http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/aurora/issue/feed Revista Aurora 2019-08-08T09:02:55-03:00 Revista Aurora aurora.revista@gmail.com Open Journal Systems <p>É com imenso prazer que damos sequência aos nossos trabalhos e apresentamos ao leitor mais uma publicação da Revista Aurora. A&nbsp;<strong>Seção Dossiê</strong>&nbsp;deste número traz a temática&nbsp; <strong>Crise do Mundo Ocidental?</strong>&nbsp;apresentando, desta forma, artigos que versam sobre esses eixos analíticos.<strong>&nbsp;</strong>Esta edição conta ainda com&nbsp;a&nbsp;<strong>Seção Miscelânea&nbsp;</strong>e conta com contribuições que contemplam variados temas e reflexões de diversos fenômenos sociais das Ciências Humanas.</p> http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/aurora/article/view/9161 Expediente 2019-08-08T09:02:55-03:00 Equipe Editorial aurora.revista@gmail.com <p>A Revista Aurora foi criada durante o segundo semestre de 2007 pelos estudantes do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNESP-Marília. Como um ambiente de aprendizagem e aperfeiçoamento de práticas editoriais a revista é gerenciada pelos discentes e supervisionada pelo professor coordenador do programa. Além disso, contamos com pareceristas externos à unidade e a editoração fornecida pelo Laboratório Editorial da UNESP (Campus Marília). <br>A Revista Aurora tem por objetivo principal constituir-se como meio de difusão e discussão de temas clássicos e contemporâneos das Ciências Sociais, buscando sempre promoção constante do diálogo entre os núcleos dessa área do conhecimento, Antropologia, Ciência Política e Sociologia, bem como com outros campos das humanidades, como Filosofia, História, Relações Internacionais e Economia.</p> 2019-07-26T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/aurora/article/view/9125 Apresentação 2019-08-01T14:51:44-03:00 Conselho Executivo e Editor da Revista Aurora labeditorial@marilia.unesp.br <p>A Revista Aurora (ISSN 1982-8004) é o periódico eletrônico de publicação semestral do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP, campus de Marília. O periódico é coordenado, gerido e editado pelo corpo discente do próprio Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, a partir do seu Conselho Executivo e Editor, e presidido pelo Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais. <br>A Revista tem como principal objetivo ser um instrumento fomentador de diálogos, debates e discussões das mais diversas áreas das Ciências Humanas, bem como contribuir para a disseminação do conhecimento científico através de publicações de um conjunto de artigos, resenhas e entrevistas de autores de diversas universidades do Brasil, buscando, assim, manter-se como espaço plural e democrático. De caráter interdisciplinar, compreende o esforço em se estabelecer a unidade entre as quatro linhas de pesquisa do Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais: Pensamento Social e Políticas Públicas; Cultura, Identidade e Memória; Determinações do Mundo do Trabalho: Sociabilidade, Política e Cultura; Relações Internacionais e Desenvolvimento. Conta em sua estrutura interna com três seções: Dossiê, Miscelânea e Seção Especial, por intermédio das quais se busca criar e articular espaços de discussão tanto dos temas clássicos quanto contemporâneos.</p> 2019-07-26T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/aurora/article/view/8886 Jornalismo e Determinação: Um debate marxista 2019-08-01T14:51:45-03:00 Mateus Coelho Martins de Albuquerque mateusmartinsdealbuquerque@gmail.com Kauane Andressa Müller kauaneamuller@gmail.com William Ricardo Boessio willaimboessio@gmail.com <p>Este artigo tem por objetivo realizar uma revisão bibliográfica sobre a determinação marxista dos elementos superestruturais pelos estruturais, tomando como exemplo de análise o jornalismo, entendido aqui como fenômeno superestrutural detentor de relativa autonomia, merecedor então de pormenorizações teóricas baseadas neste aspecto. Inicialmente, o artigo propõem uma revisão do debate da determinação proposto pelos neomarxistas, especialmente quanto ao problema do Estado. Após, revisa as contribuições da Teoria do Jornalismo sobre o problema, especialmente a partir do pesquisador brasileiro Adelmo Genro Filho. Por fim, são elencadas as problematizações quanto à atualidade da prática jornalística ante a possibilidade de sua autorrealização.