uma breve leitura (crítica) sobre o despovoamento do mundo rural castelhano, através do romance El disputado voto del Señor Cayo (1978), do escritor Miguel Delibes. Nesta obra, o autor focaliza o problema do abandono do campo e, por conseguinte, a perda da vida e tradições no meio rural. Tudo isso, considerando o momento histórico e político-social da época, a partir de elementos extraídos da realidade da Castela de pós-guerra. Gracineia dos Santos ARAÚJO ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 A REPRESENTAÇÃO DA MALHAÇÃO DE JUDAS NO SÁBADO DE ALELUIA NA AQUARELA DE JEAN-BAPTISTE DEBRET http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4631 O presente artigo tem como objetivo ressaltar a importância dos registros pictóricos do artista francês Jean-Baptiste Debret durante sua estadia no Brasil nos anos de 1816 a 1831. Nascido na França do século XVIII, Debret inicia sua carreira artística no ateliê de Jacques-Louis David (considerado posteriormente, o mestre do Neoclássico). Após se destacar com pinturas históricas e representar o imperador Napoleão de maneira majestosa, o artista integra a “Missão Artística Francesa” e reside durante quinze anos no Brasil. É nos trópicos que seu traçado adquiriu novas formas, distintas abordagens temáticas, entre as quais figuram negros e mestiços no seu cotidiano, em pleno processo de adaptação e de hibridismo cultural. Será por meio da análise da aquarela Queima de Judas (1823) que iniciaremos nossa discussão sobre a Malhação de Judas no Sábado de Aleluia, excepcionalmente representada por Debret; onde o artista nos revela a exuberância das festividades e das cores. Mariane Pimentel TUTUI ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 DO EXÓTICO AO HERMÉTICO: O DISCURSO DE BAIANIDADE NAS ARTES VISUAIS INTEGRADAS A ARQUITETURA MODERNA EM SALVADOR/BA http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4632 Partindo do pressuposto que as artes visuais são co-responsáveis na criação de um imaginário cultural, denominado Baianidade, desenvolvo minha tese de doutoramento no PPGAU/UFBA, problematizando a produção de Painéis e Murais integrados à arquitetura moderna construída na cidade de Salvador entre os anos de 1950 a 1970. Este artigo traz uma parte desta discussão na tentativa de compreender a valorização de uma determinada memória da cidade, a qual foi transformada em patrimônio simbólico identitário, através da imagem evocada nas obras de arte, tratadas de modo narrativo e, muitas vezes, exótico. Este texto traz à tona o domínio de um discurso e o questionamento de outras possibilidades de representação visual para a imagem de Bahia. Neila Dourado Gonçalves MACIEL ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 A HARMONIA E O DESCOMPASSO DO MODERNO E DO ANTIGO EM UM MUSEU-CASA DE MÚSICA POPULAR BRASILEIRA http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4633 No primeiro momento deste artigo tentamos, através da análise das fontes e da reflexão junto à bibliografia, permitir que o leitor se movimente pela Casa de Cultura Christiano Câmara, e assim, estabelecer um diálogo com seu proprietário. Este museu-casa, localizado no Centro de Fortaleza-CE, possui uma vasta coleção de música brasileira, com cerca de 20 mil registros fonográficos, que vão do final do séc. XIX até 1960 – além de uma vasta coleção voltada ao cinema. Num segundo momento, tentamos questionar os discursos do "moderno" e do "antigo" e desvelar a trama que perpassa a obsolescência programada dos diferentes formatos de registro de áudio. Michel Platini Fernandes da SILVA ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 UMA LEITURA DOS INÉDITOS GARRANCHOS DE GRACILIANO RAMOS http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4634 O percurso de leitura do livro Garranchos, com oitenta e um textos inéditos de Graciliano Ramos, permite a leitura de crônicas, cartas publicadas na imprensa, epigramas, discursos políticos, artigos de crítica literária, bem como um conto e o primeiro ato de uma peça de teatro e alguns poemetos. Ludmila Santos ANDRADE ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 SERTÕES, CANGAÇOS E A POESIA SOCIAL DE GRACILIANO http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4635 A edição de Cangaços – obra organizada por Thiago Mio Salla e Ieda Lebensztayn – reúne crônicas e artigos de Graciliano Ramos produzidos e publicados durante parte de sua trajetória em jornais e periódicos espalhados pela região nordeste do Brasil. Paulo Brito do PRADO ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11 DIALOGANDO COM GRACILIANO RAMOS: ENTREVISTAS, ENQUETES, DEPOIMENTOS E CAUSOS DO ESCRITOR ALAGOANO. http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/baleianarede/article/view/4636 Não é tarefa fácil realizar resenhas sobre determinados livros, principalmente quando eles são fragmentos de informações sobre tema, lugar, acontecimento ou personagem específico. No entanto, quando a obra tem como análise a trajetória de um intelectual renomado, essa tarefa se torna interessante. É nesse contexto que nos é apresentado o livro “Conversas: Graciliano Ramos” sob a organização de Ieda Lebensztayn e Thiago Mio Salla. A referida obra pode ser considerada uma “colcha de retalhos” da vida do escritor alagoano, pois foi constituída através de entrevistas e outros textos contidos em jornais e que foram concedidas/elaborados por Graciliano. Jeferson Augusto da CRUZ ##submission.copyrightStatement## 2015-01-27 2015-01-27 1 11