</p> <p>Recebido: 26/04/2019<br>Aceito: 23/05/2019</p> 2019-07-26T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/aurora/article/view/8882 “Nenhum poema a menos” 2019-08-01T14:51:45-03:00 Camila Rodrigues Silva mila_polis@hotmail.com <p>O presente artigo se propõe trazer breves reflexões a respeito da Teoria de Ator-Rede (TAR) apresentada por John Law em sua obra “<em>Notas sobre a Teoria do Ator-Rede: ordenamento, estratégia, e heterogeneidade” </em>(1992) e por Bruno Latour (2012) em sua obra: “<em>Reagregando o Social: uma introdução à Teoria do Ator-Rede”</em> a partir de três momentos da vida de Suzana Chaves: 1) Denúncia dos assassinatos de desaparecimentos de mulheres e a omissão do Estado para resolução dos conflitos; 2) Assassinato de Suzana e o ativismo político gerado a partir de sua morte; 3) Como sua história torna-se um símbolo criando uma narrativa sobre os feminicídios e direitos das mulheres que vai além do contexto local (Cidade Juarez, México). A partir desses três momentos distintos de sua vida, pretendo articular e mostrar como os diferentes atores-redes e atrizes-redes (humanos e não humanos) vão interagindo em cada um desses momentos a partir do papeis que desempenham.</p> <p>Recebido: 23/04/2019<br>Aceito: 31/05/2019</p> 2019-07-26T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/aurora/article/view/8869 Ditadura, transição e democracia na Constituição de 1988 2019-08-01T14:51:45-03:00 Michel Goulart da Silva michelgsilva@yahoo.com.br <p>Discute-se neste ensaio o processo de transição da ditadura para um novo regime e como as disputas sociais e políticas se materializaram na permanência de elementos autoritários na nova Constituição. Procura-se discutir diferentes aspectos que mostram os limites do regime político constituído posteriormente ao final da ditadura e de que forma se relacionam a atual instabilidade institucional vivenciada no Brasil.</p> <p>Recebido: 17/04/2019<br>Aceito: 06/06/2019</p> 2019-07-26T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/aurora/article/view/8749 A Educação para quem? Uma possível compreensão antropológica da Educação Multicultural 2019-08-01T14:51:45-03:00 Angelo Antonio Puzipe Papim angelopapim@gmail.com <p>Num mundo cada vez mais marcado pelo multiculturalismo, os educadores não podem ser somente bons técnicos, limitados a ensinar acriticamente os conhecimentos acadêmicos. Todavia, devem conhecer que, embasando qualquer prática educacional, existe um modelo de ser humano, responsável por inclinar suas ações de ensinar. Por isso, por mais que se busque amparar o processo educacional em uma didática, é preciso pensar o homem que se quer formar. Portanto, aproximar a antropologia da educação consiste em poder refletir sobre as dimensões de ser humano, uma diversidade que passa a ser uma tarefa da educação. Nesse sentido, a união entre antropologia e educação deve responder às perspectivas sociais e culturais da educação multicultural, oferecendo à educação as bases estruturais para estabelecer interações educacionais que permitam desenvolver, em plenitude, a humanidade de professor e aluno.</p> <p>Recebido: 27/02/2019<br>Aceito: 21/06/2019</p> 2019-07-26T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/aurora/article/view/8936 Aron e Clausewitz: uma leitura epistemológica 2019-08-01T14:51:44-03:00 Matheus de Freitas Cecílio freitas.cecilio@gmail.com <p>As obras do general prussiano Carl von Clausewitz e do sociólogo francês Raymond Aron detém grande importância no contexto da disciplina de teoria de relações internacionais. As considerações clausewitzianas sobre a guerra e as contribuições aronianas no que diz respeito à escola realista se revestem de importância.&nbsp; No entanto, a relação entre ambos os autores é complexa. O objetivo do artigo aqui presente é o de examinar essa relação. Elenca-se como hipótese a ideia de que as primeiras interpretações aronianas sobre Clausewitz corroboravam, em partes, com vulgarizações.</p> <p>Recebido: 07/05/2019<br>Aceito: 28/06/2019</p> 2019-07-26T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/aurora/article/view/8699 Influência de Gramsci em Arrighi para o entendimento da Hegemonia Internacional 2019-08-01T14:51:45-03:00 Dorival Bruno Leal Todescato bruno_todescato@hotmail.com <p>O presente artigo tem como objetivo expor a influência de Antônio Gramsci sobre o pensamento de Giovanni Arrighi acerca do conceito de hegemonia internacional. A motivação em estudar Arrighi reside na peculiaridade teórica do autor, que não é necessariamente um marxista, mas parte da premissa histórica ao analisar o capitalismo em nível internacional. Portanto o nosso trabalho foi divido em três partes em que: a) procuramos mostrar o que Gramsci entendia por hegemonia, isto é, sua concepção de hegemonia ainda sobre bases nacionais; b) ilustrar como Gramsci trabalhou ideias que ajudam a entender a hegemonia nas relações internacionais; c) exibir de que maneira Arrighi adotou o conceito de hegemonia trabalhado por Gramsci em sua própria interpretação das relações internacionais no capitalismo histórico.&nbsp;&nbsp;</p> <p>Recebido: 29/01/2019<br>Aceito: 13/05/2019</p> 2019-07-26T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/aurora/article/view/7934 Trabalho, ontologia e consciência de classe: a classe “Em-Si e Para-Si” em György Lukács 2019-08-01T14:51:45-03:00 Rafael de Almeida Andrade rafinha_fut9@hotmail.com <p>O presente artigo tem como objetivo compreender e analisar a obra de maturidade do filosofo húngaro György Lukács denominada: <em>Para uma ontologia do ser social</em>, em especial como Lukács entende o complexo das classes sociais e o problema da consciência da classe “em-si” e o processo de superação “para-si”. Nossa hipótese é a seguinte: conforme Lukács considera em sua obra,o trabalho é o complexo fundante do ser social, é por meio dele que os homens transformam a natureza em sua base material e consequentemente a si mesmo em uma relação dialética em um processo de teleologia e causalidade, que deriva formas cada vez mais complexas, o que torna o trabalho como modelo da práxis social.Em função dessa hipótese, nossa intenção é mostrar que o processo de consciência de classe da passagem da classe “em-si” para classe “para-si” não é um ato espontâneo, mas um processo que demanda um conjunto de mediações que, no entanto se aliena no decorrer do desenvolvimento histórico, a sociedade burguesa lança a humanidade uma contradição permanente e antagônica, entre detentores e não detentores de determinado estatuto de propriedade, entre burguesia e proletariado, bem como uma fragmentação da totalidade social.</p> <p>Recebido: 03/06/2018<br>Aceito: 15/08/2018</p> 2019-07-26T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistas.marilia.unesp.br/index.php/aurora/article/view/8646 Resenha do livro “Marxismo, humanismo e direito: Althusser e Garaudy” de Juliana Paula Magalhães 2019-08-01T14:51:45-03:00 Felipe Melonio Leite fmelonio@yahoo.com.br <p><strong>Resenha do livro “Marxismo, humanismo e direito: Althusser e Garaudy” de Juliana Paula Magalhães</strong></p> <p>Recebido: 23/01/2019<br>Aceito: 28/06/2019</p> <p>&nbsp;</p> 2019-08-01T14:13:43-03:00 ##submission.copyrightStatement##